O Autossustentável comemora, mas é você quem ganha!

Iniciamos, oficialmente, as comemorações do mês de aniversário do Blog Autossustentável.
Portanto, chegou o momento de revelarmos as surpresas reservadas a você, nosso leitor. Nada melhor que celebrar essa data tão simbólica presenteando nossos amigos, os responsáveis pelo sucesso alcançando durante esses dois anos, com sorteios.
Ao longo do tempo demonstramos através de diversos posts como incorporar a sustentabilidade ao cotidiano através de pequenos gestos e mudanças. E para incentivar ainda mais esse princípio defendido pelo Autossustentável, resolvemos mostrar que moda e sustentabilidade podem andar juntas, superando a simples customização. Um bom exemplo disso é a Mr. Fly, uma empresa que acredita e coloca em prática essa atitude produzindo produtos focados na moda sustentável.

As camisetas da Mr. Fly são todas feitas com malha PET, que é composta por 50% de algodão e 50% de poliéster derivado do plástico reciclado de garrafas PET. Ou seja, a cada camiseta que a Mr. Fly cria, são duas garrafas a menos no meio ambiente. Demais, não é?! Sem contar que as estampas são incríveis.
Por isso, pensando em prol do meio ambiente e da sustentabilidade o Autossustentável e a Mr. Fly fecharam uma super parceria, onde você pode concorrer a 2 incríveis camisetas da marca, 4 cupons de 50% de desconto e 8 cupons de 30% de desconto. Totalizando quatorze sorteados!

  • Sorteio: Via Twitter

Como participar:

Siga @biosustentavel + @MrFlyModa e dê RT na frase: Quero comemorar o aniversário do @biosustentavel vestindo uma camiseta de malha PET da @MrFlyModa. http://kingo.to/11ap #promo
  • Sorteio: Via Facebook

Como participar:

Curta as páginas do Biosustentavel (http://www.facebook.com/biosustentavel) e a da MrFlyModa (http://www.facebook.com/mrflymoda).
Clique no botão “Quero Participar” na aba Promoções em nossa página do Facebook (www.facebook.com/biosustentavel) e cruze os dedos!
Os sorteios acontecerão no dia 26/03/2012 e serão divulgados em nossas redes. Os vencedores deverão entrar em contato em até 48 horas. Caso não retornem, novos sorteios serão realizados.

Aumente suas chances de ganhar participando dos dois sorteios!
Boa sorte a todos!
Conheça a Mr. Fly pelo site: http://www.mrflymoda.com.br

O Autossustentável procura novos colaboradores!

Março é mês de aniversário no Autossustentável. Prestes a completar 2 anos, a rede busca trilhar novos desafios: sorteios e mais conteúdos são apenas algumas das novidades planejadas. E, para isso, o Autossustentável ampliará sua equipe de colaboradores. Precisamos de você que vê em nosso site uma oportunidade de falar sobre o(s) assunto(s) que mais lhe interessa(m) em Sustentabilidade e Meio Ambiente.
Está aberta a nova seleção para colunistas voluntários do Autossustentável.
Período de Inscrição
  • 23/02 a 12/03 

 Gostaria de participar? Inscreva-se no e-mail: contato@autossustentavel.com
           


Venha participar da equipe Autossustentável
e colabore por um mundo melhor!

Brasil será sede do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2012

O anúncio oficial foi feito pelo Diretor Executivo do PNUMA e pela Ministra do Meio Ambiente do Brasil durante coletiva de imprensa realizada na sede do PNUMA em Nairóbi.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou hoje que o Brasil, dono de uma das economias que crescem mais rápido no mundo, será a sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente (WED, na sigla em inglês), comemorado anualmente no dia 5 de junho.
O tema deste ano: “Economia Verde: Ela te inclui?” convida o mundo a avaliar onde a Economia Verde está no dia-a-dia de cada um e estimar se o desenvolvimento, pelo caminho da Economia Verde, abrange os resultados sociais, econômicos e ambientais necessários em um mundo de 7 bilhões de pessoas, que deve chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050.
O Brasil foi sede do WED em 1992, durante a Cúpula da Terra, quando chefes de Estado, líderes mundiais, oficiais de governo e organizações internacionais se encontraram para reorientar, recalibrar e traçar um caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.
“Ao celebrar o WED no Brasil em 2012, estamos voltando às raízes do desenvolvimento sustentável contemporâneo para criar um novo caminho que reflita as realidades, mas também as oportunidades do novo século”, declarou Achim Steiner, Subsecretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA.
“Três semanas após o WED, o Brasil recebrá a Rio+20, onde líderes mundiais e nações se reencontrarão para desenhar um futuro que faça do desenvolvimento sustentável uma prática bem-sucedida – um futuro que pode fazer crescer economias e gerar trabalhos decentes sem pressionar os limites do planeta”, adicionou.
O Brasil tem o quinto maior território do mundo, com quase 8,5 milhões de Km2 onde vivem mais de 200 milhões de pessoas, o que o torna o quinto país mais populoso do mundo. 

