Reflexo da Culpa

É perceptível nas pessoas uma grande dificuldade em assumir os erros. Talvez por acreditarem que o erro, a violência e a ausência de educação estão sempre no próximo, longe de si.
É preciso humildade para se aproximar dos problemas e assumi-los.  E fazer isso é o primeiro passo em direção às mudanças. A partir daí veremos o quanto podemos ser melhores, veremos também o poder das pequenas ações. 

A mudança em alguns casos (principalmente no caso relacionado ao meio ambiente) não se faz com uma grande e radical ação. A mudança, pelo menos neste caso, se faz a partir de um aglomerado de pequenas ações que partem de diferentes lugares em diferentes períodos de tempo, e que possuem um grande poder de mudança e conscientização.

Autossustentável: Reflexo da cidade numa poça
Assumir o erro é arremessar a primeira flor onde antes só eram arremessados gases poluentes e indiferença. É fazer, assim como quando éramos crianças, da lata de lixo a nossa cesta, e sermos eternos vencedores no jogo da educação ambiental.
Vamos dar o primeiro passo o mais rápido possível, pois a caminhada é longa e não só a nossa, como outras gerações dependem do sucesso dessa campanha. É hora de escolher se fazemos parte da solução ou do problema.
As patologias do mundo batem a nossa porta. É impossível permanecer indiferente perante tais circunstâncias. Devemos reconhecer nossa parcela de culpa.
Às vezes nos preocupamos demais com problemas econômicos e crises internacionais, porém não existe dinheiro no mundo que traga de volta a vida de aves e de peixes perdidas no óleo. Muito menos que amenize os impactos dos desastres naturais que tais acontecimentos ocasionaram.
“Chuva ácida será bem pior que o lançamento de um míssil.” ▬ Criolo
Deixemos, então, o fetiche econômico de lado, assim como os ataques de propagandas e algumas culturas egoístas e consumistas. O poder está na comunhão do ser humano com os outros seres, principalmente com outros seres humanos.
Autossustentável: Flor crescendo ao longo do meio fio

Partilhamos o mesmo espaço-tempo com outras infinitas espécies de seres vivos. Respeitar o meio ambiente e o nosso habitat, é uma só coisa. Fazer isso é trazer benefícios que estão além da compreensão do homem. Definitivamente, não existe mais tempo e nem espaço para indiferença nesse mundo.


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Sustentabilidade: o que é, o que não é?

Nesses anos trabalhando com o tema da sustentabilidade tenho ouvido de forma bastante recorrente a seguinte questão: “Você trabalha com sustentabilidade. Que bom… Mas o que é sustentabilidade?”

Confesso que a pergunta me perturba até hoje, porém um pouco menos que antigamente.

Autossustentável: O que é Sustentabilidade?
O termo sustentabilidade nasceu da adjetivação do conceito original de “desenvolvimento sustentável”, que tem sido historicamente muito criticado, pois associa ao termo “sustentável” um modelo de desenvolvimento pautado na competição, na exploração desenfreada de recursos e das pessoas, na acumulação e que não se preocupa com o presente e, muito menos, com o futuro. Nesse caso, ainda permanecemos apoiados no velho modelo de crescimento.

“Sustentabilidade”, somente, tem relação com o verbo “sustentar” (do latim sustentare) que, no dicionário Michaelis, está relacionado com manutenção, amparo, equilíbrio, conservação da vida, etc.

Minha busca em diversas fontes sobre o que é “sustentabilidade” tem demonstrado que a resposta mais comum é que não existe uma única definição para o conceito. John Huckle e Stephen Sterling em seu clássico Education for Sustainability (1996)[1], já diziam que:
“Like liberty, justice and democracy, sustainability has no single and agreed meaning”[2]
Para algumas pessoas, entretanto, a ausência de definição parece constituir uma barreira, que impede que o tema seja trabalhado ou discutido em qualquer nível. Vejo isso acontecer com frequência com alguns educadores, os quais consideram o tema relevante, mas não têm conseguido caminhar na discussão do tema com seus estudantes. Nesse caso, sugiro que a necessidade por uma definição de “sustentabilidade” seja substituída por uma pergunta: “A que você e seus estudantes associam o conceito de sustentabilidade?”

Pessoalmente e, apesar da meramente teórica, nunca deixei de acreditar que “sustentabilidade” está associada algo positivo, que permite a construção de uma visão mais integrada e íntegra sobre o planeta, a sociedade e suas interações complexas, e que ela (sustentabilidade) deve garantir a criação de um modelo de perpetuação, não somente da nossa espécie, mas de toda a biodiversidade, do planeta e todos os seus processos.

Autossustentável: O que é Sustentabilidade?
Atribuir um significado, uma conexão, é muito mais relevante que a busca por uma definição. Para alguns, essa conexão está no ato de economizar água e energia; para outros ela está na preservação da cultura de povos tradicionais e na busca por modelos econômicos mais justos e inclusivos; para outros ainda ela reside em um plano espiritual, de autoconhecimento e busca da felicidade. Tudo bem, seja qual for a associação, o importante é que ela descortine um caminho que leve a ação, ao pensar e fazer diferente, e que esse pensar e fazer gere o bem para muitos.

Sendo assim, mãos à obra. Mais importante que teorizar é buscar a sustentabilidade, seja ela o que for para você.
           

PS: O título desse artigo é uma singela homenagem a Leonardo Boff e toda sua inestimável contribuição ao tema da Educação e Sustentabilidade.
[1] O livro de Huckle e Sterling está disponível na íntegra no Google Books. Recomendo!
< div style="text-align: justify;">[2] Como liberdade, justiça e democracia, sustentabilidade não tem significado único e acordado.


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Facilitando a Vida?

As facilidades estão cada vez mais numerosas. Facilitar tornou-se a palavra de ordem. Ainda mais quando as oportunidades se multiplicam e o tempo se torna curto. Qualquer objeto, máquina ou procedimento que economize tempo e nos possibilite aproveitar mais oportunidades é muito bem-vindo.
Autossustentável: O tempo é curto!
Nos últimos meses tenho buscado leite integral fresco na Baixada Santista. Daqueles que não passam por processos de esterilização, pasteurização e homogeneização. Recém tirado da vaca, sabe? Mas o que eu ouço em todos os locais é: “Isso não existe mais”. Acompanhado de um sorriso meio irônico que quase pergunta: “Você veio do interior, não é?”

Nas férias de julho estive no sul de Minas. Visitei uma fazenda típica, lá havia muitas vaquinhas e um senhor tirando leite para demonstrar aos turistas como se fazia. Ao terminar, ele pegou um pouco de leite em uma canequinha de alumínio esmaltado e ofereceu aos que ali assistiam. Uma menina de uns oito anos se apressou dizendo: “Eu adoro leite”. E o pai dela rapidamente interrompeu: “Não filha, esse leite é diferente, não foi esterilizado, não foi fervido. Não tome.”

Entendo que realmente não é o que costumamos beber e ainda que se trate de uma bebida forte pelo seu teor de gordura. Mas será que tornamos nosso organismo tão estéril e sensível a ponto de não podermos consumir algo natural?

E então, para que você vai complicar querendo alimentos “caseiros” ou de origem mais “natural”? Você não poderia facilitar comprando leite de saquinho? E que problema tem comprar leite homogeneizado e pasteurizado?

A razão de ser da produção industrial foi o aumento do populacional e a necessidade de produção em maior escala. Todo um emaranhado de técnicas de resfriamento, conservação, logística e distribuição foram criados para suprir as necessidades de todos. Nossas atividades ficaram complexas e para isso precisamos criar meios de facilitá-las.

