Os 10 mitos mais comuns sobre sustentabilidade nas empresas

Conheça falsos dilemas do pensamento verde que fazem com que companhias limitem
suas oportunidades de crescimento por meio da sustentabilidade


Pensar que investir em sustentabilidade é caro e não traz retorno é um dos mitos do mundo corporativo

Existem ações sustentáveis no lugar onde você trabalha? E você realmente sabe a que elas se referem ou prefere entender superficialmente o tema, como se ele não estivesse ligado a você?

Os ganhos obtidos pelas empresas que investiram em sustentabilidade não se resumem ao lado social e ambiental, mas também financeiro das companhias, o que representa vantagem para todos os envolvidos.

“A sustentabilidade vai do plano individual ao macro, que é o empresarial e o social”, explica Paulo Branco, coordenador do Programa Inovação na Cadeia de Valor do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP).

Porém, muitos dos assuntos abordados no âmbito corporativo são vistos de forma equivocada, transformando-se em grandes mitos.

“O maior deles é pensar que é possível crescer de maneira contínua em um mundo que tem recursos finitos”, salienta o professor.

Pensando nisso, EXAME.com elencou os principais erros empresariais ligados a esse tema e que, muitas vezes, fazem com que boas oportunidades sejam deixadas de lado.

1. Sustentabilidade custa caro e não traz retorno


É errado pensar que obrigatoriamente a sustentabilidade é cara e que exige um custo. Na realidade, tudo depende de diversos fatores.

“Às vezes será preciso gastar, outras não. Vai depender do tipo de empresa, da ação, do projeto etc. Mesmo quando existe um gasto, ele pode ser convertido em investimento no médio ou curto prazo”, diz Ricardo Valente, diretor da Keyassociados.

Para ter maior clareza sobre essa ideia é preciso ter em mente que a sustentabilidade envolve uma série de aspectos. Conduta ética, a não discriminação, corrupção, tudo faz parte da sustentabilidade. Implantar ações nesse sentido não envolve, necessariamente, a utilização de recursos financeiros.

“Lembre-se de que todas as possibilidades geram crescimento e, apesar dos custos adicionais, a sustentabilidade tem sido uma solução que traz ganhos”, afirma Branco.

2. É apenas para empresa grande


Este pensamento está ligado ao primeiro mito. “Como a sustentabilidade não está, obrigatoriamente, envolvida com custos, isso facilita a implantação de ações sustentáveis em empresas de todos os portes. As pequenas também fazem iniciativas sustentáveis, mas repercutem menos e são menos cobradas”, expõe Valente, da Keyassociados.

E essas companhias podem estar envolvidas com a sustentabilidade por diversos motivos. “Muitas descobrem que esse pensamento é lucrativo; outras investem no tema em razão da consciência do dono ou por terem uma visão moderna; e algumas por serem fornecedoras de uma grande empresa, sendo, assim, pressionadas”, avalia o profissional.

Lembre-se, aliás, de que as pequenas empresas, em conjunto, podem ter um impacto socioambiental maior do que as grandes companhias, visto que elas existem em maior número.

3. Sustentabilidade reduz o conforto


A sustentabilidade não é sinônimo de redução de qualidade de vida. “A briga, na realidade, é para que as pessoas de hoje possam continuar vivendo confortavelmente, mas que as do futuro ainda tenham comodidade. E para isso é preciso achar o equilíbrio”, diz Valente.

4. Sustentabilidade é uma moda/tendência passageira


O assunto veio para ficar. “Esperamos apenas que, no futuro, o tema esteja tão enraizado na cultura das empresas que não será mais necessário dar tanto enfoque a ele. Será incorporado ao dia a dia das companhias, não sendo um tema que precise a todo momento ser lembrado, mas que nem por isso deixará de existir. Pelo contrário, será algo natural”, acredita Valente.

5. Ter uma área específica de sustentabilidade é solução


Com o pensamento de que a sustentabilidade é uma tendência, diversas empresas criaram áreas especificas para tratar do assunto no campo empresarial, sem perceber que isso não basta.

“De nada adianta criar uma área isolada. O importante mesmo é que todos os outros campos funcionais existentes na companhia conversem para que a sustentabilidade seja tratada com a importância que deve ter”, explica Branco.

Criar uma área apenas para ter o nome sustentabilidade trabalhado na empresa acaba fazendo com que as outras frentes deixem de pensar sobre o assunto.

6. Ser sustentável é ter ações ambientais


Não acredite que sustentabilidade é sinônimo de meio ambiente. É comum esquecerem que o tema envolve ainda o lado econômico e social.

“Não é bom para a sustentabilidade que a companhia tenha uma boa gestão ambiental, mas conte com sérios problemas como trabalho escravo e envolvimento com corrupção. É preciso que o tripé meio ambiente, economia e social esteja inserido dentro do negócio da empresa”, afirma Valente, da Keyassociados.

E, aqui, é preciso mudar as ações não apenas do mundo corporativo, como também do individual.

“Apenas saber e entender o que é sustentabilidade não adianta. É preciso colocar em prática para que esse processo não fique no lado racional. De que adianta você assumir responsabilidades e continuar consumindo de empresas que sonegam impostos ou usam da pirataria?”, questiona Branco.

7. Ser sustentável só é viável quando se tem um presidente visionário


Sim, a síndrome do Fábio Barbosa, empresário ligado ao mundo da sustentabilidade, existe nas empresas. “Muitas delas pensam que se o presidente não for comprometido e determinado com os assuntos verdes, a sustentabilidade não vai para frente”, revela Branco.

Isso é falso: uma empresa sem um líder com essas características também pode criar ações que rendam bons frutos.

8. Inovação resolve tudo


Outro mito muito comum é acreditar que as novas tecnologias solucionam todos os problemas. “É obvio que elas vão ajudar a sustentabilidade. Motores mais eficientes, lâmpadas que consomem menos energia e mais transparência de informação são alguns exemplos que trarão impactos positivos para o tema. Mas é preciso evitar os braços cruzados”, esclarece Valente.

Pense, também, que ações simples podem resolver problemas atuais. Mudanças de postura, de como usar água e energia, podem ser adotadas imediatamente, e trarão bons resultados para a sustentabilidade. “Nós mesmos somos capazes de achar saídas para os problemas vistos. Isso não significa que a tecnologia não seja importante, mas é preciso repensar tudo”, salienta Branco.

9. Fazer um relatório de sustentabilidade é suficiente


Apenas publicar esse documento não basta. “Tenha consciência de que ele é um relato, uma prestação de contas, é a linha final de um processo”, diz Ricardo Valente. Por isso, inclusive, que no documento consta uma série de questões, boas e ruins, apontando temas que a empresa está envolvida.