Em anos recentes, o Brasil deu grandes passos para resolver problemas como o desmatamento da Amazônia por meio do monitoramento da região. Estimativas mostram que o Brasil alcançou uma redução significativa de gases causadores de efeito estufa como resultado da redução das taxas de desmatamento.
Segundo o relatório do PNUMA chamado Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza, o Brasil tem tido uma posição de destaque na construção de uma economia que inclui a reciclagem, a energia renovável e a geração de empregos verdes. 
A indústria de reciclagem do Brasil gera um retorno de dois bilhões de dólares, ao passo que reduz as emissões de gases de efeito estufa em dez milhões de toneladas. Só no Brasil, na China e nos Estados Unidos, a reciclagem, em todas as suas formas, já emprega doze milhões de pessoas.
O Brasil é também líder na produção sustentável de etanol como combustível de veículos e está se expandindo em outras formas de energia renovável como a eólica e solar. Recentemente, a construção de 500.000 novas casas com instalações de paineis solares no Brasil gerou 300 mil novos empregos.

 “Nós estamos muito felizes por sediar as celebrações globais pelo meio ambiente. O Dia Mundial do Meio Ambiente no Brasil será uma grande oportunidade para apresentar os aspectos ambientais do Desenvolvimento Sustentável nas semanas que antecedem a Conferência Rio+20”, declarou a Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, que esta semana está participando da Sessão Especial do Conselho Administrativo do PNUMA em Nairóbi, Quênia.


“A história do Brasil, com a complexidade de sua economia diversa e dinâmica, a sua riqueza de recursos naturais e seu atual papel nas relações internacionais, oferece uma perspectiva única por meio da qual um resultado amplo e transformador se tornará possível na Rio+20”, adicionou Achim Steiner. “O forte comprometimento do Brasil com a equidade social e seu papel de destaque entre economias desenvolvidas e em desenvolvimento, pode guiar e moldar debates”.
“O conceito contemporâneo de desenvolvimento sustentável nasceu no Brasil e podemos considerar que o potencial que esse modelo apresenta para responder a desafios e oportunidades futuras será definido no Brasil daqui a quatro meses”, completou Steiner.
As celebrações do WED no Brasil, na semana do dia 5 de junho, é parte de milhares de eventos que acontecem no mundo todo. O WED 2012 vai enfatizar o modo como ações individuais podem ter um impacto exponencial, com uma variedade de atividades que vão desde uma maratona até mutirões de limpeza, competições entre blogueiros, exibições, seminários, campanhas nacionais e internacionais e muito mais.
A Kia Motors, a segunda maior produtora de carros da República da Coreia, doou cinco veículos ao PNUMA em resposta ao tema do WED 2012 – Economia Verde: Ela te inclui? –, marcando o comprometimento da Kia com a sustentabilidade ambiental. Os carros incluem o Kia Rios e um Kia Optima Híbrido 2012, escolhidos pela comprovada eficiência de combustível.
“Ao participar de parcerias ambientais como esta com o PNUMA, temos o objetivo de apoiar esforços para solucionar os desafios ambientais globais”, disse Soon-Nam Lee, Diretor de Marketing Exterior da Kia Motors. “O tema deste ano ressoa os objetivos principais da nossa gerência ambiental de alcançar menores emissões de carbono e eficiência de recursos e colocar o meio ambiente à frente de todas as nossas atividades corporativas”.
Achim Steiner aproveitou a oportunidade para agradecer ao apoio da Kia e infomou que o PNUMA e a Kia lançarão uma competição mundial em que organizações e grupos de todos os setores da sociedade poderão ganhar um dos veículos.
O PNUMA anunciará maiores detalhes sobre a competição no próximo mês no site oficial.