Não apenas no setor da alimentação, mas em todas as tarefas que demandavam um tempo considerável para sua execução foram surgindo novas facilidades: automóveis; computadores; barbeadores elétricos que substituem lâminas de barbear; raladores; espremedores; máquinas que fabricam pães sem que seja necessário as pessoas se cuidarem em que os mesmo serão assados; impressoras, escovas de dente, vassouras e chaleiras elétricas… É uma infinidade de produtos para facilitar a vida. Outra área que teve um grande avanço na facilitação foi a área médica, por exemplo, com a eliminação do excesso de gordura corporal via cirurgia e o parto via cirurgia cesariana.

O pensamento que inquieta a minha mente não é de forma alguma contrário a esses avanços. Até porque graças ao avanço tecnológico promovido pela humanidade temos muitos novos produtos e procedimentos que nos auxiliam. Hoje, em verdade, não seria viável a readaptação aos antigos meios de vida e para alguns seria realmente impossível.

O que incomoda é o fato de que a humanidade cria toda esta parafernália facilitadora sem visão de longo prazo. Explico: em relação à alimentação, o movimento para que retornemos a consumir alimentos frescos, que não possuam elementos adicionados e agrotóxicos tem várias frentes: orgânicos, permacultura, slowfood, etc. A essência de todas é a mesma: mais saúde, menos enlatados, empacotados, caixinhas e adicionados de qualquer natureza. Essas frentes incentivam também que se volte a dar atenção aos métodos tradicionais de comer e conviver, desacelerando.
Autossustentável: SlowFood x FastFood
Na medicina, questionam-se os procedimentos estéticos (devido aos seus riscos) e mesmo as cesarianas (que se tornaram uma forma de facilitar a vida e a agenda das gestantes, dos médicos e dos hospitais).

Quanto aos produtos tecnológicos, questionam-se os resíduos, o fato de serem cada vez menos duráveis (para ajudar a baratear os preços e favorecer o consumo de muitos), a forma como se tornaram essenciais na vida humana e a sua real necessidade.
Autossustentável: Lixo Eletrônico

Como foi exposto anteriormente, eles facilitaram, mas uma parte importante do planejamento foi esquecida: pensar sobre quais os efeitos de tudo isso no planeta, na forma de conduzir nossa vida, nas reações que a natureza teria em função desta atuação. Se o planeta fosse uma empresa definitivamente estaríamos com problemas: não foram avaliados os riscos, os retornos, como ficaria a imagem da empresa perante o público, nem como resolveríamos os efeitos colaterais e os defeitos de fabricação.

Hoje temos muitos resíduos, o super endividamento dos consumidores, milhares de toneladas de produtos inúteis e de baixíssima qualidade, os efeitos das cesarianas na vida psíquica do indivíduo quando adulto, os efeitos dos adicionados na produção e conservação de alimentos, os efeitos da falta de convívio familiar na moral e ética da sociedade.

Enfim, tudo isso que criamos e que sem dúvida facilitou a vida, terá que reflexos no futuro? Em alguns casos já estamos certos de que a escolha gerou mais efeitos maléficos do que desejávamos. Outras se mostraram realmente benéficos.

Para aqueles que querem escolher diferente, como o meu tão sonhado leite fresco, ainda há esta opção? Descobri que teria que mudar de cidade para ficar mais perto de um local onde existam vacas. Facilitar a vida de pessoas que estão buscando escolhas não padronizadas e empacotadas não será fácil. Será esta tarefa (de facilitar a vida dos fora do padrão) encarada como uma reflexão necessária ou uma nova fatia do mercado a ser explorada?

Autossustentável: Lixo Eletrônico
Depende da forma como você encara suas necessidades e até que ponto você realmente precisa de facilitações. Fácil não é melhor ou pior. Talvez o juízo de valor a ser feito seja: “isto é adequado ou mesmo necessário?”. “Entendemos as conseqüências de incentivar esse comportamento?”. “Onde queremos chegar?”. “O que queremos construir?”.


Clique aqui para ler mais sobre artigos de Janaína Helena Steffen

10 dicas para emagrecer de forma saudável

Dietas “milagrosas” e remédios podem causar riscos à saúde e efeito sanfona.
Autossustentável: 10 dicas para emagrecer de forma saudável

Cada vez mais as pessoas estão fazendo de tudo para emagrecer, desde fazer dietas “milagrosas” até tomar remédios sem prescrição médica o que pode ser um grande risco para a saúde.
Para o Dr. Caio Gaiane, cardiologista do Itu Garden SPA, isso tem se tornado cada vez mais alarmante, “confesso que tenho me preocupado muito com pessoas que querem emagrecer a qualquer custo e acabam tentando de tudo, medicamentos, dietas malucas e exercícios físicos sem orientação médica”, comenta o cardiologista.
Segundo o Dr. Caio, ainda não é possível encontrar no mercado, medicamentos totalmente seguros para o emagrecimento, isso porque todos têm efeitos colaterais. Alguns podendo ser efeitos nocivos sobre o coração, causando arritmias cardíacas, por exemplo.
A maneira mais saudável para se perder peso, ainda é a famosa dieta prescrita por um profissional, associada a exercícios físicos, “Durante esses anos que desenvolvo trabalho focado na saúde do corpo, tenho observado que emagrecer rápido não é bom para saúde e acaba fazendo com que a pessoa recupere tão rapidamente o peso eliminado, o que acaba provocando o conhecido efeito sanfona”, pontua o cardiologista.
 ESTABELEÇA METAS 
O mais indicado, segundo o Dr. Caio, é que as pessoas que buscam o emagrecimento estipulando metas de médio a longo prazo. Caso você precise ou queira perder 5 Kg, estipule um prazo de 2 a 3 meses, que é o tempo ideal para o corpo responder a nova dieta e estímulos. Caso o peso a ser eliminado seja o de 10kg pense algo em torno de 6 meses, mas se o seu caso é eliminar 20 kg a meta é a longo prazo, podendo ser de 1 ano.
 REEDUQUE SUA ALIMENTAÇÃO 
O mais importante é pensarmos em reeducação alimentar ao invés de investir em dietas malucas ou alguma que funcionou para uma pessoa. O que as pessoas precisam compreender é que dieta não é padrão, ela pode funcionar para alguém que perdeu 5 kg, mas não funcionar para alguém que quer perder 10, por exemplo.
 COMO FRACIONADO 
Para o cardiologista, a fórmula é simples, “coma fracionado, a cada 3 ou 4 horas, se possível no mesmo horário e dividindo as refeições em até 6 vezes durante o dia todo.
 INOVE NO CARDÁPIO 
Varie o seu prato do dia a dia, não fique só no arroz e feijão, faça um prato de salada ou de frutas ou até mesmo só com proteínas. E o mais importante, não pule as refeições, isso não é bom para a saúde”, aconselha o doutor.
Outro ponto importante é que antes de qualquer reeducação alimentar é preciso se consultar com um especialista para que ele estipule quantas calorias devem ingerir por dia na sua dieta.
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bsp;EVITE O AÇÚCAR REFINADO 
Dr. Caio ainda alerta para outros passos importantes durante o período de emagrecimento, como por exemplo, evitar o açúcar refinado e demais alimentos que contenham esse ingrediente, como pães, doces e bolos. Isso porque o açúcar refinado só tem a função de engordar.
 DÊ PREFERÊNCIA AOS ALIMENTOS INTEGRAIS 
Os alimentos integrais, como arroz integral, pão integral, macarrão integral, segundo o especialista, isso faz toda diferença, “estes são os carboidratos que fazem bem a saúde”.
 FAÇA PRATOS COLORIDOS 
Deixar a dieta mais colorida com o uso de legumes, verduras e frutas, isso torna tudo mais atrativo e saboroso. E se feito com frequência o uso de polivitaminicos não se torna necessário.
 BEBA ÁGUA 
Beber muita água também é uma dica obrigatória se você busca a perda de peso, segundo oriente o doutor é recomendado o consumo de aproximadamente dois litros por dia, mas nunca durante as refeições.
 DETOX 
Uma dieta desintoxicante também é uma dica importante para o bom rendimento da dieta. “Na segunda-feira, uma dica é fazer dieta líquida, é bom, desintoxica e ainda dá um up para a semana de regime”, comenta.
 FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS 
O Dr. Caio ainda destaca a importância de complementar a dieta com exercícios físicos após permissão médica.
Com essas orientações você poderá ter um emagrecimento saudável e com um excelente resultado, sem sofrer com o indesejado efeito sanfona.
  