Ele não é uma peça de marketing que diz tudo que há de bom. O relatório deve falar, ainda, sobre temas críticos. Ele serve para dar uma visão completa sobre a sustentabilidade da companhia.

10. Falar das práticas “verdes” é fazer marketing falso


Essa é uma questão histórica, já que no passado as companhias comunicavam qualquer ação pequena como se fosse algo grande e faziam muito barulho por nada.

“Com o tempo, isso começou a ser criticado. Agora o que acontece é a maximização desse pensamento. Passou-se a considerar qualquer comunicação como greenwashing. Mas tem muita empresa com projetos realmente interessantes, solucionando problemas críticos, que não conseguem espaço para divulgá-los. Não há problema em expor os projetos realmente sustentáveis. Isso incentiva outras empresas e aumenta a conscientização. As companhias só precisam ter consciência e divulgar apenas aquilo que realmente é importante”, explica Ricardo Valente.

S.O.S. Rio de Janeiro 2013 – Xerém

A Cruz Vermelha foi acionada pela Defesa Civil para ajudar nas ações emergenciais nos municípios do Rio de Janeiro afetados pelas enchentes. A entidade está recebendo doações em sua sede na Praça da Cruz Vermelha, centro do Rio. Quem quiser contribuir com dinheiro ou obter informações sobre como ajudar pode acessar o site http://www.cruzvermelharj.org.

EcoDicas – O que você pode fazer

Aqui você encontra dicas preciosas…pequenas escolhas que podem parecer insignificantes, mas que são reais e estão diretamente ligadas a cada um de nós e ao nosso dia a dia. Muitas das ideias contidas aqui são apenas exemplos de pensamentos que devemos ter naturalmente, e que juntos formam algo maior: a nossa Consciência Ecológica.

  • Evite o desperdício de papel e contribua para a redução do corte de árvores e do lançamento dos gases que formam o efeito estufa. Use o outro lado dos papéis como rascunho;
  • Utilize a água somente o necessário. Só 2,5% da água do Planeta Terra é doce e destes, somente 0,01% é utilizável pelo homem. Portanto, nunca lave uma calçada utilizando uma mangueira. Use um balde;
  • Deixe o carro na garagem e utilize o transporte coletivo e a bicicleta, quando possível. Dê preferência a combustíveis como o álcool e o biodiesel. Faça revisões periódicas no seu veículo para reduzir as emissões de poluentes;
  • Ajude a recuperar o verde de sua cidade. Plante árvores no seu quintal, na sua propriedade rural e até mesmo em áreas públicas;
  • Evite o desperdício de água. Feche sempre a torneira quando não estiver em uso. Em áreas sujeitas a secas prolongadas, armazene água. E arrume as torneiras que estão pingando. Uma torneira pingando desperdiça mais de 40 litros de água por dia;
  • Economize energia. Troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes, apague luzes desnecessárias, desligue aparelhos domésticos quando não estiverem em uso e compre eletrodomésticos classificados como nível A em eficiência energética;
  • Não compre mais que o necessário, pois certamente vai virar lixo dentro da sua casa, ocupando espaço, muitas vezes, por anos a fio e sem utilidade, portanto, se tem excessos, faça trocas ou doações;
  • Desligue o computador. Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes por pura comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos;
  • Use sacolas de pano em vez das de plástico. Sacolas de plástico – quando jogadas nas vias públicas – entopem os esgotos e provocam enchentes.

Leia mais dicas sobre consumo consciente de energia e água nos links abaixo:

Um ambiente sustentável é essencial para que a geração atual e, principalmente, as gerações futuras possam viver no Planeta Terra.


Reaproveitar, Reintroduzir… Valorizar!

Reaproveitar, reintroduzir e valorizar, esses são os conceitos utilizados pela designer Luciana Della Mea em sua proposta: transformação de roupas usadas, em novas peças, visando à redução de impactos ambientais.
As criações da designer a partir de matéria-prima de segunda-mão, desenvolvidas para o seu trabalho de conclusão de curso, podem ser conferidas ao longo do post no ensaio fotográfico realizado por Leandro Fabre.

O trabalho, que é fruto de pesquisa, tem por objetivo expor a temática da sustentabilidade pela ótica do design de moda, analisando seus impactos sociais e ambientais, bem como os processos produtivos que podem vir a ser alternativas de mudanças positivas. A indústria da moda também se insere na corrida pela sustentabilidade, ainda que a mesma exista em função da mudança periódica e renovação constante. E essa condição de existência da indústria da moda se mostra como uma contradição aos critérios ecológicos, que primam pela durabilidade dos produtos. Enquanto a sustentabilidade sugere o ciclo de vida do produto prolongado, a moda caracteriza-se como novidade e mudança periódica.
A indústria têxtil emprega grande quantidade de trabalhadores, sendo importante para a economia. No entanto, além das extravagâncias das passarelas e das novidades das vitrines, existe a exploração da mão de obra desses trabalhadores, a poluição consequente do uso de produtos químicos e tóxicos, o uso de peles de animais para confecção de artigos de moda, entre outras consequências negativas. A produção acelerada, junto ao consumo desenfreado, gera obsolescência dos produtos, que serão destinados a outras pessoas ou então ao lixo, aos lixões e aterros.
É importante encontrar novos processos produtivos que minimizem os impactos ambientais. Se a moda propõe a mudança, que esta se dê com o menor impacto possível. Os profissionais dessa área têm procurado desenvolver produtos de forma sustentável, considerando a demanda de consumidores cada vez mais conscientes. 

Nesse contexto, o trabalho exposto propõe o reaproveitamento: o que poderia não ter mais valor para alguém, como uma camisa, pode tê-lo para outrem, na forma de vestido. Assim, prolonga-se o tempo de vida das peças, mesmo que de “cara nova”.

  

 Era uma vez um vestido, no armário, triste porque ninguém o usava.

E o vestido em blusa se fez, e disse: oi, voltei. Sim, sou eu.
  
Fotos: Leandro Fabre
Modelo: Gabriela Vargas
Criação: Luciana Della Mea
Produção: Luciana Della Mea e Nêmora Andrade  

CRUZ VERMELHA APOIA DEFESA CIVIL NOS MUNICÍPIOS AFETADOS PELAS CHUVAS NO RIO DE JANEIRO

A Cruz Vermelha RJ, que foi acionada pela defesa Civil do Estado hoje pela manhã, desde então ocupa sua cadeira no Departamento Geral de Defesa Civil – DGDEC, para prestar apoio nas ações de emergência à população dos municípios afetados pelas chuvas.
Todas as Filiais de Cruz Vermelha dos municípios afetados, no Rio de Janeiro, já estão de sobre aviso e auxiliando as Defesas Civis locais na retiradas das pessoas das áreas de risco.
Em Xerém, distrito de Duque de Caxias onde já houve um óbito e o número de desalojados já chega a 200 pessoas, a instituição iniciou uma campanha de arrecadação de donativos na Praça da Mantiqueira – Centro.