Fonte:PNUMA

Agenda da Rio+20 será debatida em palestra promovida pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio

No próximo dia 1° de março, o presidente do Instituto Brasil Pnuma, Haroldo Mattos Lemos, vem à Alerj para falar sobre o balanço e perspectivas para a Rio + 20. No encontro, que será realizado no Auditório Senador Nelson Carneiro, às 10h, e é aberto aos deputados e à população, Lemos irá analisar o “Zero Draft”, rascunho do documento que será debatido pelos países na Conferência. O objetivo do debate, promovido pela Câmara Setorial de Desenvolvimento Sustentável do Fórum de Desenvolvimento do Rio, é refletir sobre o tema central da Conferência: Economia Verde e Redução da Pobreza. “O fato de esta conferência ocorrer no estado do Rio de Janeiro representa uma oportunidade de pensarmos de que forma lidamos com o desenvolvimento e sua relação com o meio ambiente. E, mais do que isso, como podemos trazer estes grandes temas que estão sendo discutidos pelas nações para o nosso dia a dia”, explica a secretária-geral do Fórum de Desenvolvimento do Rio, Geiza Rocha.
Às 18h30, a Comissão de Representação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nas discussões referentes à Conferência Rio+20 realizará uma audiência pública em que receberá líderes de comunidades do estado. Segundo a deputada Aspásia Camargo, a ideia é ouvir dos moradores sugestões a serem levadas aos organizadores da Rio+20. “Entendemos que, como representantes do povo fluminense, precisamos garantir que esta conferência deixe um legado significativo para nosso estado. O exemplo da Rocinha e do Alemão, que foram as primeiras comunidades do Rio a possuir um plano de urbanização sustentável, devem ser propagados, o que só será possível com a participação da população”, ressaltou a deputada, que ainda é membro da Comissão Nacional de Organização da Rio+20 e representante da Alerj na União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).

SERVIÇO: Perspectivas para a Rio + 20, por Haroldo Mattos de Lemos
Data: 01/03/2012
Horário: das 10h às 13h
Local: Palácio XXIII de Julho
Endereço: Rua Dom Manoel, s/º, 6º andar – Auditório Senador Nelson Carneiro
Mais informações: (21) 2588-1352
* O debate é gratuito e aberto ao público
Saiba mais sobre o Fórum de Desenvolvimento do Rio: 

Faça você mesmo: “Saco” de lixo de jornal velho

 
Todo mundo já sabe que as ecobags vieram para ficar e, cada dia mais, as pessoas trocam os sacos plásticos por sacolas reaproveitáveis. O problema é que muita gente reaproveita o saco do supermercado nas lixeiras de casa. Aí surge o dilema: o que pode ser usado para substituir as sacolinhas, já que os sacos de lixo vendidos no mercado também são feitos de plástico?
Se você é uma dessas pessoas, seus problemas acabaram! Nesse passo a passo você irá aprender a fazer um saquinho de jornal, feito a partir de uma dobradura de origami.
Segundo Juliana Valentini, criadora da ideia, o processo é rápido e fácil, pode ser feito em apenas 20 segundos e utiliza apenas jornal velho. O copinho pode ser feito com apenas uma folha de jornal ou outro tipo de papel, mas a artesã aconselha usar mais de uma para deixá-lo mais resistente.



Confira o passo a passo:

 

 

1. Faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca, e assim terá um quadrado;
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo;
3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda;
4. Vire a dobradura e, novamente, dobre a ponta da direita até a lateral esquerda;
5. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro;
6. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação;
7. Abra a parte de cima e você verá o saquinho pronto!
8. Agora é só encaixar dentro do seu cesto de lixo e abandonar de vez o saco plástico.
 
Com informações de: eco4planet

10 dicas para deixar o seu armário “verde”

  • Planeje antes de comprar

Abandone as compras por impulso. Analise bem se aquela roupa ou acessório servem para você ou se é só uma vontade passageira. Assim você evita perder dinheiro e espaço em seu armário.
  • Ame suas roupas

Cuide-as com carinho. ‘Acidentes’ domésticos provocam pequenos desastres como manchas ou tecidos queimados. Se cair um botão ou tiver que ajustar um pouco, procure uma costureira e veja se há como reparar. Para os mais empolgados, é uma boa hora para aprender a lidar com linhas e agulhas.
  • Evite lavagem a seco

Máquinas de lavagem a seco usam tetrachloroethylene, uma substância cancerígena. Procure lavanderias que trabalhem com “wet cleaning” ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco já podem ser lavadas a mão, especialmente as de seda, lã e linho. Fique de olho nas etiquetas. Se você preferir recorte as orientações e cole em um pequeno caderno ou guarde em uma caixinha para conferir quando precisar.
  • Compre peças antigas ou usadas

Use a criatividade e tenha um estilo próprio. Busque em bazares, feirinhas, brechós, troca de roupas entre amigas. Vale tudo. Se tiver roupas ‘herdadas’ que possam ser interessantes, aposte. Acessórios antigos sempre funcionam Tenha cuidado para ver se tudo está ok. Peças antigas ou usadas podem estar danificada pelo tempo ou pelo uso. Dependendo, uma reforma resolve e ainda sobra espaço para uma boa customizada.