Fonte: CicloVivo

Autossustentável realiza pré-venda de camisetas PET em parceria com a Mr. Fly

A partir do dia 19/02/2014 a rede Autossustentável inicia a pré-venda das novas camisetas em parceria com a Mr. Fly.

Desenvolvidas pela Mr. Fly e pelo Autossustentável, as camisetas de malha PET são compostas por 50% Algodão/ 50% Poliéster reciclado de garrafa PET. O intuito dessa pré-venda é divulgar a malha da Mr. Fly, nossa grande parceira, e incentivar o plantio de árvores.
Com o intuito de antecipar suas compras e garantir que a sua camiseta seja entregue no conforto e comodidade do seu lar, estamos realizando essa  pré-venda com 30% de desconto para aqueles realizarem o pedido entre os dias 19/02 e 07/03.

São 5 lindas opções de estampa!
Confira todas elas e escolha sua preferida!

 PULSAÇÃO: 


Estampa: PULSAÇÃO

 RESFRIADOR GLOBAL GRÁTIS: 


Estampa: RESFRIADOR GLOBAL GRÁTISEstampa: RESFRIADOR GLOBAL GRÁTIS

 KEEP CALM AND SEJA SUSTENTÁVEL: 

Estampa: KEEP CALM AND SEJA SUSTENTÁVELEstampa: KEEP CALM AND SEJA SUSTENTÁVEL

 CRESÇA E PERMANEÇA: 

Estampa: CRESÇA E PERMANEÇA

 A SOLUÇÃO DESDE DE 1817: 


Estampa: A SOLUÇÃO DESDE DE 1817


 INSTRUÇÕES PARA A COMPRA:

Tamanhos - Mr. Fly Moda

– Aqueles que quiserem, já podem garantir a camiseta pelo valor de R$29,90 + frete de R$7,00. Para aqueles que quiserem adquirir 2 camisetas ou mais o frete será grátis.

– Além do benefício aos compradores (pelo desconto nos preços da camiseta) também beneficiaremos o meio ambiente! Uma árvore será plantada para cada camiseta vendida, graças a parceria com o Plant.ai (www.plant.ai). Será enviado ao comprador um certificado de plantio da(s) árvore(s) e também algumas fotos que iremos divulgar posteriormente. O plantio das árvores será iniciado no dia 26/02.

– O pagamento pode ser feito por transferência ou depósitoem uma das contas abaixo e o comprovante deverá ser enviado juntamente com o tamanho e modelo da camisa escolhida para o e-mail: contato@mrflymoda.com.br. Você irá receber um e-mail de confirmação de recebimento.

– Atenção! Os clientes que efetuarem as compras receberão os novos modelos A PARTIR DO DIA 18/03/2014.

 Titular: AML Cabral Comércio 
 CNPJ: 11821989000110 
      – Banco Bradesco: 
Agência: 2280-2
Conta Corrente: 9007-7
      – Caixa Econômica: 
Agência: 1536
Operação: 003
Conta Corrente: 2031-3
      – Banco do Brasil: 
Agência: 3139-9
Conta Corrente: 36202-6

Essas são as espécies de plantas que iremos plantar:

  • Exóticas: Nim Indiano (Azadirachta indica), Flamboyant Mirim (Caesalpinia pulcherrima), Flamboyant (Delonix regia), Acássia Amarela (Acacia farnesiana), Moringa Oleífera (Moringa oleifera), Paineira (Ceiba speciosa), Cinamomo (Melia azedarach)
  • Nativas: Angico (Anadenthera colubrina), Juazeiro (Ziziphus joazeiro), Imburana (Commiphora leptophloeos), Pau-Ferro (Caesalpinia leiostachya), Caraibeira (Tabebuia caraiba), Jurema (Mimosa hostilis), Umbuzeiro (Spondias tuberosa)
Sobre a Mr. Fly A Mr. Fly é uma empresa que acredita na moda sustentável. As camisetas de malha PET são compostas por 50% Algodão/ 50% Poliéster reciclado de garrafas PET. É um tecido de alta qualidade com toque macio e confortável que contém um grande ativo ambiental: o reaproveitamento de garrafas PET. Cada camiseta utiliza em média duas garrafas PET que não mais poluirão o meio ambiente. Dessa forma, a empresa ajuda a diminuir resíduos, além de gerar empregos com a coleta das garrafas. E todo este cuidado ainda resulta em peças de excelente qualidade e estampas superestilosas.


Sobre o Plant.ai – O Plant.ai é uma multiplataforma que engaja ao mesmo tempo a população, empresas, ONGs, universidades e poder público, por meio de ferramentas inovadoras e integradas de marketing , sustentabilidade ambiental , entretenimento e mídias
sociais.


Qual a diferença entre Reciclar e Reutilizar?


Reutilizar
Jogar algo que pode ser recriado diretamente no lixo esvazia as chances de se aproveitar todas as possibilidades de um mesmo objeto. Móveis podem ganhar novas roupagens e funções, porcelanas repletas de parafina podem iluminar o ambiente como velas estilizadas, folhas de rascunho podem virar cadernos e blocos de anotação… aproveite a internet, ótima ferramenta para encontrar boas ideias de reutilização e reaproveitamento. Buscar novos significados para os pertences é um excelente convite à criatividade e ajuda a diminuir a demanda de consumo que alimenta as cadeias produtivas, polui o meio ambiente e prejudica a sociedade.
Reciclar
Colocar objetos em um novo ciclo de produção: eis o que se faz ao “re-ciclar”. Diferentes técnicas de reciclagem constituem um mercado que gera empregos, economiza energia e origina matérias-primas para fabricação de outros bens – o que é mais econômico e sustentável do que começar o ciclo do zero, com recursos extraídos primariamente da natureza. A coleta seletiva doméstica tem um papel importante nisso tudo. Em casa, duas lixeiras são o suficiente: uma para os resíduos orgânicos – como cascas de frutas e restos de verduras que pode ser transformados em adubo por meio de compostagem no quintal – e outra para os secos.
Quando os resíduos são separados corretamente, o índice de aproveitamento passa de 70%. Exigir programas de reciclagem dos governos locais também é essencial para que o objetivo final seja de fato atingido. Uma pesquisa do Ipea apontou que apenas 8% dos município brasileiros têm estrutura para reciclagem. O alumínio é o campeão no País, com índice de 90%. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico. Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55% (saiba mais sobre a reciclagem de embalagens longa vida neste post)
O que também é importante:
Reduzir
A primeira atitude do consumo responsável é questionar a real necessidade de determinada aquisição, seja de produtos, seja de serviços. Escolher aqueles que duram mais ou são reutilizáveis e abolir a compra por impulso evita desperdícios e diminui a quantidade de resíduos gerados. Não é de hoje que a literatura usa o jogo de palavras para rimar e distinguir os verbos “ser” e “ter”. Gente que experimenta a simplicidade no cotidiano sabe que ter menos pode ser mais prazeroso. Um bom começo é reduzir o uso de embalagens, preferir produtos a granel àqueles embalados em isopor e plástico, evitar o “troca-troca” de celulares e computadores e repensar a quantidade de brinquedos que abarrotam os quartos das crianças. Palavra de ordem por uma vida menos superlativa e mais bem vivida.
Recusar
Para uma sociedade com menos resíduos muitas vezes é necessário – e possível – dizer não. Por exemplo: recusar o excesso das famigeradas sacolinhas plásticas no supermercado é um bom começo. É hábito colocar até mesmo compras minúsculas em sacolas plásticas desproporcionais, completamente dispensáveis (por exemplo, ao comprar cartela de remédios na farmácia ou um chocolate na padaria).
Redesenhar
Empresas e indústrias também devem entrar no jogo e investir em projetos inteligentes que alterem a forma como suas mercadorias são produzidas. Processos que consomem menos água e materiais, embalagens e produtos mais fáceis de serem reciclados e esforços para uma gestão adequada de resíduos são pontos importantes.