“Em Angra dos Reis, Petrópolis e Teresópolis nossas unidades também estão em estado de alerta para entrar em ação a qualquer momento para apoiar as ações da Defesa Civil”, informou Luiz Alberto Sampaio, presidente da Instituição no Estado.
A Cruz Vermelha pede aos doadores que doem água mineral, colchonetes e, se possível, kits completos de alimentos, higiene pessoal ou coletiva que estão aqui discriminados.
Endereço: Praça Cruz Vermelha, 36 – Centro, Rio de Janeiro – RJ 

Aqueles que quiserem contribuir com doações em dinheiro poderão fazer depósitos em nome da:
Cruz Vermelha Brasileira – RJ
CNPJ 085.609.73/0001-97
Banco Santander
Agência 3201
Conta Corrente: 13002979-9
Ou ainda pelo sistema PAGUE SEGURO: 

#ECOzinha – Brigadeiro Sustentável

Para fazer a versão sustentável do brigadeiro, você vai precisar de algumas cascas de banana.
Quem aproveita os alimentos em sua totalidade, sabe os benefícios que essa prática traz, não só para o nosso corpo, mas também para todo o planeta. Ingredientes que costumam ir para o lixo podem esconder grandes segredos da culinária sustentável.
A sustentabilidade na cozinha é simples, prática e valoriza cada parte que compõe uma receita. Quem sabe aproveitar tudo o que os ingredientes podem oferecer, sempre descobre novos sabores e também contribui para o fim do desperdício dos alimentos em nossa sociedade.
Outra característica da culinária sustentável é utilizar ingredientes regionais no preparo da receita, e, para isso, nada melhor do que fazer um brigadeiro, doce típico da culinária brasileira. A origem do nome é desconhecida, mas, diz a lenda, que o doce foi nomeado em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, um candidato “galã” que se candidatou à Presidência da República em 1946 e 1950.
A receita era preparada por seus seguidores nos eventos da campanha política, e foi chamada, por um bom tempo, de “docinho do Brigadeiro”. Mesmo não tendo assumido a Presidência da República, a guloseima tornou-se ícone da culinária brasileira, sobretudo nas festas infantis. Para fazer a versão sustentável da receita, utilizando cascas de banana, você vai precisar de:

  • 1 lata de leite condensado; 
  • ½ lata de leite (integral ou desnatado) – (use a lata de leite condensado); 
  • 13 cascas de bananas lavadas (qualquer tipo, menos banana da terra); 
  • 1 colher de sopa de margarina; 
  • 4 colheres de sopa de amido (Maizena); 
  • 6 colheres de sopa de achocolatado em pó; 
  • 200 gramas de chocolate granulado.

Modo de preparo:


Primeiro, bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque a mistura em uma panela e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre. Assim que o brigadeiro descolar do fundo da panela, sua receita está pronta. Depois de esfriar, faça pequenas bolinhas e cubra-as com o chocolate granulado. Com informações da Rádio CBN.

Fonte: CicloVivo

Almanaque Ecológico do Lucas

O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa promover uma reflexão sobre a preservação do meio ambiente junto às crianças. O livro chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante.

Apresentado pelo personagem Lucas, o duende ecológico, o almanaque apresenta textos com uma linguagem simples e didática, ilustrações e passatempos que incentivam práticas que conscientizam sobre a importância da preservação ambiental. O Almanaque Ecológico do Lucas é destinado para professores, alunos e escolas de todo o Brasil.

Com o objetivo de dar suporte aos professores que buscam conteúdo e atividades de apoio à educação ambiental, a iniciativa da criação do almanaque foi desenvolvida pelo cartunista Léo Valença que em 2010, organizou um livro de coletânea intitulado “Aquecimento Global em cartuns” que reuniu cartunistas de vários cantos do país na publicação.

A poluição dos rios e mares, a destruição das florestas ou o desmatamento em geral, o problema do lixo nas grandes cidades, e bairros, o avanço tecnológico versus preservação da natureza, entre outros problemas ambientais são colocados ao leitor, de maneira a conscientizá-lo da necessidade de ver o que se passa ao seu redor e de agir de maneira a não contribuir para o aprofundamento dos problemas ali denunciados (ou a tentar minimizá-los).

O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa contribuir ainda mais com a disseminação de valores fundamentais para construção de um mundo mais sustentável entre o público infantil de forma lúdica e descontraída.
O livro pode ser comprado pelo site da editora PoD – Print On Demand, ou seja, você encomenda seu livro e só depois disso ele é impresso. Com isso, nada de estoques parados nem de desperdício de papel. Dessa forma, a impressão sob demanda usa os recursos naturais de forma racional e inteligente, contribuindo para garantir a médio e longo prazo um planeta melhor.