                   

  • Lave bem

Tenha cuidado para não desperdiçar energia. Junte bastante roupa antes de lavar, para economizar na água, luz e sabão. Procure usar a temperatura mais baixa possível. Opte por alternativas naturais na remoção de manchas nos tecidos e produtos que sejam livre de fosfato e biodegradáveis. Se estiver procurando por uma lavadora nova, verifique se possui selo de economia energética (no Brasil, do Inmetro). A mesma dica vale para os ferros elétricos.
  • Vista orgânicos e tecidos com material reaproveitado

Os tecidos orgânicos e os desenvolvidos com materiais reaproveitados chegaram para ficar. Na opção do orgânico é possível escolher desde o algodão até a seda, certifique-se de que possui selo de autenticação (que identifica se a produção realmente é feita sem agrotóxicos). Os tecidos com materiais reaproveitados como o tecido PET são uma inteligente opção, fomentam o reaproveitamento de materiais como as garrafas pets e agregam ativos ambientais para a peça.
  • Encontre uma nova utilidade

Reciclar não é somente reaproveitar. Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar. A proposta está sendo cada vez mais abraçada por estilistas internacionais – chegando a ser desafio até mesmo para o pessoal do Project Runaway. Observe aquelas rou
pas e acessórios antigos e descubra potenciais fashion adormecidos. Caso não agrade a ideia, reúna o que não precisa mais e leve a entidades carentes. Se nós não encontramos novidade, outros encontrarão.

  • Investigue as origens

Nesse boom de novos tecidos, desconfie do mote ecológico. Como tudo na vida, o que aparentemente poderia ser a solução, pode ser um problema. Mantenha-se informado, converse com os donos de lojas e das marcas e faça escolhas conscientes.
  • Escolha roupas éticas

Muitas empresas, além de cuidarem da natureza, investem em sustentabilidade e responsabilidade social. Valorize e incentive esse tipo de ação. Procure saber onde ficam as fábricas das empresas que você compra. Muitas multinacionais utilizam abordagens de mercado que incluem maximizar o lucro e deixar de lado preocupações humanitárias, como a luta pelo fim da exploração de mão-de-obra infantil e escravidão (problemas comuns em países latinos, asiáticos e africanos).
  • Não desperdice

Não é porque aquele vestido não está na próxima tendência que ele merece ir pro lixo. Se for algo que de-jeito-nenhum-você-usará-novamente, venda, troque, doe. Há muita gente no mundo precisando de ajuda. Fique informado sobre ONGs e entidades que prestam auxílio a pessoas necessitadas. Colabore com movimentos de apoio a vítimas de catástrofes climáticas (como enchentes e tempestades). É uma maneira de amenizar as consequências do aquecimento global e motivar uma mudança.




Fonte: Coletivo Verde

Campanha incentiva internautas a plantar árvores pelo Facebook

Plantar uma árvore pelo Facebook até parece ser convite para algum de seus aplicativos, como o Farmville, não é mesmo? O fato é que as pessoas gostaram dessa experiência de plantar, colher, cuidar de animais e desenvolver outras atividades que envolvem a natureza.  Mas, e se as pessoas tivessem a oportunidade de interagir on-line em uma campanha de plantio de árvores, que apresentasse resultados reais? Foi analisando essa possibilidade que, em parceria com o IBF Florestas, a Campanha 1h100Pc Se Liga! Desliga. está lançando a Campanha ”Plante uma árvore pelo Facebook”.

Para participar, basta que o internauta ”Curta” a página da 1h100Pc  e ajude a compartilhar as peças de divulgação do Álbum “Plante uma árvore pelo Facebook” disponível na página do mesmo. A cada ”like” que a página receber, o IBF Florestas plantará uma árvore em nome de quem curtiu. O objetivo é plantar o maior número possível de árvores, engajando o máximo de pessoas para esta ação on-line de sustentabilidade através das redes sociais.

A Campanha 1h100Pc Se Liga! Desliga. Incentiva, além do uso consciente do computador, que as pessoas também separem 1hora por dia para a prática de atividades que não consumam energia. “Acredito que as pessoas, possam utilizar o período em que estiverem on-line para a divulgação de ideias como a de plantar uma árvore pelo Facebook. Queremos incentivá-las para que ajudem a construir um mundo mais responsável e sustentável” diz Jonhnes Carvalho, um dos idealizadores do projeto.

Essa é uma oportunidade para as pessoas que desejavam plantar uma árvore, mas não sabiam como, não tinham tempo ou oportunidade. Agora ficou fácil, basta curtir e divulgar essa ideia.

1h100Pc Se Liga! Desliga.


O que reciclar, o que descartar?