< div style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.45pt; text-indent: -35.45pt;">Reparar

Uma forma de reagir à cultura do descartável é investir no conserto de objetos quebrados em vez de comprar novos – exigentes de muita energia e matéria-prima extraídas de um planeta que já acenou sua finitude.


Fonte: Super Interessante



Veja como são recicladas as embalagens longa vida

Autossustentável: Embalagens Tetra Pak
Papel, alumínio e plástico compõem a fórmula da embalagem que, como o próprio nome diz, dá vida longa ao seu conteúdo. Ao criar uma barreira que impede a entrada de luz, ar, água, microorganismos e odores externos, essas caixinhas isolam alimentos como leite, sucos e molhos de tomate, dispensam refrigeração e permitem que produtos perecíveis sejam transportados em longas distâncias sem estragar. Além disso, são consideradas uma das embalagens mais leves do mercado – o peso de uma unidade corresponde a 97% de produto e 3% de embalagem.
Quase um milagre. Elas foram criadas na Suécia nos anos 1950 e ganharam o mundo com a praticidade tão característica dos tempos industriais. O milagre só não é completo porque as embalagens longa vida, quando jogadas no lixo, são um verdadeiro desperdício de recursos naturais – o que acontece com várias outras “invenções” humanas que hoje se acumulam indefinidamente no planeta. Afinal, jogar um pacotinho desses no lixo é dar cabo de um curto ciclo de vida do papel, alumínio e plástico, ao mesmo tempo.
Autossustentável: Embalagem Tetra Pak no Lixo
A parte boa:

Embora recente, já existe tecnologia para fazer a separação dos componentes e a reciclagem das embalagens longa vida – algo não muito simples. Uma vez que os elementos são “grudados” um no outro, é difícil separá-los. As fotos abaixo dão uma ideia bastante clara:
O gargalo do problema ainda é a abrangência da coleta seletiva especializada nesse tipo de resíduo. A Tetra Pak criou o Rota da Reciclagem, sistema que aponta a localização e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária de materiais recicláveis e comércios ligados à cadeia de reciclagem de embalagens longa vida em todo o território nacional. Mas nem todas as capitais brasileiras tem postos de coleta, o que impossibilita algumas regiões de entrar no (re) ciclo. Atualmente, mais de 35 indústrias reciclam as embalagens da Tetra Pak e estão localizadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Bahia e Distrito Federal.

Em 2011, 59 mil toneladas de embalagens foram recicladas no Brasil, o que representa 27,1% – um pouco acima da média mundial, que é de 21,6%, segundo o CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem). Em 2012, o número aumentou para 65 mil toneladas – e as projeções são de aumento para os próximos anos.

Como é feita a reciclagem:

O processo acontece em duas etapas. A primeira é a retirada do papel e posteriormente o processamento do plástico e do alumínio.
Autossustentável: Hidrapulper - Separação
1. Nas fábricas de papel, as embalagens são jogadas em um “liquidificador gigante”, o hidrapulper (imagem acima). As fibras são agitadas com água e sem produtos químicos, hidratando-se e separando-se das camadas de plástico e alumínio. Após a separação, as fibras d
e papel podem se transformar em caixas de papelão, tubetes, chapas, palmilhas e produtos em polpa moldada.
  
2. Para separar o alumínio e o plástico, a Tetra Pak desenvolveu no Brasil a tecnologia de separação térmica em parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP) e inaugurou a primeira planta do mundo para esse tipo de reciclagem em 2005. No processo, o plástico transforma-se em parafina e o alumínio (imagem abaixo) é recuperado com grau de pureza de mais de 90%. Ambos seguem principalmente para a indústria química.
  
Autossustentável: Pó de Alumínio

3. Outro processo permite que o plástico e o alumínio sejam triturados e prensados a quente, transformando-os em uma chapa semelhante ao compensado de madeira que pode ser usada na fabricação de divisórias, móveis, pequenas peças decorativas e telhas. No caso das telhas, o plástico e o alumínio são picotados e passam por uma secagem. Então são cobertos por uma camada de filme plástico e prensado a quente. O polietileno derrete e adere ao alumínio formando uma resistente chapa. Ainda quente a chapa é colocada no molde da telha, onde adquire formato.
Autossustentável: Telha de Tetra Pak
A animação abaixo explica o passo-a-passo da reciclagem das embalagens longa vida:

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Fontes:

Dê mais cor ao seu prato!

Todo mundo já ouviu que o prato deve ser colorido, mas porque?
Saiba o que existe em cada alimento de acordo com seu grupo de cores.

Além de tornar a refeição mais atraente, brincar com as cores das frutas, verduras e dos legumes no seu prato é uma forma de preservar a saúde. Para entender o que há por trás dessa afirmação, basta pensar um pouquinho na ação dos fitoquímicos, justamente as substâncias responsáveis por pigmentar os alimentos. Na natureza, são elas que defendem os vegetais das ameaças externas. “Os fitoquímicos presentes nos alimentos são os responsáveis por protegê-los contra o ataque de fungos e bactérias. Uma vez no organismo humano, assumem ações específicas no metabolismo, com amplos benefícios à saúde”, explica a nutricionista funcional Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.

Em suma, dentro da gente eles continuam funcionando como fiéis guarda-costas, minimizando muito o risco de doenças. “Os pigmentos naturais estão relacionados com importantes atividades biológicas. Eles possuem propriedades antioxidantes, antiinflamatórias e fortalecem o sistema imunológico, afastando o risco de sofrer de doenças crônicas não transmissíveis, como o colesterol e o diabetes”, diz a nutricionista Jocelem Mastrodi Salgado, professora na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ -USP) e autora do livro Guia dos Funcionais (Ed. Ediouro). “Os fitoquímicos também são reconhecidos por atuarem de forma mais específica como calmantes, digestivos, moduladores hormonais, laxantes e até expectorantes”, complementa a nutricionista Roseli.

Daí a importância de que diversas cores sejam misturadas num mesmo prato. Assim, os alimentos verde-escuros contêm altos níveis de magnésio, mineral presente na clorofila e que é essencial para a saúde do coração e a manutenção da pressão em níveis estáveis. “Já o licopeno do tomate diminui a oxidação das moléculas de DNA que contribuem para a proliferação das células cancerosas”, garante a nutricionista Fernanda Vaz, da Clínica Patricia Davidson (RJ).

Mesmo os alimentos com pouca cor são recheados de nutrientes. “Os alimentos de coloração branca, por exemplo, têm efeito anti-inflamatório e antialérgico, bloqueando a histamina, uma substância que provoca as famosas coceiras e os espirros. Eles também ajudam a prevenir doenças cardiovasculares e a reduzir o colesterol ruim. Estamos falando de vegetais como os cogumelos”, diz Jocelem.

E se você quer tirar proveito dessa farmácia natural no seu dia a dia, o primeiro passo é conhecer as propriedades dos principais grupos de alimentos, a partir da classificação por cor.