A Percepção da Vida


A forma como percebemos o mundo, afeta o mundo. Embora essa afirmação possa parecer abstrata, ela é bem verdadeira.
Esta ideia foi partilhada por mim durante em um seminário sobre sustentabilidade interior. A expositora explicou a relação da Terra conosco: “a Terra sempre será uma mãe, independente da situação”. Realmente concordo que o papel da natureza e sua intenção conosco sejam sempre generosos e de busca de equilíbrio. Já que, mesmo maltratando uma árvore, ela continuará a lhe dar frutos. A terra, mesmo depois de repetidas queimadas, estará sempre buscando a sua reestruturação. Os animais somente exercem o instinto de defesa quando ameaçados. Todo o sistema busca fluir em harmonia, caminhando para o equilíbrio naturalmente. Assim, a postura da Terra em relação a nós é de mãe, provedora, generosa, harmonizadora.
Entretanto, a nossa postura de “filhos” em relação a ela foi deturpada, tal como a atual relação de pais e filhos foi corrompida por outros valores. É comum ouvirmos os mais velhos mencionando o quanto respeitavam os seus pais, que a relação era de amor, mas em hipótese alguma cogitavam desobedecê-los. Enquanto, hoje, observamos uma disputa de poder entre filhos e pais e uma consequente desvalorização destes que dedicaram amor, afeto e, consequentemente, a vida a seus filhos.
Essa notável perda de valores em relação às gerações anteriores se manifesta, por exemplo, através das crianças que possuem uma percepção da autoridade e do seu papel/lugar na família inflados. A falta de pulso dos pais as transformaram em pequenos tiranos: barganham, são mais violentos para defender seus desejos, exigem mais recompensas para fazerem o que os pais querem que eles façam.
Essas crianças ao se tornarem jovens, continuam abusando da renda de seus pais, que trabalham cada vez mais e por mais tempo, pois se veem obrigados a sustentar as necessidades dos filhos. Perdeu-se o desejo pela independência, a vontade de morar sozinho. A meta agora é permanecer com os pais cada vez mais, porque o padrão de vida que os pais proporcionam é superior àquele que o jovem conseguiria trabalhando. Ou seja, eles querem sair de casa somente quando puderem ter o padrão que os pais proporcionam a duras penas.
E, se a percepção do valor das pessoas está tão deturpada, não é de se estranhar que a percepção em relação às coisas e à natureza também esteja. Em função disto é que proponho uma alteração de percepção. Que possamos refletir: “Como percebo o meu papel com relação à mãe Terra?; Que tipo de filho eu sou?; Qual a minha principal intenção em relação a ela?”.
A relação de parceria/companheirismo seria a relação mais próxima que deveríamos buscar. Dela brotariam algumas posturas mais compatíveis com aquilo que precisamos desenvolver: sentimento de responsabilidade conjunta, de que a minha atuação é necessária para que o relacionamento se mantenha, de que é necessário fazer concessões em nome da harmonia, de que deve haver respeito pelo tempo do outro e de que temos valores equivalentes e que não se sobrepõem.


 Essa relação também possui um tom de maturidade, pois é como se finalmente o filho crescesse, percebesse o real valor de sua mãe e passasse a se relacionar com ela de forma mais madura. Nesse mesmo paralelo de relação mãe-filho, é como se a mãe atingisse uma idade avançada, com problemas de saúde e restrições de atuação, e finalmente isso despertasse no filho o sentido de responsabilidade, de generosidade, de gratidão. Talvez um pouco tarde, mas ainda assim uma vitória.
Observamos que o que acontece com a natureza é que alguns filhos já estavam conscientes e alguns foram alcançando esse estado conforme as desarmonias se agravavam, sendo que alguns ainda não conseguiram amadurecer o suficiente para perceber a situação.

Fonte: Arpoador Cosmeticos 
 A alteração da percepção é a peça chave e isso não é algo pequeno, pelo contrário, é algo que está no cerne da nossa atuação e afeta todo o restante: pensamentos, palavras, atos, relacionamentos e conexões.
Sendo assim, qual seria o meio capaz de alterar nossa percepção?
Talvez o amor pelo meio em que vivemos, talvez a dor por vê-lo em um estágio de degradação, talvez uma reflexão sobre o nosso papel no mundo…
E quantos de nós estamos realmente conscientes de qual é a nossa percepção da vida ou com quais valores estamos realmente comprometidos?
Também precisamos pensar na pergunta que não quer calar: Se alguns não acordam nem pela dor alheia (dor do meio em que estão inseridos), o que fará com que eles acordem?
Todo o restante é consequência da nossa percepção da vida e do mundo que temos, então deveria ser dada importância especial a isto. Portanto, reflitamos:
Como identifico/ percebo o meio?
Qual a minha atitude em relação a ele?
Qual a intenção implícita nas minhas ações corriqueiras?
Eu poderia fazer diferente?

VIII Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo 2012

Desde 2004, diversidade, produtividade e pluralidade do meio rural se materializam na Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo. Em sua oitava edição, o evento retorna a Cidade Maravilhosa a pedido dos próprios agricultores. De acordo com o coordenador-geral da Feira, Arnoldo de Campos, o motivo é o fato da capital fluminense ser um local de grandes negócios, onde é possível levar os produtos da agricultura familiar para o urbano. “A cidade é muito importante e acolheu muito bem a feira e a agricultura familiar. É uma oportunidade de mostrar o crescimento econômico, a sustentabilidade”, aponta.
Em todas as edições o objetivo foi à divulgação, a promoção e a comercialização de produtos oriundos da Agricultura Familiar e da Reforma Agrária, beneficiários das políticas públicas do Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA. 
Diante dos bons resultados do evento, o MDA está organizando a 8ª Edição da Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo, prevista para acontecer no período de 21 a 25 de novembro de 2012, na cidade do Rio de Janeiro, na Marina da Glória.  A questão do desenvolvimento com sustentabilidade sempre esteve presente na política de desenvolvimento da agriculta familiar.
  
Este ano serão 650 empreendimentos expondo sons, cores e sabores da agricultura familiar durante cinco dias, em 40 mil m². A área coberta contará com dez espaços temáticos – Praça da Sociobiodiversidade, Talentos do Brasil, Praça da Cachaça, Organização Produtiva das Mulheres Rurais, Praça dos Povos e Comunidades Tradicionais, Praça dos Orgânicos, Casa do Queijo e Casa do Incra – compostos por estandes coletivos que reunirão 15 empreendimentos. Na área construída ficará o Espaço do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Espaço Brincante, o Espaço de Redes de Empreendimentos Familiares, Estandes Coletivos e Espaços Gastronômicos.
A variedade de ritmos e manifestações artísticas será mostrada nos palcos do Brasil Rural Contemporâneo para difundir a diversidade do país. Músicas de todas as regiões, interpretadas por grandes artistas que criam e valorizam as suas raízes culturais. Pelo Palco Multicultural passarão a paraense Gaby Amarantos, o baiano Tom Zé, os paulistas da trupe O Teatro Mágico, entre outros. No Tablado de Raiz, a genuína música brasileira poderá ser apreciada em shows como o do Projeto Ccoma (RS), da cantora, compositora e pesquisadora Marlui Miranda (CE) e muito mais.
Para maiores informações acesse: http://www.mda.gov.br/feira

Palitos descartáveis na China, ou como pequenas coisas podem causar enormes problemas