Saiba o que você pode encaminhar para a coleta seletiva e o que deve ir para o lixo comum:


Papel

Separe para reciclagem:
  • papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa-vida, listas telefônicas, livros
Jogue no lixo, pois não é reciclável:
  • papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou plastificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesiva

Plástico

Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira:
  • sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral

Jogue no lixo, pois não é reciclável:
  • plásticos termofixos (usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos), isopor

Vidros

Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira
  • garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos

Jogue no lixo, pois não é reciclável:
  • espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores

Metais

Separe para reciclagem, retirando antes o excesso de sujeira:

  • latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folha-de-flandres
Jogue no lixo, pois não é reciclável:
  • clips, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos


Cresce a demanda por veículos verdes

Os veículos “verdes” estão ganhando cada vez mais participação no mercado, especialmente nos Estados Unidos, onde em 2017 representarão mais de 5% das vendas. Já no mercado global será em torno de 3,1%, é o que diz o estudo da Pike Research, empresa especializada em pesquisa de tecnologia limpa.

No geral, o maior crescimento dos carros elétricos deverá ocorrer na região Ásia-Pacífico, seguido pela Europa e América do Norte. Até o final de 2011 foram 26 modelos de VE (veículos elétricos) disponíveis na Ásia-Pacífico, 23 na Europa e 10 na América do Norte.

 No entanto, uma forte demanda por veículos híbridos elétricos (VHE) na América do Norte levará à disponibilidade de 40 modelos até o final de 2012, versus 14 modelos VHE na Ásia-Pacífico.


Atualmente, nos Estados Unidos, o mercado de veículos “verdes” é liderado por dois modelos: o Chevrolet Volt e o Nissan Leaf. Entretanto, a Pike Research prevê que a Ford deverá investir mais no segmento e sacudirá o mercado. Para a Pike, a Ford provavelmente assumirá a liderança do mercado em 2017 com uma participação de 23,6% no Mercado de veículos “verdes” nos Estados Unidos.

O Segundo lugar, deverá ser disputado pela Toyota e General Motors. As pesquisas da Pike Research não são muito otimistas com relação a Tesla, cujo preço é considerado alto e um limitador do sucesso de vendas da marca.
Modelos de carros elétricos serão priorizados

Montadoras de todas as partes investem em pesquisa para o desenvolvimento de carros elétricos e híbridos. Chevy Volt, Coda, Think, Fisker Karma são exemplos de veículos “verdes” que estão recebendo investimentos em aprimoramentos para serem apresentados antecipadamente aos consumidores.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os preços dos VEs variam entre $32.780 (Nissan Leaf) e $87.400 (Fisker Karma plug-in hybrid). Mas o preço de compra pode ser reduzido com incentivos do governo federal ($7.500) e estadual ($5.000 na Califórnia). Os moradores do Tennessee, onde o Leaf será montado, contam com incentivo complementar de $2.500 para os primeiros 1.000 carros comercializados.

Vários estados norte-americanos oferecem subsídios aos compradores. Existe também um crédito fiscal federal de $2.000,00 para a instalação de um carregador residencial de baterias. Este montante representa 50% do custo do equipamento, cujo incentivo durará até 31 de dezembro de 2011 e deverá ser renovado por mais um período.
Fonte: The Electric Car Report e The Daily Green – http://carsale.uol.com.br/Novosite/revista/noticias/materia.asp?idnoticia=8561

Casamento ecológico: convites, presentes, decoração e muito mais!