Fonte: Revista Viva Saúde


Prêmio TOPBLOG 2013: você já pode votar no Autossustentável!

Clique Aqui e VOTE!

O Autossustentável foi indicado, mais uma vez, para participar do Prêmio TopBlog. Um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante votação popular e acadêmica (Júri acadêmico), os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (Pessoal e Profissional) e suas respectivas categorias.
Será nossa 3ª participação – em 2011, fomos TOP3 (3º lugar – Júri Acadêmico) no ano passado fomos TOP2 (2º lugar), também pelo Júri Acadêmico – este ano vamos com força total para assegurar nossa classificação para a 2º Fase do prêmio: TOP100 “OS INDICADOS” pelo Júri Popular (Internauta). Por isso, nosso objetivo é fazer uma campanha ainda maior e mobilizar todos os leitores, amigos, parceiros e colaboradores para conquistarmos o nosso primeiro TOP1.
Estamos chegando na reta final de votação para o 1ª turno desta edição. A votação se estende até o dia 25 de janeiro. Não deixe de votar!

Clique Aqui e VOTE!
Para votar é simples e você vai gastar poucos segundos. É só seguir os seguintes passos:
  • Você pode votar 2 vezes: via Facebook e via E-mail;
  • Autorize o aplicativo no seu Facebook, ou insira seu Nome e E-mail; No caso de votação por e-mail, você receberá um e-mail para confirmar o voto, clique no link para fazer esta confirmação.

 Pronto, você ajudou o Autossustentável!

Vote e peça para seus amigos e familiares para votarem também!
Obrigado e saudações verdes a todos!
Equipe do AUTOSSUSTENTÁVEL


A Natureza do Turismo Sustentável Brasileiro

Autossustentável: Chapada dos Veadeiros, Goiás - Foto: Chris Jackson

Devido às características climáticas e geográficas o turismo em áreas naturais é predominante no Brasil. Atualmente o turismo sustentável é o tema principal nas agendas das grandes empresas, pequenos empreendedores, autoridades regionais e nacionais do setor. Será que estamos aplicando somente práticas pontuais de sustentabilidade socioambiental ou de fato estamos construímos um turismo sustentável no Brasil?
Visto sob a ótica do tripé da sustentabilidade de acordo com a OMT – Organização Mundial do Turismo, a atividade turística deve levar em consideração questões:
  • (i) sociais – respeito e fomento aos valores e cultura de um povo; 
  • (ii) econômicas – assegurar a correta alocação dos recursos e investimentos na área, e;
  • (iii) ambientais – garantir a capacidade do ecossistema em manter-se ou recuperar-se dos impactos da atividade.
No âmbito social é crescente o número de iniciativas que valorizam a cultura local e preservação ambiental, principalmente por iniciativas do terceiro setor. A baixa remuneração dos pequenos empreendedores e a falta de educação ambiental impedem a sustentabilidade nos serviços prestados quando não apoiados e estimulados pelo terceiro setor ou órgãos competentes.
Autossustentável: Lixo em área de proteção ambiental


Diversas pesquisas indicam o crescimento econômico positivo do turismo nacional, que amplia a oferta de contratação de mão de obra e gera demanda por investimentos. Embora as pequenas e médias empresas constituam a maior parte do setor hoteleiro e turístico no Brasil, as grandes empresas são as maiores beneficiadas com os incentivos gerados pelas autoridades regionais e nacionais.
A expansão de modalidades turísticas em áreas naturais e de proteção ambiental, como por exemplo, o ecoturismo e turismo de aventura, sem o devido planejamento, colocam em risco a biodiversidade e sustentabilidade de tais áreas. Neste cenário, as certificações ambientais cobririam parte das deficiências que as legislações deixam escapar durante o processo de licenciamento e cumprimento das normas ambientais.

Autossustentável: Praia do Lixo

Enquanto vemos a falta de uma política clara para o incentivo ao desenvolvimento sustentável voltada ao pequeno empreendedor, acompanhamos os gigantescos esforços voltados para preparar o país para os mega eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas. Percebemos que práticas socioambientais são de fato realizadas, contudo, não são incorporadas em todos os pilares para alcançarmos o turismo sustentável no Brasil.
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UNICEF Brick: a embalagem de alimentos que se transforma em blocos para casas

O UNICEF, órgão da Nações Unidas, pode ganhar um reforço nas ações de ajuda a populações atingidas por catástrofes naturais. A criação dos designers do Psychic Factory chama-se UNICEF Brick e consiste em uma embalagem em forma de tijolo para fornecer água e alimentos não-perecíveis para vítimas de desastres naturais e que posteriormente pode ser usada como bloco para a construção de abrigos temporários para a população afetada.

A embalagem tem um formato inspirado nos brinquedos Lego, conhecidos pela facilidade com que são montados uns nos outros. Segundo a proposta dos criadores, esses blocos ocos levariam comida e água dentro dos dois compartimentos, e seriam distribuídos em casos de emergência.

UNICEF Bricks 03

O artefato foi pensado para as situações de emergência, uma vez que durante desastres naturais, a alimentação é uma das primeiras prioridades, mas sempre acaba gerando uma imensa quantidade de resíduos. Agora, com a nova embalagem, evita-se a produção de lixo, já que os recipientes serão reutilizados como material de construção.

unicef_brick2

Depois de consumir os alimentos e beber a água, os moradores da localidade atingida poderiam juntar as peças, preenchê-las com terra ou areia, dando-lhe peso, e depois, começar a construção, empilhando-os da mesma forma que fazíamos com o lego quando crianças. A ideia é que mesmo depois da edificação dos abrigos temporários, os tijolos possam ser reutilizados também em outros lugares. Funcional, não?

O conceito ainda está em fase de testes, mas os criadores acreditam que ele poderá ser fabricado em breve.

 

 

 

Os Benefícios do Crescimento da Observação de Aves no Brasil

A observação de aves é uma atividade relacionada ao turismo ecológico que está longe de ser uma novidade no mundo, mas tem ganhado um impulso muito grande no Brasil nos últimos anos. Conhecida pelos vocábulos birdingou birdwatching nos Estados Unidos e na Europa, onde tem grande força e movimenta bilhões de dólares anuais, se caracteriza por uma intensa conexão do birder com o ambiente natural e está cada vez mais fácil de se praticar. Neste contexto, o Brasil pode se considerar privilegiado enquanto local para o contato com estas criaturas aladas, que chegam a quase duas mil espécies por aqui, número que nos coloca como segundo mais diverso do mundo, atrás apenas da Colômbia. Não é por acaso que birdersde todo canto vêm ao país todos os anos para observar algumas das aves mais incríveis do planeta, em busca de cores espetaculares, seus belos cantos e sua diversidade.
Autossustentável: Birding ou Birdwatching

André Pacheco Aroeira: Fêmea de Sicalis citrina vocalizando (canário rasteiro)

Atualmente, quase toda grande cidade brasileira conta com um ou mais grupos de observadores, que se organizam em passeios, encontros e viagens em busca de observar, fotografar, escutar e gravar estes animais. O desenvolvimento tecnológico mudou pra melhor a vida destas pessoas nos últimos vinte anos, permitindo a adesão de passarinheiros de todas as idades. Os registros e os encontros com as espécies se tornaram muito menos trabalhosos pelo surgimento e o contínuo aperfeiçoamento de câmeras e gravadores digitais; a expansão das redes de observadores, com a criação de grupos nacionais e regionais que compartilham informações, registros e novidades do mundo das aves em redes sociais, grupos de e-mail e sites específicos; o desenvolvimento de novas tecnologias para a modernização de lunetas e binóculos; e a revolução proporcionada pelo playback, técnica que consiste em reproduzir a vocalização da ave de interesse de forma a estimular um canto-resposta ou mesmo atrair a ave para perto do observador, facilitando a visualização e permitindo melhores fotografias e gravações. Não é preciso dizer o quanto era difícil carregar pelo mato uma coleção de gravações próprias em fitas cassete e um toca fita movido por uma dúzia de pilhas, aguardando o momento certo de procurar uma ave específica na bagagem. Quem se aventura com o playbackhoje consegue baixar diversos tipos de vocalização de milhares de aves do mundo gratuitamente na internet, colocar em um celular ou mp3 e reproduzir em caixas de som portáteis movidas a pilhas que duram uma eternidade.