Um interessante artigo do Los Angeles Times aborda o problema da produção dos palitinhos de madeira descartáveis na China. Com a enorme quantidade de problemas ambientais no mundo e os numerosos desafios chineses, este parece ser um problema insignificante, certo? Errado.
Calcula-se que a China consuma cerca de 45 bilhões de pares de palitos por ano, e cálculos do Greenpeace indicam que sua produção exige 40 hectares de árvores por dia. As exportações agregam outros 18 bilhões de pares anualmente.
A perda das florestas é um dos principais problemas ambientais da China: provoca a erosão do solo, inundações, emissões de carbono e desertificação, além de afetar o habitat de espécies nativas e, portanto, provocar reduções nas populações e até mesmo sua extinção.
Este cenário torna-se ainda mais complicado porque as tentativas de reduzir o uso dos palitos malograram, apesar de a China tentar diminuir seu consumo há mais de dez anos.
Um dos entraves é a proteção dos empregos de mais de 100 mil pessoas que trabalham nas 300 fábricas dedicadas à produção dos palitos na China. Outro são os restaurantes, que precisam arcar com um custo adicional para esterilizar palitos reutilizáveis (um custo que os consumidores não estão dispostos a absorver).
 Em junho, o Ministério do Comércio e outros cinco ministérios da China divulgaram um comunicado, informando que haverá um maior controle sobre a produção, mas sem anunciar medidas específicas nem penalidades.
Mais uma vez, o poder está com os consumidores, seja levando seus próprios pauzinhos ou pagando pela esterilização.
O problema dos palitos descartáveis demonstra como a produção de objetos cotidianos está ligada a complexos modelos econômicos, além de confirmar o absurdo da cultura do descartável e a necessidade de examinar tudo o que consumimos, evitando ao máximo o desperdício.
Que tal começar a levar seus próprios “hashis” ao restaurante chinês ou japonês?

20 conselhos para diminuir nossa dependência do petróleo

Enquanto muitos países enfrentam as consequências de derramamentos de petróleos, ao redor do mundo aumentam as discussões sobre a dependência do petróleo: até quando podemos continuar as perfurações em locais tão inacessíveis? Qual é o limite?

A questão é muito complexa, mas podemos fazer a nossa parte ao observar e diminuir o consumo de petróleo em nossa própria vida. Assim, listamos uma série de conselhos para reduzir o consumo “pessoal” de petróleo, confira abaixo:

  • Use o transporte público com maior frequência. Embora essas opções normalmente façam uso de combustíveis fósseis ou de alguma combinação de combustíveis fósseis e renováveis, a capacidade de carregar muitas pessoas ao mesmo tempo torna-as uma melhor escolha do que o carro individual com uma única pessoa.
  • Evite o uso do automóvel. Dê carona. Se o trajeto for curto, ande de bicicleta ou a pé, deixe seu carro em casa;
  • Quando for possível, escolha produtos sem embalagens ou componentes de plástico, que é derivado do petróleo. Reutilize e recicle o plástico em casa sua casa;
  • Compre frutas e verduras orgânicas (muitos fertilizantes e pesticidas são feitos à base de petróleo);
  • Escolha produtos de beleza (xampu, sabonetes, cosméticos) fabricados com ingredientes naturais e sem os famosos microplásticos;
  • Produtos como lápis de lábios, delineadores para os olhos e esmaltes de unhas, entre outros, costumam conter derivados de petróleo;
  • Prefira produtos locais (para evitar o transporte em veículos movidos por combustíveis à base de petróleo);
  • Evite o uso de produtos descartáveis;
  • Não tome água engarrafada;
  • Viaje menos de avião, prefira trens e ônibus; Escolha conscientemente não voar tão frequentemente quanto você deseja. Muitas razões profissionais para voar podem ser trocadas por videoconferências ou adiadas até que mais itens possam ser agregados à agenda, no lugar de apenas um. Para viagens pessoais, faça aquelas com menos voos até o destino.
  • Apoie iniciativas que promovam energias renováveis;
  • Evite comprar produtos feitos à base de petróleo, como espuma de poliestireno, canetas esferográficas descartáveis – e até gomas de mascar!
  • Instale alguma fonte de energia renovável em sua casa, como painéis solares;
  • Deixe o termostato do aquecedor de sua casa no mínimo;
  • Quando vir caixas de sugestões em restaurantes e comércios, aproveite para recomendar menos embalagens e garrafas de plástico;
  • Se for possível, instale um aquecedor de água solar em casa;
  • Melhore o isolamento térmico de sua casa para evitar um grande consumo de energia;
  • Consulte seus chefes para verificar a possibilidade de trabalhar em casa ao menos um dia da semana, evitando os deslocamentos diários;
  • Vote e apoie os políticos que se dedicam à promoção de energias renováveis.
  • Se você puder, opte por dirigir longe de focos de engarrafamento na hora do rush e siga por um caminho mais suave e rápido que utilize menos combustível e lhe deixe também mais refrescado.

Você tem alguma outra dica? Analisando esta lista, qual é a área de sua vida com maior consumo de petróleo?

 

7 formas de reduzir o uso e reutilizar

Quando começamos a nos interessar pelo meio ambiente e por uma conduta responsável, a primeira coisa que vem mente é: “Como reciclo?”. Mas “Reciclar” é só o terceiro passo da principal premissa de quem busca um estilo de vida “verde”. Antes, temos que Reduzir e Reutilizar, que são passos muitíssimo mais importantes que o anterior. Quando reduzimos e reutilizamos, evitamos a produção de novos objetos e materiais, mas quando reciclamos, ainda assim há impacto ambiental. Afinal,  o processo de converter um objeto em outro material também exige recursos e energia.

Para divulgar os primeiros passos para evitar chegar à reciclagem, apresentamos um guia com conselhos interessantes.

  • Evite comprar tudo o que você pode fazer: Com a correria diária, muitas vezes parece impossível encontrar tempo para fazer certas coisas e acabamos comprando tudo em pacotes, deixando de lado a qualidade e desperdiçando. No entanto, se pensarmos por alguns segundos, a compra de alguns produtos se transforma em algo ridículo: dois tomates em um liquidificador fazem um molho em segundos, além de evitar o uso de uma enorme quantidade de matérias-primas e de energia consumidas na fabricação de uma lata ou caixa de molho de tomate. Pense antes de comprar e prefira preparar tudo o que puder fazer em casa.
  • Compre em grande quantidade: Quando for fazer compras, prefira os pacotes grandes. Mais produto, menor preço e menos pacotes que acabam no lixo.
  • Fora da cozinha também: Pense em tudo que existe ao redor da sua casa e siga a mesma ideia. 
  • Evite os descartáveis: Provavelmente essa é a atitude mais importante para quem deseja reduzir nosso impacto no planeta. Sacolas, talheres e pratos de plástico, guardanapos de papel e bebidas engarrafadas, por exemplo, são elementos que devem sumir de nossas vidas. Ou pelo menos ser reduzidos.
  • Reutilize: certos materiais que normalmente vão para o lixo podem ter um uso prático na casa. Potes de vidro, latas e copos de plástico podem se transformar em recipientes para guardar coisas pequenas, em mini-floreiras para as plantinhas e no que mais vier à mente.
  • Diminua o “spam”: Tanto pelo correio como por meio de folhetos, catálogos e outros papeis que nos entregam na rua, estamos a cada dia mais cheios de “spam” publicitário que não pedimos nem precisamos, e que acabam indo parar em latões de lixo reciclável. Entre em contato com as empresas que lhe enviam folhetos e catálogos e peça que tirem seu nome das listas. Evite também pegar papeis na rua.
  • Digitalize seu acesso à mídia: Talvez um dos conselhos mais expandidos no mundo verde, e nem por isso menos valioso. Cada vez que você opta por ler um jornal ou uma revista na internet, está evitando a produção, o transporte e a disposição de quilos e mais quilos de papel. Pense realmente em quanto tempo guardará o jornal ou a revista antes de comprá-los, e, sempre que possível, leia-os online.