(Foto: Ryan Smith Photography)
Esqueça o brilho, o luxo, o caro. A moda agora é o casamento eco-friendly. Uma pesquisa divulgada em um site americano de casamentos revelou que 33% dos futuros noivos e noivas nos Estados Unidos planejam uma festa com menos impactos ao meio ambiente – desde os convites à lua-de-mel.
Diante do alto índice de casais responsáveis, a organização ambiental The Nature Conservancy listou algumas dicas para celebrar este dia especial. A boa notícia é que, ao poupar os recursos naturais e ajudar o planeta, você economiza no bolso também.
Os convites
Nada mais econômico – e prático – do que mandar um bom convite por e-mail. Não é deselegante? Não mesmo. Aposte em um design descolado e aperte o “enviar” sem culpa. Você vai poupar árvores. E deixar de contribuir para o aquecimento do planeta, uma vez que a entrega dos convites virtuais não usa gasolina.
Os presentes
Este item requer desapego. A dica é pensar bem antes de fazer a lista. E pedir só aquilo que você está certo de que vai usar. Se você e seu namorado já têm tudo, sugira aos convidados que doem uma quantia em dinheiro e envie parte dele para instituições de caridade. Lembre-se: reduzir o consumo pode ter mais impacto do que simplesmente comprar objetos reciclados ou recicláveis.
A decoração
As flores orgânicas são uma boa alternativa. Mas você pode ser igualmente elegante usando arranjos de buquês secos ou feitos de seda. Se você não abre mão das naturais, tente decorar sua festa com vasos de plantas nativas da sua região. Quando o casamento acabar, o convidado ainda pode levar para casa.
As roupas
Que tal casar com o vestido da sua avó ou mãe? Além de estar na moda, o vestido vintage tem valor sentimental. Se sua família não é daquelas que costumam guardar objetos no fundo do baú, você pode investir em um novo, mas feito de algodão orgânico (suas plantações não levam agrotóxicos) certificado. O algodão é melhor que o poliéster no quesito mudanças climáticas. O poliéster é feito à base de petróleo, um recurso não renovável e que emite gases durante sua extração. Para os noivos, a sugestão são os trajes de fibras naturais ou de algodão orgânico. Não pare no casal. Estenda a preocupação aos padrinhos e madrinhas, pajens e daminhas, além dos convidados.
As alianças
A produção de uma pequena porção de ouro 20 quilates gera uma quantidade enorme de resíduos nas minas. Sem contar as péssimas condições de trabalho nos garimpos. Se você quer causar pouco impacto, reci
cle um anel que já existe para fazer uma nova aliança. Outra opção é um anel de prata, cuja mineração é menos agressiva.
O local
Escolha um salão, parque ou igreja em uma área central. Ajuda a diminuir os trajetos percorridos pelos convidados – e o combustível gasto pelos carros.
O buffet
Não é de bom tom oferecer aos convidados alimentos com pesticidas. Por isso, opte pelos orgânicos. Os produtos locais, vindos de pequenas comunidades, são mais frescos e ajudam a aumentar a renda das famílias produtoras. Pergunte ao seu fornecedor quais são as frutas e legumes da estação. Uma alternativa para bebidas é o vinho orgânico.
A lua-de-mel
Uma forma de diminuir sua pegada de carbono é escolher um destino mais próximo. Um paraíso ao alcance das rodas do seu próprio carro, não só dos aviões. Mas não precisa radicalizar também. Se o seu sonho mora em distâncias maiores, procure uma agência de ecoturismo.
Os filhos
Quando há um bebê a caminho, a sugestão da organização The Nature Conservancy é plantar oito árvores. Elas serão suficientes para compensar a quantidade de carbono que uma pessoa libera pela simples respiração durante um tempo médio de vida.
Fonte: EPOCA

Chuveiro elétrico é mais econômico que aquecedores


Tomar banho com chuveiro elétrico é mais econômico do que com aparelhos dotados de aquecedores solares e a gás, revela pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. O estudo do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra) também aponta que o chuveiro elétrico apresenta consumo médio anual de água menor que os demais sistemas de aquecimento.

O chuveiro elétrico está presente no aparelho tradicional e no chuveiro híbrido solar, que é um aquecedor solar com um chuveiro elétrico na ponta. A pesquisa concluiu que um banho de oito minutos custa, em média, R$ 0,27 (entre consumo de água e energia elétrica) no chuveiro híbrido solar e R$ 0,30 no chuveiro elétrico.  O mesmo banho sai por R$ 0,46  com aquecedores solares tradicionais (ou seja, 53,3% a mais do que o chuveiro elétrico), R$ 0,59 com os aquecedores a gás (96,6% mais caro) e R$ 1,08 com o boiler elétrico [1] (246,6% a mais).

O chuveiro elétrico está presente em mais de 73% das residências brasileiras, segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), programa que visa ao uso racional de energia elétrica,  instituído em 30 de dezembro de 1985 pelos Ministérios de Minas e Energia e da Indústria e Comércio.  Segundo o professor Ivanildo Hespanhol, da Poli, que coordena a pesquisa, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida, considerada a forma mais barata e acessível para população brasileira tomar banho quente, resguardando o direito do povo à saúde, dignidade e higiene.

 “Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico”, acrescenta o professor.

Água
 Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas  de aquecimento de água. O estudo mostra que a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 l/min (litros por minuto). O chuveiro híbrido solar obteve uma média anual de 4,1 l/min, ou seja, 2,3% menor que o consumo do chuveiro elétrico.
O aquecedor a gás obteve uma média de 8,7 l/min, ou seja, 207% maior que o consumo do chuveiro elétrico, o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 l/min, ou seja, 200% maior que o consumo do chuveiro elétrico e o boiler elétrico obteve uma média de 8,5 l/min, 202% maior que o consumo do chuveiro elétrico.
Esses dados são muito relevantes se levarmos em consideração que água tratada é atualmente o bem mais escasso do mundo e, que segundo dados divulgados pela ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 e 2/3 da população mundial seriam afetados.
Os resultados fazem parte do estudo: Avaliação do consumo de insumos (água, energia  elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
[1]Os aquecedores elétricos tipo boiler são aquecedores de acumulação, isto é, o elemento resistivo aquece lentamente a água nas horas sem consumo, para que nas ocasiões de uso, a água já esteja na temperatura adequada.

