Novos Colaboradores: Patrick Rabelo




Fontes:
Que tal aproveitar o fim de semana para montar uma simples horta dentro de casa ou no jardim? Além de ter temperos e verduras frescas ao alcance das mãos, essa ideia embeleza o espaço e contribui com o meio ambiente.
Isso porque o suporte da sua horta é feito com calhas de PVC (Policloreto de Vinila) — material de lenta decomposição natural.
Confira, abaixo, os materiais necessários e o passo a passo.



Com o auxílio da trena e da caneta, marque uma linha reta de uma extremidade à outra da calha. Em seguida, com a furadeira, faça furinhos distantes de 5 a 10 cm uns dos outros;

Escolha o local onde a horta ficará suspensa (pode ser em uma parede ou em um suporte de madeira, conforme mostra a imagem abaixo) e fixe os dois ganchos — para saber a distância correta entre eles, pegue a calha e calcule a distância entre os terceiros furos das duas extremidades;

Em seguida, passe os dois cabos de aço por entre os terceiros furos de cada extremidade da calha. Na parte inferior do suporte, prenda o tubo de aço com um rebite e finalize com uma semi-argola de metal. Depois, prenda os cabos aos ganchos.

Por fim, basta encaixar as tampas de PVC.







Reflexão sobre a moda e o seu poder de influência e transformação.LIA SPÍNOLA – Presidente do Instituto Ecotece
As principais matérias-primas, tecnologias e serviços sustentáveisligados à moda e seus aspectos sociais, econômicos e ambientais.CAROL PICCIN – Especialista em Gestão Ambiental
O impacto ambiental de três fibras celulósicas (viscose, modal e liocel), comparando-as às fibras convencionais de algodão, polipropileno e poliéster.GILBERTO CAMPANATTI – Gerente Técnico da Lenzing Fibers
A dinâmica do consumo e seus reflexos nos processos de adoção no sistema de Moda Brasileira.ANA PAULA DE MIRANDA – Professora de Moda e ConsumoPalestra Complementar exclusiva aos expositores
Um olhar sobre a criação de produtos sustentáveis através de ferramentas para o desenvolvimento de produtos belos, funcionais e com maior eficiência socioambiental.FERNANDO MASCARO – Consultor em design para a sustentabilidade
Reflexões e caminhos para as empresas baseados na responsabilidade socioambiental. Como os negócios podem gerar oportunidades de satisfação aos consumidores indo além do produto e gerando impacto positivo?GLICÍNIA SETENARESKI – Designer do Casulo FelizROMAIN MICHEL – Diretor Criativo da Tudo Bom Brasil
- O terreno foi escolhido em função da proximidade com o comércio e serviço, de forma a incentivar os funcionários da fábrica a se deslocarem a pé, de bicicletas ou por meio de transporte público, contribuindo assim para a redução dos níveis de emissão de gases;
- Pontos de transporte público de fácil acesso e próximos à fábrica;
- Adoção de grande área verde no terreno, promovendo, entre outros benefícios, o gerenciamento mais eficiente das águas pluviais, a maior biodiversidade e a redução do efeito “ilha de calor”;
- Cobertura do galpão de produção com cor clara e pé direito alto, diminuindo o efeito “ilha de calor”, em função da maior reflexão solar e também da utilização de telhas com isolantes térmicos, propiciando maior conforto aos funcionários;
- Iluminação natural em todo galpão industrial;
- Plano de controle de poluição da obra;
- Uso eficiente de água e redução de uso de água potável em necessidades secundárias;
- Paisagismo com o uso de plantas nativas ou adaptadas, diminuindo a necessidade de irrigação;
- Instalação de equipamentos economizadores de água, como válvulas “Dual-flush” e reuso de água dos chuveiros para as bacias sanitárias e torneiras com temporizadores;
- Instalação de sistema de captação e reuso de água do processo produtivo para a irrigação.
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: Divulgação |
Cabe ressaltar que esta medida de 1,5l por litro produzido é usado não somente na composição da bebida, mas também em todos os outros processos fabris, como lavagem da própria fábrica e dos equipamentos industriais. Em Jundiaí está localizada a fábrica com o melhor índice de eficiência mundial da empresa, no que diz respeito ao consumo de água, com a utilização de apenas 1,35 litros de água,
em média, por litro de bebida produzida.

O surfista brasileiro Jairo Lumertz uniu suas duas paixões, surf e natureza, e desenvolveu uma prancha ecologicamente correta, feita com garrafas PET. Logo, conheceu a curitibana, moradora de Garopaba (SC) há seis anos, Carolina Scorsin, e juntos desenvolveram o Projeto Prancha Ecológica que tem como objetivo promover o esporte e consciência ambiental entre crianças e adolescentes.