Social Good Brasil 2012 – Qual mudança poderei promover?

Por que mereço estar no Social Good Brasil e que mudança social promoverei 
com as palestras das quais participarei?

Uma breve apresentação!

Sou Leonardo, um grande apaixonado pelas questões socioambientais. E por ser muito antenado e conectado a essa temática, criei o blog Autossustentável em 2010. O crescimento dos acessos foi tão grande e de maneira tão rápida que, em pouco tempo, o blog tornou-se uma rede com colaboradores espalhados pelo território nacional e pelo exterior.
Hoje, o Autossustentável é uma rede de informações que tem por objetivo compartilhar e multiplicar informações e práticas socioambientais sendo elas: notícias, projetos ou artigos sobre os mais variados pilares da sustentabilidade, questões sociais, dicas e eventos.
Sempre partindo da convicção de que pequenas atitudes geram grandes mudanças, o Autossustentável vem mostrando que a sustentabilidade está ao alcance de todos. Cada um de nós tem condições de trazer para dentro de sua vida, de sua rotina, de sua casa, as suas próprias ações sustentáveis, que podem ter uma importância muito maior do que se imagina!

Mas por que mereço estar no Social Good?

Acredito no poder das redes como forma de transformação social. Acredito, também, que a informação é uma poderosa arma para mudar o mundo e compartilhá-la pode contribuir para a melhoria da sociedade como um todo, gerando impactos sociais, ambientais e econômicos positivos. E isso tornaria a sociedade mais justa e sustentável.
Considero o Autossustentável A CARA do Social Good, pois nossa essência é: compartilhar informações e contribuir para um mundo melhor, fazendo a nossa parte e fazendo a diferença!
Um dos nossos valores é a Ética do Cuidado, isto é, a busca de um fundamento ético mais humano, onde o ponto de partida e de chegada seja o ser humano em toda a sua essência, criando condições para a efetivação dos seus direitos.
E, é centrado nesse valor que busco, na rede, sempre valorizar o ser humano em seus aspectos e potenciais, seguindo os princípios de amorosidade, do cuidado, de generosidade e de solidariedade, proporcionando-lhes condições para enfrentar seus problemas.

O que desejo e o que levarei deste evento?

Tenho como meta transformar o Autossustentável em uma plataforma para a articulação de novas ideias e novos projetos, utilizando a força da tecnologia e das mídias sociais, que amplifica seu impacto, a fim de inspirar, motivar e transformar, de forma a encontrar soluções para os problemas que enfrentamos, sejam eles sociais ou ambientais.
É nesse contexto que esse evento será de grande valia e aprendizado. Quero absorver conteúdo, conhecer novas plataformas de empreendimento, outras visões sobre a realidade do país, conhecer ferramentas e utilizar toda essa bagagem para gerar ainda mais impacto, transformando o comportamento da sociedade e promovendo mudanças sociais.
Tenho ainda muitos outros projetos que estão na gaveta, tais como: um canal de conteúdo colaborativo no Youtube para educação ambiental vi
sando o público infantil; uma plataforma mobile
para articulação de novas ideias e projetos que através do empoderamento das pessoas seja possível encontrar soluções para os problemas que enfrentamos.
Acredito no poder da colaboração, do compartilhamento de ideias e da ignição que geramos com outros imprevisíveis e, por esta razão, me junto ao Social Good Brasil. Quero fazer a diferença no mundo. E sei que posso!
Pequenos gestos no seu dia a dia fazem uma grande diferença!


Festival do Minuto lança concurso sobre Rios

Tema inspira produções de um minuto em animação, filmes de celular ou qualquer outro meio audiovisual


Concurso tem patrocínio da Sabesp e apoio da ANA – Agência Nacional de Águas. Além de 3 laptops, agora os melhores trabalhos concorrem também ao Prêmio Especial ANA no valor de R$ 5 mil.
Rios. Correntes contínuas de água que desaguam em outros rios ou mares. Habitat de muitos e muitos seres vivos, de diversas espécies. Os rios são ainda vias de transporte muito eficazes, espaços para momentos de lazer  pesca, esportes, natação, remo – e contemplação. Impactam fundamentalmente a qualidade de vida do planeta e são cenários de diversos momentos das vidas das pessoas.
O Brasil é um país imensamente rico em recursos hídricos: 13% de toda a água doce do mundo está aqui. Considerando esses aspectos, o tema Rios pode trazer diversas abordagens. Claro que a preservação e o viés ecológico rendem grandes produções, mas o concurso não se restringe a esse tipo de aproximação. Uma recordação que envolva a família, os amigos ou um amor; causos e lendas e mesmo o rio como alegoria: todas as ideias serão aceitas pela curadoria.
Desde que foi lançado, a página do concurso já teve mais de cinco mil acessos e cerca de 80 vídeos já foram enviados. Os três melhores trabalhos selecionados pela curadoria do Festival serão premiados com um laptop cada. E ainda, o vídeo selecionado pela ANA – Agência Nacional de Águas – levará o Prêmio Especial de Aquisição ANA, no valor de R$ 5 mil.
Se você tem uma história para contar que envolva o tema rio, produza seu vídeo de 1 minuto e inscreva no site www.festivaldominuto.com.brsua criação. As inscrições são abertas a todos os públicos e seguem até o dia 27 de outubro de 2012.
Sobre o Festival do Minuto
O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e é hoje o maior festival de vídeos da América Latina. A partir do evento brasileiro, surgiram Festivais do Minuto em mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do festival inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel), Beto Brant (O Invasor) e Tata Amaral (Um Céu de Estrelas, Antônia).
Sobre a Sabesp
A Sabesp não abastece sua vida só de água, mas também de cultura. Por isso patrocina diversos projetos nas áreas de literatura, artes plásticas, música, dança, teatro, circo, cinema e preservação de patrimônios culturais. Respeitando a pluralidade cultural brasileira, a Sabesp procura enfatizar a conscientização ambiental, o desenvolvimento sustentado e a memória da sociedade. Nos últimos anos, foi a empresa do Governo do Estado de São Paulo que mais investiu no Programa de Fomento ao Cinema Paulista, da Secretaria de Estado da Cultura, possibilitando a realização de importantes filmes do nosso cinema. Para a Sabesp, praticar responsabilidade socioambiental quer dizer respeitar a vida, nas suas mais variadas necessidades. E, entre elas a cultura.
Sobre a ANA
A Agência Nacional de Águas (ANA) estimula a disseminação de informações sobre preservação e valorização da água na cultura brasileira por meio de diversas atividades institucionais. Criada em 17 de junho de 2000 pela Lei 9.984, a ANA é uma autarquia especial ligada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) que tem por finalidade coordenar e implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), em articulação com integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), e regular os usos múltiplos dos rec
ursos hídricos em rios da União.