Fonte: Agência USP – http://www.usp.br/agen/?p=24685

Lâmpadas LED podem ser recicladas?

Conheça um pouco mais sobre as LEDs


Se você adquiriu uma lâmpada LED (Light-Emitting Diode – Diodo Emissor de Luz, em português), mesmo que os preceitos de sustentabilidade não tenham passado pela sua mente na hora da compra, você fez a escolha mais ecologicamente correta. As LEDs diminuem enormemente o desperdício de energia. Para se ter uma ideia, uma lâmpada incandescente converte apenas 5% da energia que utiliza em luz, enquanto a LED tem aproveitamento de 40%. Além disso, a vida útil deste produto é bem longa: cerca de 50 mil horas (equivalente a mais de 5 anos e meio de utilização contínua).


98% dos componentes podem ser reciclados

Outra excelente questão é que 98% dos materiais que compõem a lâmpada LED são recicláveis e não há metais pesados, como mercúrio, em sua produção (caso das lâmpadas fluorescentes). Elas são menos agressivas à vista humana e não demoram ao serem acesas novamente, quando são desligadas.


Uma luminária de LED é composta por várias lâmpadas e a lâmpada é composta por vários LEDs, o que dificulta a perda total do uso da lâmpada com facilidade.

No Brasil, ainda não há um mercado que lucre com a reciclagem de lâmpadas LEDs, por isso para descartá-las é recomendável procurar a prefeitura da sua cidade ou postos que aceitem lâmpadas comuns para fazer a destinação correta.

Fonte: eCycle – http://www.ecycle.com.br

Jardim Vertical Com Garrafa Pet

Autossustentável: Jardim Vertical Com Garrafa Pet
 
O arquiteto Marcelo Rosenbaum, que comanda o quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck, embarcou de vez na onda da sustentabilidade. Um de seus projetos incluiu a Horta Vertical feita com garrafas PET.
A garrafa PET é uma invenção que deu certo em termos econômicos, mas vem trazendo uma dor de cabeça quando pensamos na enorme degradação do Meio Ambiente causada por ela. Buscar alternativas para sua reutilização tem sido um esforço da sociedade em diversos lugares do Brasil.
As garrafas plásticas podem ser reaproveitadas para cultivar vegetais de pequeno porte, temperos e ervas medicinais, presas em muros e paredes ou apoiadas em suportes de diferentes materiais. A ideia é aproveitar pequenos espaços e materiais de baixo custo para montar hortas em casas, apartamentos ou mesmo no local de trabalho. É uma forma popular de se apropriar de técnicas já existentes sustentáveis, viáveis e econômicas.
A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original.

 

Para ter uma horta vertical igual à do Rosenbaum são necessários os seguintes materiais:
 
  • Garrafas PET de dois litros (vazias e limpas)
  • Tesoura
  • Corda de varal
  • Cordoalha (cabos de arame de aço)
  • Barbante ou arame
  • 2 arruelas (somente para quem optar por cordoalhas ou arames)
  • Terra e muda de planta.

 

A primeira tarefa a ser realizada é o corte das garrafas. Todas elas devem ser cortadas da mesma forma, com uma espécie de janela, que será a abertura por onde a planta irá crescer. A distância entre a parte debaixo da garrafa e a abertura pode ser de “três dedos”; na parte de cima pode ser contado um palmo até o corte.

 

Dois furos devem ser feitos na garrafa na região próxima às aberturas, superior e inferior. Será por este espaço que o cordão que segura as garrafas irá passar. O ideal é que todas tenham marcações em distâncias equivalentes, para manter a simetria quando forem penduradas na parede. O fundo de todas as garrafas deve ter um furo, que permita a saída do excesso de água na terra.
 
Autossustentável: Jardim Vertical Com Garrafa Pet

 

Dois fios, que passam pelas extremidades das garrafas, as mantêm presas. Por isso, as arruelas são utilizadas. Quem optar pelo uso dos arames deve colocar as arruelas logo abaixo das garrafas, para servirem como “calço”, para que elas não escorreguem. O barbante e a corda de varal não precisam disso. Nesses casos, basta dar um nó na altura em que a garrafa deverá ficar.

 

Autossustentável: Jardim Vertical Com Garrafa Pet
Com as garrafas devidamente presas e alinhadas, basta colocar a terra, a semente e cuidar para que as plantas cresçam saudáveis.