Acompanhando a revolução das redes sociais, outro pilar principal da explosão do birdwatching de fim de semana no Brasil nos últimos cinco anos é o site Wikiaves, a Enciclopédia das Aves do Brasil, ponto de encontro de observadores do mundo inteiro. Neste site, usuários compartilham registros auditivos e fotográficos realizados em território brasileiro ou estrangeiro de qualquer uma das 1.832 aves de ocorrência reconhecida no Brasil pelo CBRO (Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos). Cada espécie ganha sua própria página com informações biológicas (reprodução, características, ocorrência, hábito, alimentação) e um mapa de ocorrência construído pelos próprios usuários ao compartilhar suas fotos e sons. Da mesma forma, cada usuário cria o seu perfil para publicação de seus registros, que ao serem aprovados geram um compilado de informações para si (número e lista de espécies registradas, locais visitados, dentre outros) e para os municípios, estados e Unidades de Conservação brasileiros (número de espécies, lista de espécies, lista de usuários e visitantes, dentre outros). Mapas interativos, fórum de discussões e ferramentas completas de busca permitem encontrar praticamente qualquer tipo de informação que o usuário necessitar. Vai viajar amanhã pro Pantanal ou pra Amazônia? Entre no site e veja a relação de espécies do seu destino, em quais Municípios cada espécie ocorre ou pode ocorrer, o tipo de habitat e a melhor época do ano para encontrá-las, gravações para playback disponíveis para download, guias e usuários experientes da região que podem te mostrar os melhores locais de observação.
Autossustentável: WikiAves
O ponto mais interessante no crescimento desta atividade é a série de benefícios às pessoas e à conservação das aves e do meio ambiente no Brasil. A começar pelo seu caráter democrático, que permite a prática por pessoas de todas as idades e diferentes trajetórias de vida, levando à formação de novas amizades, parcerias e o intercâmbio de experiências em assuntos diversos. A educação ambiental também é um dos importantes ganhos pessoais e coletivos experimentados pelos usuários, que estabelecem conexões muitas vezes nunca experimentadas com o meio ambiente através das aves e de seus diferentes habitats. Este primeiro passo frequentemente leva à tomada de consciência em outros temas e conceitos importantes na conservação da biodiversidade muitas vezes negligenciados pelo grande público, como destruição e fragmentação de habitats, tráfico de animais silvestres, extinções locais de espécies, qualidade ambiental e importância de políticas públicas voltadas à conservação. Assim, pessoas que começam a se preocupar com a ocorrência desta e daquela espécie em sua própria cidade se tornam gradativamente mais sensíveis a abraçar a causa ambiental no seu dia-a-dia, como o acompanhamento das políticas de meio ambiente de sua região, a escolha dos ingredientes do almoço e a preocupação com a destinação adequada de seu lixo.
Observação de pássaros | Foto: Paula Arentes - National Geographic
Curiosamente, a ciência também tem se beneficiado do caráter democrático do birdwatching, que frequentemente gera registros documentados de extrema relevância para o conhecimento e a conservação de aves brasileiras em novos comportamentos, novas características, novas áreas de ocorrência de aves e até de novas espécies para o Brasil. Um exemplo bastante interessantes é o registro do combatente (Philomachus pugnax) em Belo Horizonte, espécie de maçarico jamais registrada em território brasileiro (http://www.cbro.org.br/CBRO/explica/phi_pug.htm) e surpreendentemente clicado pelo observador Daniel Dias na Lagoa da Pampulha em 2013 (www.wikiaves.com.br/896911).
Inúmeros outros benefícios desta prática podem ainda ser experimentados e proporcionadas por passarinheiros no Brasil, como o incentivo à atividades físicas, já que a observação pode ser associada a esforço físico por seus praticantes em caminhadas, trilhas, viagens e outras aventuras; a criação de novos destinos e roteiros de turismo sustentável no país, que movimentam a economia dos locais de destino, favorecem a preservação de áreas naturais e geram emprego e renda pela demanda de serviços especializados de guias, hospedagem, viagem e alimentação; formação de vínculos pessoais afetivos, de amizade e de contatos profissionais; aumento do interesse por conhecer a própria cidade pela busca constante de novos e diferentes locais de observação, contribuindo direta e indiretamente para a formatação de políticas públicas.
Autossustentável: Turismo Sustentável
Por tudo isso, a prática da observação de aves, quando realizadas de maneira correta e ética – como por exemplo, não abusar de playbacks, saber utilizar o flash nas fotografias e se portar adequadamente diante de ninhos e filhotes – é benéfica para seus praticantes, para a sociedade e até para a ciência. Qualquer pessoa interessada pode começar já, procurando um grupo de observadores de aves na sua região e em redes sociais, ou simplesmente se aventurar por aí ouvindo, observando, fotografando e gravando estes seres extraordinários. Aqui vão alguns links que podem ajudar nestas tarefas, e boas passarinhadas para todos nós!

  • Wikiaveswww.wikiaves.com.br – encontre as espécies e usuários de sua cidade e sua região, consiga auxílio na identificação de seus registros, veja informações variadas sobre cada uma das espécies brasileiras, fórum de discussões de todos os temas relacionados e muito mais.
  • Código de ética da observação de aves: http://www.coa-rj.com/sitecoa.htm– tradução e adaptação do The American Birding Association’s Code of Birding Ethics.
  • Associação Brasileira de Observadores de Aveshttp://www.aboaves.org/
  • Observadores de aves/Facebookwww.facebook.com/groups/abroaves

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Cruz Vermelha Brasileira – RJ segue de prontidão em todo Estado do Rio de Janeiro

A Cruz Vermelha Brasileira – RJ, no cumprimento de sua missão humanitária, está de prontidão desde as 06h desta quarta-feira, minutos depois em que recebeu o alerta da Defesa Civil informando sobre chuvas fortes e alagamentos pelo estado do Rio.
Cruz Vermelha Brasileira - SOS Rio - Dez 2013 (1)

Cruz Vermelha Brasileira - SOS Rio - Dez 2013 (2)
A Instituição, que vem ajudando as Filiais e Coordenações locais de Japeri, Queimados e Nova Iguaçu desde o último sábado, hoje está em sistema de alerta para todos os municípios do Rio de Janeiro.
Cruz Vermelha Brasileira - SOS Rio - Dez 2013 (3)
Desde a ativação da sala de Gerenciamento de Crise da Cruz Vermelha, pela manhã, algumas filiais municipais já foram contatadas e, em parceria com a sede estadual, estão provendo em seus bairros e municípios ajuda à população que se encontra vulnerável neste momento.
Voluntariado:
Desde as 6h30, o Departamento Estadual de Socorros e Desastres está convocando seus voluntários por telefone e e-emails para atuação em municípios afetados.
Doações:
A Instituição está recebendo doação em sua sede estadual, localizada na Praça da Cruz Vermelha 10 / 12, Centro, Rio de Janeiro. Os itens mais importantes neste momento são: colchonetes, água, alimentos não perecíveis, itens de limpeza e higiene pessoal.