É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente #SemTrabalhoInfantil

O que é a campanha?

A campanha colaborativa “É da nossa conta!” Trabalho Infantil e Adolescente é uma iniciativa da rede Promenino da Fundação Telefônica, em parceria com o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para Infância e Adolescência) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) com o objetivo de dar visibilidade ao tema do trabalho infantil e adolescente.
Dividida em quatro estratégias — Reconheça, Questione, Descubra e Compartilhe — a campanha É da nossa conta! pretende sensibilizar e potencializar ações junto a diversos públicos, incluindo crianças, adolescentes, jovens e especialistas em trabalho infantil para que se tornem agentes multiplicadores, produzindo e compartilhando informações sobre o tema nas redes sociais.

Para ajudar nesta mobilização, a embaixadora do UNICEF, Daniela Mercury, e Wellington Nogueira somaram à campanha gravando vídeos em que apresentam informações sobre a temática e reforçam o  mote “É da nossa conta!”, chamando a atenção para o aspecto da co-responsabilização da sociedade civil e do Estado na garantia dos direitos.



 É da nossa conta! Questione 


 É da nossa conta! Descubra 

 É da nossa conta! Reconheça 


 É da nossa conta! Compartilhe 

  #SemTrabalhoInfantil  

Saiba mais no site da rede Promenino da Fundação Telefônica:


Vote no Autossustentável e nos ajude

Autossustentável passou para o 2º turno do Prêmio Top Blog! Estamos entre os 100 blogs mais votados do Brasil na categoria Sustentabilidade.


A votação vai até dia 10 de novembro. Não deixe de votar! 

Para votar é simples e você vai gastar poucos segundos. É só seguir os seguintes passos:
  • Você pode votar 3 vezes: via Facebook, Twitter e E-mail;
  • Autorize seu Facebook ou Twitter, ou insira seu Nome e E-mail;
  • No caso de votação por e-mail, você receberá um e-mail para confirmar o voto, clique no link para fazer esta confirmação.

Pronto, você ajudou o Autossustentável! Um muito obrigado e saudações verdes!


Junte-se a nós no Social Good Brasil!

Social Good é usar a força das tecnologias, das novas mídias e do pensamento inovador para a solução de problemas sociais.
O programa Social Good Brasil é uma iniciativa do Instituto Voluntários em Ação (IVA) e do Instituto Comunitário Grande Florianópolis (ICom) que pretende mobilizar um grande número de pessoas para o uso das tecnologias para o enfrentamento de problemas sociais.
O Programa Social Good Brasil tem três objetivos principais:
  • Disseminar o uso das tecnologias para a mudança social;
  • Identificar e apoiar experiências inovadoras;
  • Oferecer ferramentas e capacitações para iniciativas na área.

Uma das ações será a realização do Seminário Internacional SocialGood Brasil, nos dias 6, 7 e 8 de novembro, em Florianópolis, SC, com convidados nacionais e internacionais, que trarão suas experiências para inspirar o público e alavancar a utilização das tecnologias para a transformação social.

Faça parte desse movimento compartilhando suas experiências no uso de tecnologias para a solução de problemas sociais! Seja também um protagonistas das causas que você acredita! #SocialGood!

Junte-se a nós no Social Good Brasil!


Aproveite o Dia das Crianças de Forma Sustentável


Nesse dia tão especial opte por brinquedos ecológicos, feitos de materiais menos agressivos ou reciclados. Outra boa opção são os brinquedos educativos, que ensinem valores como respeito ao próximo e ao meio ambiente. Veja algumas dicas aqui.
Na hora de comemorar, abuse das brincadeiras ao ar livre. Subir em árvores, nadar no rio, correr descalço pela grama são algumas opções para se divertir em contato com o meio ambiente. Um passeio no parque ou no zoológico pode ser uma boa forma de tirar a criançada da frente da TV e descobrir um novo universo que se esconde em meio à natureza.
E para divertir os pequenos enquanto ensina noções de responsabilidade ambiental e consumo consciente, estimule brincadeiras sem brinquedos. Esconde-esconde, amarelinha, pega-pega e tantas outras brincadeiras podem mostrar aos pequenos que é possível se divertir mesmo sem o brinquedo da moda.

10 dicas para ser sustentável no supermercado

Foto: Milton Jung
Donos e donas de casa sabem que fazer supermercado é uma das tarefas mais importantes da rotina do lar. O que acha de tornar esse momento mais sustentável? Com algumas escolhas simples e pequenas mudanças de atitude é possível abastecer a dispensa e diminuir os impactos no planeta. Selecionamos 10 dicas práticas para levar para o supermercado.
1 – Faça uma lista de compras

Nos dias de hoje, somos incentivados a consumir o tempo todo. Por isso, muitas vezes compramos mais do que realmente precisamos. Para evitar esse consumo abusivo, uma boa dica é fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado. Isso evita aqueles impulsos de levar coisas desnecessárias, como uma bebida que você nem gosta tanto ou um pacote de salgadinhos que engorda e faz um mal danado à saúde.

Se for comprar alimentos perecíveis, leve apenas a quantidade necessária. Fique atento também ao prazo de validade dos enlatados. Comprando apenas aquilo que você sabe que vai consumir você acaba gastando menos e evitando que frutas, legumes, verduras, hortaliças e carnes apodreçam em sua casa ou que produtos passem da validade e acabem no lixo.
2 – Se alimente antes de ir ao supermercado

Parece óbvio, mas é pura verdade. Um estudo mostra que pessoas com fome compram mais comida. Compras desnecessárias tendem a gerar mais lixo e desperdício. Por isso, faça um lanche ou uma refeição e não vá às compras de barriga vazia.