A ideia surgiu durante sua estada no Havaí, em 2007, e se concretizou tempos depois no Brasil. Além de ajudar o meio ambiente, a Prancha Ecológica é uma maneira de agregar pessoas de baixa renda ao esporte mais restrito às famílias com melhores condições financeiras.
São fabricados e comercializados tradicionalmente dois tipos de pranchas: as de resina de poliuretano com resina de poliéster insaturado e de poliestireno epóxi. Tobias Schultz, um dos membros do projeto, investigou o impacto ambiental de ambas as fabricações e descobriu que os dois tipos geram muita poluição e muito resíduo de matéria-prima. Por isso, as pranchas alternativas são boas opções


A prancha é fabricada utilizando garrafas PET, canos de PVC para estruturação das garrafas que são unidas por uma espuma rígida de PU (PUR) desenvolvida especialmente para a prancha, fortalecendo e dando resistência necessária a mesma.

“Surfo desde março deste ano, incentivada pelo Jairo. A sensação de surfar em cima de algo que poderia ir para o lixo e foi reutilizado, não tem preço, é algo mágico, viciante e de bem com a natureza. Sem falar que a aceitação da prancha ecológica é excelente.”, diz Carolina.





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| Imagem: Finca BellaVista |
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| Imagem: Finca BellaVista |






“Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, […]:
I – quem impede a procriação da fauna, […];
II – quem modifica, danifica ou destrói ninho, abrigo ou criadouro natural;
III – quem vende, expõe à venda, exporta ou adquire, guarda, tem em cativeiro ou depósito, utiliza ou transporta ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não autorizados […]”.
“Art. 38. Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, […].Art. 45. Cortar ou transformar em carvão madeira de lei, assim classificada por ato do Poder Público, para fins industriais, energéticos ou para qualquer outra exploração, econômica ou não, […].
Art. 46. Receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, […].
Parágrafo único. […] quem vende, expõe à venda, tem em depósito, transporta ou guarda madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, […].
Art. 50-A. Desmatar, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público ou devolutas, […]”.
“Art. 48. Impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação […].
Art. 38. Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente […]”.
“Art. 4oI – as faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente, […];
II – as áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais, […];
III – as áreas no entorno dos reservatórios d’água artificiais, […];
IV – as áreas no entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes, […];
V – as encostas ou partes destas com declividade superior a 45°, […];
VI – as restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues; […];
VII – os manguezais, em toda a sua extensão; […];
VIII – as bordas dos tabuleiros ou chapadas, […];
IX – no topo de morros, montes, montanhas e serras, […];
X – as áreas em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, […];
XI – em veredas, a faixa marginal, [“…]”.
“Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.”






Conheça o Exbury Egg, uma casa flutuante em forma de ovo totalmente autossustentável abrigou o artista Stephen Turner por um ano. Originário de um projeto colaborativo entre o artista, SPUD e PAD Studio, a construção é resultado de quase 3 anos de desenvolvimento.
Feito de cedro recuperado, o Exbury Egg foi feito para resistir aos elementos e abrigou Stephen por um ano na foz do rio Beaulieu enquanto ele estudou a vida natural durante as marés e experimenta ciclos naturais locais do meio ambiente no que se refere à atividade humana.

Localizado do lado de Exbury (daí o seu nome), no rio Beaulieu, este ‘ovo’ de madeira flutuante, segue os movimentos ascendentes e descentes da própria água do rio.
A sua construção foi efetuada por um marceneiro tradicional que recorreu a várias técnicas anciãs de construção de barcos. No seu interior, o ‘Ovo’ possui, um local para dormir, uma secretária para trabalhar, uma bancada que permite fazer seus alimentos e um pequeno banheiro; o suficiente para alojar uma pessoa com um estilo de vida simples, semelhante ao de uma caravana, por exemplo. Para a energia foram utilizadas placas solares.
O artista viveu por um ano no barco. Ele se interessou em explorar os benefícios de uma relação mais próxima com a natureza, descobrindo assim um estilo de vida completamente diferente, transcendendo todas as expectativas.
No fim, uma auto-reflexão sobre os diferentes modos de vida e sobre a sua própria experiência naquele lugar, compreendendo a importância dos ciclos naturais e dos processos orgânicos, e a relação do ambiente com as diferentes narrativas criadas pela atividade humana.




Assim, adaptar-se à um estilo de vida mais sustentável, não implica um total abandono da sociedade nem da tecnologia, pelo contrário! Temos que aproveitar tudo que a tecnologia tem de melhor para nos oferecer, inclusive a possibilidade de um estilo de vida saudável e em conformidade com o meio ambiente.

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| Vista aérea mostrando o desmatamento das matas ciliares. |



O Autossustentável apoia a “Semana Otimismo que Transforma Coca-Cola”