Doações em dinheiro podem ser feitas pela internet através do site www.cruzvermelharj.org
Cruz Vermelha Brasileira - SOS Rio - Dez 2013 - Donativos
Evolução de Pronta Resposta:


5h57 – Alerta da Defesa Civil mencionando a situação no Rio de Janeiro
6h – Ativação da Sala de Gerenciamento de Crise
6h30 – Convocação dos voluntários para atuação
7h – Contato com as Filiais municipais de Japeri, Nova Iguaçu, Belford Roxo e Queimados para atualização da situação local
7h30 – Contato com a Defesa Civil Estadual e Defesa Civil Municipal
7h40 – Acionamento das Filiais para prontidão
8h – Contato com as Filiais municipais de Petrópolis, Nova Iguaçu e Japeri.
10h49 – A C
oordenação de Belford Roxo informa que existem dez bairros alagados.
10h54 – A Defesa Civil de Japeri coloca à disposição da coordenação local da Cruz Vermelha uma casa para recebimento de doação
11h03 – Começam a ser deslocadas para Nova Iguaçu algumas doações, como colchonetes e cobertores.
11h15 – Equipes de Socorro seguem de prontidão na Cruz Vermelha Brasileira – Petrópolis e começam a receber donativos.


Anistia Ambiental: Um Passo Atrás

Nos últimos tempos, a discussão sobre o (novo) Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/12) adquiriu grande projeção ao estampar as manchetes dos principais veículos de comunicação do país. Marcado por anos de pressões e lobbies de setores ligados a grupos de interesses diversos, o texto normativo reduz significativamente áreas de proteção ambiental e representa um passo atrás na estrutura do Direito Ambiental.

Autossustentável: charge Código Florestal Brasileiro

Durante décadas, a principal crítica dos especialistas na área era a falta de efetividade das leis ambientais. Isso porque o Brasil possuía uma das estruturas jurídicas mais avançadas na proteção ao meio ambiente, mas tal fato não se refletia em dados concretos.
Normas ambientais figuram no ordenamento jurídico brasileiro desde o Brasil colônia, que continha, como constatado por Edis Milaré, “embriões jurídicos para a ação do Poder Público na tutela de alguns recursos naturais[1]”.
Cumpre advertir, porém, que a legislação do período colonial brasileiro presente nas Ordenações visava, prioritariamente, garantir a exploração econômica da metrópole portuguesa. Na fase inicial, “ora almejavam assegurar a sobrevivência de alguns recursos naturais preciosos em acelerado exaurimento (o pau-brasil, p. ex)”, ora resguardavam a saúde humana[2].
Por curiosidade, nessas ordenações referidas havia dispositivo penal que sancionava os crimes mais graves de corte de árvore em Portugal com o degredo ao Brasil, conforme relembra Rogério Rocco[3].
O Código Florestal remonta a década de 30. A primeira norma florestal condensada em um único diploma representou avanços importantes e sua “espinha dorsal” pode ser encontrada até os dias de hoje. Mais à frente, o Código de 1965 manteve o processo evolutivo até ser revogado pelo atual.
Contudo, o sistema jusambiental brasileiro sofreu duro golpe em virtude da promulgação da Lei 12.651 em maio de 2012. Apesar da manutenção dos institutos anteriores (ex. Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal), o (novo) Código Florestal alarga os conceitos através das inúmeras exceções.

Autossustentável: charge Código Florestal Brasileiro

Um dos pontos mais controversos sobre a nova lei ambiental foi o tema da anistia. Criticada por ambientalistas, tornou-se ponto central da disputa parlamentar no Congresso Nacional, o que realça a importância de estudos sobre a matéria.
Instado a decidir, o Superior Tribunal de Just
iça se manifestou sobre o assunto. De acordo com o relator Min. Herman Benjamin, o (novo) Código Florestal não prevê uma “anistia universal e incondicionada” perante os atos ilícitos praticados antes do dia 22 de julho de 2008
[4].
Caso interpretado de forma restrita não há nesse ponto anistia, ou seja, extinção imediata da punibilidade, mas forma flexível de resolução do conflito com aqueles produtores à margem da lei.

Na prática, opera-se diminuição da proteção ambiental, o que compreende anistia perante as obrigações preteritamente previstas pelo sistema jurídico. Nessa medida, institucionaliza uma anistia lato sensu.

 Independente do termo, a crítica desferida é focada numa maior desproteção ao meio ambiente do que o regime anterior com a criação das áreas rurais consolidadas e o modelo adotado.
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[1] MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. 4. ed. ver. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005.  
[2] BENJAMIN, Antônio Herman Benjamin. In: Manual Prático da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente; v. 1; MP de São Paulo; Imprensa Oficial; Pág. 3-85; São Paulo 2005. Também disponível na versão digital em <http://www2.trf4.jus.br/trf4/upload/arquivos/emagis_atividades/ccp5_benjamin.pdf>. Acesso em 19.10.2012. 
[3] ROCCO, Rogério. História da Legislação Ambiental Brasileira: um Passeio pela Legislação, pelo Direito Ambiental e por assuntos correlatos. Curso de Direito Ambiental. Coordenação: AHMED, Flávio e COUTINHO, Ronaldo. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2012.

[4] Marco temporal do conceito de área rural consolidada, o dia 22 de julho de 2008 se refere à edição do Decreto Federal n° 6.514/08. Art. 3º, IV – Lei 12.651/12 – área rural consolidada: área de imóvel rural com ocupação antrópica preexistente a 22 de julho de 2008, com edificações, benfeitorias ou atividades agrossilvipastoris, admitida, neste último caso, a adoção do regime de pousio;

Sustentabilidade e Escola: Uma Dupla de Futuro

Uma das boas notícias anunciadas pelo MEC em junho foi o investimento de R$ 100 milhões em um programa destinado a tornar 10 mil escolas brasileiras sustentáveis.
O investimento ainda pode ser considerado tímido se realmente considerarmos o número de escolas que apresentam algum tipo de vulnerabilidade socioambiental. Mas a iniciativa é animadora.
Nos últimos anos, tenho tido a chance de colaborar com diferentes instituições de ensino no desenvolvimento de projetos que tem a sustentabilidade como eixo condutor.
Autossustentavel: Escola Sustentável
Junto a equipes interdisciplinares de professores dessas instituições, tenho mantido a preocupação de criar um projeto novo e personalizado para cada escola (afinal, cada escola tem sua história e suas características próprias), sempre valorizando práticas que verdadeiramente aliem as esferas tradicionalmente ligadas ao conceito de sustentabilidade: a ambiental, a econômica e a social. Somente identificando os desafios que deixem claras as interligações e a interdependência entre essas três esferas, estaremos de verdade formando professores e estudantes dentro do novo paradigma da sustentabilidade.
Minha fonte primária de inspiração são as ideias e os ideais de Edgar Morin.

Apenas por meio da compreensão profunda da complexidade do mundo atual, colaboraremos efetivamente na formação de indivíduos críticos e capazes de propor soluções de cunho coletivo aos desafios do dia a dia. O trabalho dentro dos paradigmas da complexidade quebra as barreiras disciplinares dando um novo significado ao que é trabalhado em sala de aula.
Costumo dizer que projetos em Educação e Sustentabilidade devem “trazer o mundo para a escola e inserir a escola no mundo”.
De maneira geral, projetos de Educação e Sustentabilidade devem (ou deveriam) ousar e ir além das propostas isoladas de ecoeficiência, que geralmente empobrecem e resumem a sustentabilidade ao seu componente ambiental.
Para a implantação de projetos integrais em Educação e Sustentabilidade, tenho seguido um roteiro simples com seis etapas:
  • Formação teórica competente de professores e estudantes dentro da história e da conceituação de sustentabilidade;
  • elaboração de um diagnóstico real da escola, caracterizando seus principais desafios e formas viáveis de solucioná-los;
  • identificação dos principais atores envolvidos em cada desafio e que podem se tornar parceiros em ações;
  • estabelecimento de um verdadeiro diálogo democrático entre os atores, visando compreender os vários lados da mesma questão, garantindo, dessa forma, uma visão sistêmica complexa;
  • monitoramento participativo dos resultados alcançados e;
  • criação de parcerias com outras instituições de ensino, ONGs, entidades governamentais, etc., aumentando ainda mais a complexidade do trabalho e envolvendo de forma efetiva sua comunidade.