Bem alimentado e com a ajuda de uma lista de compras fica mais fácil comprar somente o que for preciso, pôr em prática o consumo consciente e evitar gastos desnecessários.

 

3 – Evite as compras de mês

Em vez de ir uma vez só ao supermercado e comprar um estoque mensal de alimentos, prefira ir quinzenal ou semanalmente. Assim você evita comprar produtos que perderão a validade e acabarão no lixo.

Você ainda pode aproveitar e retornar um hábito comum aos nossos pais e avós, mas pouco valorizado nos dias de hoje: as feiras livres. Ali você pode encontrar uma variedade maior de produtos, muito mais saudáveis e saborosos. Mas não se esqueça de comprar apenas o necessário para o seu consumo e de sua família até a próxima feira.
4 – Faça supermercado pela internet

Muitas redes de supermercados já dispõem de serviços de compras pela internet. Se o seu já tiver, use-o. Além de seguro, o serviço poupa combustível (já que a entrega normalmente é sincronizada e feita de uma vez só, por um único veículo), tempo, dinheiro e estresse.

Apenas evite pedir produtos com entrega para o dia seguinte, já que isso geralmente consome muita energia. Também tente fazer as encomendas junto com parentes, amigos e vizinhos. Isso evitará mais gastos com entrega e viagens desnecessárias.
5 – Compre a granel

Em vez de comprar alimentos em embalagens padronizadas, experimente comprar somente a quantidade que você precisa. Além de evitar as embalagens descartáveis, você reduz o desperdício ao levar para casa apenas o que precisa.

Diversas feiras e supermercado dão a opção de compra a granel, alguns são até mais baratos que os tradicionais. É possível inclusive encontrar alimentos orgânicos vendidos em quantidade individual e com preços bem acessíveis. Outra dica é utilizar embalagens retornáveis (como aqueles sacos plásticos vedáveis) e utilizá-los sempre que for comprar determinado produto.
6 – Prefira alimentos sazonais, orgânicos e locais

A natureza não produz bananas ou melancias o ano inteiro. Então de que forma é possível encontrar sempre as mesmas hortaliças, legumes, verduras e frutas nos supermercados? Ora, cultivando de maneira a induzir a frutificação. Isso significa usar uma grande quantidade de água e agrotóxicos e lançar poluentes no solo. Na feira, portanto, fique atento à temporada e compre somente o que estiver dentro da estação. Você estará levando para casa alimentos mais saudáveis, que agrediram menos a natureza e que certamente terão um sabor bem melhor.

Sempre que possível, procure ainda comprar alimentos orgânicos. Eles normalmente trazem um selo de garantia e foram cultivados naturalmente, sem nenhum tipo de inseticida ou modificação genética. Fazem bem à saúde e são muito mais saborosos. Diversos estudos demonstram que a exposição humana a pesticidas pode causar problemas neurológicos, vários tipos de câncer, danos ao sistema imunológico e redução na fertilidade. Além disso, os agrotóxicos também contaminam a água e o solo.

Também prefira os alimentos que são cultivados dentro do perímetro da sua região, que geralmente emitem menos carbono na atmosfera durante o transporte e estimulam os produtores locais. Mas tome cuidado para não comprar alimentos cultivados em estufas aquecidas com energias não-renováveis, mesmo que elas estejam próximas a você.
7 – Não compre produtos de empresas irresponsáveis

Como consumidores, nós temos um grande poder de influenciar e mudar as práticas das empresas. Ao comprar produtos de marcas que agem de forma consciente e sustentável e que respeitam o meio ambiente, a cultura e a comunidade, e boicotar aquelas que atuam de forma oposta, você estará ajudando a mudar a realidade.

Grandes empresas já sofreram boicote e viram seus produtos serem deixados nas prateleiras como forma de protesto dos seus consumidores. Entre as críticas mais comuns estão as péssimas condições trabalhistas as quais estão sujeitos os empregados (algumas vezes, até crianças) e a degradação ambiental causadas pelos seus produtos.
8 – Não manipule alimentos na hora da escolha

Toda vez que você manipula algum alimento, como frutas, verduras e legumes, você reduz a sua vida útil e aumenta as chances de desperdício. Por isso, evita ao
máximo o contato na hora da escolha.

Quando for à feira ou ao supermercado, escolha com os olhos e pegue nos alimentos somente depois que decidir qual irá levar.
9 – Recuse sacolas plásticas

Se for comprar pouca coisa, recuse a sacola plástica e leve os produtos em uma ecobag ou mesmo na bolsa ou mochila. Assim você reduz o consumo de plástico e vira um propagador da consciência ambiental.

Não deixe de explicar por que você está abrindo mão da sacolinha plástica e mostre que é possível carregar suas compras sem consumir mais plástico. E se as compras foram grandes, opte por ecobags resistentes, caixotes ou carrinhos e ajude a preservar o planeta.
10 – Cozinhe em quantidade e congele

Quando já estiver em casa com suas compras, separe um dia para preparar várias refeições para todo o mês ou a semana. Depois basta guardar no freezer e reaquecer no dia de consumi-la. Essa prática ajuda a economizar ingredientes e energia.

Os processos de descongelar e esquentar são mais econômicos do que se você fosse preparar todo o alimento de novo. Cada vez que você vai para a cozinha preparar uma refeição você consome uma enorme quantidade de água, eletricidade (geladeira, microondas, liquidificadores, etc), gás e também de alimentos, já que sempre sobra um pedaço de legume ou um punhado de tempero que termina no lixo.

Fazer tudo de uma vez evita esse tipo de desperdício e ainda poupa tempo para os próximos dias.


Dia Mundial Sem Carro – 22/09/2012


O Dia Mundial Sem Carro, que acontece todo dia 22 de setembro, é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes.

O objetivo de se organizar um Dia Mundial Sem Carros é divulgar alternativas ao transporte individual motorizado e propor a reflexão sobre a viabilidade e a justiça de cidades planejadas para automóveis. É a data para você que tem um carro e o utiliza rotineiramente pensar sobre sua parcela de responsabilidade na poluição. É o dia para testar alternativas, conferir se o transporte público no seu bairro continua mesmo tão ruim, arriscar uma caminhada mais longa, talvez até pedalar. A ideia é mostrar que é possível cumprir sua rotina sem depender de um veículo.


Que tal deixar o carro em casa? Invista nessa ideia!
Dê carona, use o transporte público, ande de bicicleta. 
Faça a sua parte que a natureza faz a dela!