 Um ponto fundamental de toda essa caminhada (que tem data para começar, mas não possui data para terminar) é sempre colocar os estudantes como protagonistas desde a elaboração do diagnóstico até a avaliação das ações implantadas, permitindo que esses conheçam melhor sua escola e sua comunidade. O professor está ali unicamente para auxiliar a caminhada, funcionando como tutor e não como aquele que detém o conhecimento e sabe o que é certo ou errado. Esse deslocamento do professor de sua posição onipotente estabelece uma relação mais saudável, o que favorece muito o diálogo e a busca conjunta por soluções.
Autossustentável: Criança, sustentabilidade e o mundo.
Por sinal, considero o desenvolvimento da capacidade de propor soluções criativas para problemas coletivos por meio do diálogo democrático, um dos grandes resultados positivos dos projetos de Educação e Sustentabilidade c
om que tenho colaborado.
Acredito muito nesse caminho para garantir uma educação mais integral e integrada. Espero que o investimento do MEC na criação de escolas sustentáveis valorize de verdade todo o potencial existente dentro do tema da sustentabilidade. Para isso, entretanto, boa parte desse investimento deve ser voltado à formação de professores dentro dos preceitos da sustentabilidade.

A prática da verdadeira sustentabilidade na escola é capaz formar cidadãos responsáveis, que valorizam mais o coletivo que o individual e que estejam preparados para construir uma sociedade mais sustentável, justa e democrática para todos.


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A Arte de Saber Viver

A sustentabilidade não está longe, não é utópica e nem mesmo complicada como alguns dizem. Devemos partir de um ideal: Sustentabilidade é nada mais do que conseguir viver sem agredir o planeta.
É necessário trazer para perto, mais que isso: é preciso internalizar essa vontade, essa necessidade que o planeta tem de se manter vivo. É necessário tomar a dor do outro, a dor de quem sofre por escassez de recursos que o mundo não consegue mais suprir. É necessário ser visionário.

Humanidade, bravura e sabedoria estão essencialmente ligadas ao saber viver sem agredir. Saber viver sem violência, a violência praticada contra o próximo, contra o mundo e contra você. Pois é preciso ter em mente uma premissa: saber viver é ser sustentável. Sustentabilidade é a arte de saber viver, nada mais.

Não se deixe entediar ou desanimar por toda essa complicação que parece surgir sobre o assunto. Todos querem ter saúde, mas como vamos fazer isso em um mundo que carece de cuidados?
“Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente.” (Jiddu Krishnamurti)
Faça diferente, você pode! Reaprenda a viver, você vai ver como ser sustentável é ser simples e ser simples é ser incrível.

Apesar da face subjetiva que esse texto possa ter, afirmo que com um “olhar poético” é possível perceber a objetividade. É necessário um olhar poético perante os momentos de crise, pois é neste raro e especial momento que nascem as soluções mais eficazes. Não faça desse episódio que o mundo atravessa uma desculpa para jogar tudo paro alto e levar a vida como bem entender.

Ser sustentável não é ser egoísta e se isolar dos demais problemas, é justamente o contrário; é viver em comunhão com a sociedade, é viver com excelência, como um só com a natureza.

Façamos das boas ações à vida a nossa religião, nos reconectando com o essencial. Com a educação e a cultura. A complexidade também está presente na simplicidade, e nesse caso, a simplicidade está em compreender que “ser sustentável é simplesmente saber viver”.
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Novos Colaboradores: Aline Lazzarotto

Autossustentável: Colaborador - Aline Lazzarotto

Olá leitores!!!
Minha formação em Turismo explica um pouco de quem sou: uma Catarinense cidadã do mundo. E foi com ele que descobri minha paixão pela sustentabilidade.
Nos próximos artigos espero dividir e discutir com vocês minhas angústias e anseios nos mais diversos assuntos relacionados ao tema socioambiental, e assim entender conceitos e questões deste mundo globalizado.
 Clique aqui para ler mais sobre artigos de Aline Lazzarotto

Novos Colaboradores: André Aroeira

Autossustentável: Colaborador - André Aroeira

  

Olá amigos!
Sou André, novo colaborador do Autossustentável.
Meu fascínio com o meio ambiente vem desde a infância, quando cresci assistindo documentários sobre animais enquanto meus amigos viam desenhos de luta, decifrava as cores da coleta seletiva antes de aprender a fazer contas e passava tardes olhando minhas tartarugas (hoje sei que eram cágados) tomando sol.
Anos mais tarde me formaria biólogo, mantendo viva essa compulsão enquanto trabalhava com tartarugas de verdade, impactos ambientais de empreendimentos hidrelétricos, aves vítimas do tráfico e unidades de conservação.
Atualmente curso mestrado com foco nas interfaces política e econômica da conservação ambiental entre uma saída e outra para observar aves, fotografar aspectos da vida selvagem e conhecer áreas verdes do Brasil.

Meus projetos de vida em desenvolvimento são sair logo da teoria para a prática da agricultura orgânica (e urbana), fazer um mochilão amazônico e dar de cara com uma onça por aí. Como leitor e estudioso da sustentabilidade em todas as suas dimensões, espero contribuir um pouco em todas essas áreas e aprender muito sobre todas as outras neste projeto que se inicia.

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Novos Colaboradores: Felipe Pires

Autossustentável: Colaborador - Felipe Pires

Olá pessoal!
Meu nome é Felipe Pires e sou um dos novos colaboradores do Blog Autossustentável.
Atualmente, exerço o cargo de Assessor Jurídico do INEA-RJ.
Considero essa ferramenta de comunicação um espaço livre para difusão de ideias sobre o tema da sustentabilidade.
Por formação, pretendo ter um enfoque jurídico. Porém, a área do meio ambiente requer, indubitavelmente, uma troca de informações e conhecimentos multidisciplinares.
No Brasil, temos uma das mais avançadas Constituições do mundo (CF/88), mas se pode observar uma desconexão entre o universo jurídico e a prática. Buscar efetividade das leis demanda maior participação popular, que, por sinal, prescinde de informações e esclarecimentos claros e transparentes.
Organizada, a sociedade civil pode e deve buscar seus direitos.

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Novos Colaboradores: Edson Grandisoli

Autossustentável: Colaborador - Edson Grandisoli
Olá, amigos e leitores do Autossustentável!

No momento, coordeno dois projetos independentes dentro da temática de Educação e Sustentabilidade no Ensino Médio. E graças ao sucesso alcançado e à repercussão positiva desses, estou elaborando meu projeto de doutoramento, no qual abordarei de forma teórico-prática o processo criado e desenvolvido ao longo dos últimos 4 anos.

Junto com o trabalho em instituições formais de ensino, também atuo em parceria com o 3º setor, no qual encontrei apoio e parceria para a criação da 1ª rede de escolas sustentáveis particulares do Brasil.

Sempre acreditei que um dos pontos-chave do sucesso de um processo educativo de cunho socioambiental é a comunicação. Por isso, tenho, em conjunto, me dedicado à produção de artigos de divulgação e materiais didáticos e paradidáticos.


Tenho certeza que um passo importante nesse momento é sistematizar em um espaço diferenciado, como o Autossustentável, essas experiências. Poder unir forças a essa frente em prol do meio ambiente é um enorme e prazeroso desafio e, dessa forma, acredito estar realmente contribuindo para inspirar e construir uma sociedade mais sustentável e democrática.
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