 

Autossustentável: Jardim Vertical Com Garrafa Pet
 

 

Pequenos Detalhes, Grandes Soluções

É cada vez maior a discussão a respeito dos produtos biodegradáveis e a vantagem destes em relação aos produtos tradicionais por permanecerem menor tempo no ambiente, reduzindo desta forma seu impacto negativo sobre o sistema.  Mas o assunto não deve e não pode ficar restrito somente à substituição do material, e sim, na mudança de nossos hábitos, pois a utilização de produtos biodegradáveis não nos isenta da responsabilidade de diminuirmos a produção de resíduos.

É essencial que tenhamos uma visão global do processo de biodegradação.

Os produtos biodegradáveis, como o próprio nome diz, são degradados biologicamente, mas, ao contrário do que muitos pensam, não ocorre um desaparecimento espontâneo. Este processo ocorre quando microorganismos atuam sobre determinado composto, disponibilizando no meio ambiente substâncias como aminoácidos; além disso, esses mesmos microorganismos utilizam essas substâncias em seus metabolismos e para a geração de novos indivíduos.

Por isso a importância da diminuição desses resíduos, já que quanto mais esses microorganismos trabalham, maior será o aumento da população destes, em virtude do excesso de material biodegradável (substrato/nutriente). O que poderá gerar uma explosão populacional que, segundo o princípio da precaução, deve ser evitado, pois as consequências são desconhecidas.


Contudo, mesmo que essa explosão populacional aconteça, esses microorganismos possuem limitações fisiológicas em metabolizar tanto material o que fará com que a quantidade excessiva de resíduos continue sendo acumulada, independente do resíduo ser biodegradável ou não. Assim o impacto dos biodegradáveis será semelhante aos produtos com material convencional.

Outra questão que vale ser ressaltada diz respeito à composição do produto, ou seja, quanto mais sintético for esse material, mais difícil será o processo de degradação, já que o “maquinário biológico” dos microorganismos pode metabolizar e degradar alguns grupos de materiais nos quais os sintéticos não se inserem. Desse modo, quanto maior for o processo industrial envolvido na obtenção do produto, maior será o tempo de degradação. Muitas vezes, esse produto acaba sendo degradado por processos físico-químicos que demoram mais tempo para ter uma ação efetiva e depurativa.

A importância da biorremediação

Nos estudos sobre biodegradabilidade e microbiologia existe uma área denominada biorremediação, que consiste na utilização de microorganismos capazes de degradar compostos nocivos, como é o caso dos hidrocarbonetos que compõem o petróleo.

Grandes acidentes envolvendo esse combustível fóssil – derramamentos de navios cargueiros, vazamentos em grandes profundidades nas áreas de prospecção (extração), acidentes em áreas continentais através do transporte dos produtos e derivados do petróleo – causam a contaminação dos solos e dos corpos d’água superficiais e subterrâneos, resultando em um impacto de grandes proporções sobre os ecossistemas terrestres e aquáticos. Com o registro do aumento de acidentes desse tipo, a biorremediação se torna cada vez mais importante.


Um exemplo atual da biorremediação, que foi publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences”, relatou a minimização dos impactos do desastre ambiental, ocorrido 2010 no Golfo do México-EUA, em virtude do consumo quase total do metano presente mar por colônias de bactérias.

Por esses motivos, é correto afirmar que a solução para o mundo pode estar nas pequenas coisas, neste caso, nos microorganismos.


Onde descartar lâmpadas fluorescentes?

Antes de saber, 

conheça um pouco sobre a lâmpada fluorescente
e os perigos de seu descarte incorreto

Apesar da praticidade, durabilidade e economia da lâmpada fluorescente, no interior dela existe um componente químico muito perigoso à saúde: o mercúrio, um metal pesado e tóxico. Devido a ele, o descarte da lâmpada se torna muito complicado.

Os riscos do mercúrio

Além de mercúrio, há também a presença de chumbo na composição das lâmpadas fluorescentes. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o valor máximo de mercúrio que pode estar concentrado em uma unidade é de 100mg (miligramas) de mercúrio por quilo do resíduo. O contato com a substância em níveis mais altos pode gerar sérios problemas de saúde.


O maior problema acontece quando a substância é inalada, ainda mais se a quantidade de mercúrio elementar[1] for grande, o que pode causar problemas neurológicos e até hidragirismo (intoxicação que causa tosse, dispnéia[2], dores no peito e outros problemas mais graves).

Na questão ambiental, quando o mercúrio é despejado de maneira irregular em rios, por exemplo, ele volatiza e passa para a atmosfera, causando prováveis chuvas contaminadas. Pode acontecer também de microrganismos absorverem o mercúrio, tornando-o orgânico em vez de metálico. Animais aquáticos e plantas podem reter o mercúrio e assim contaminar o meio ambiente sem que exista chance de erradicação.


E se quebrou?

Fique atento! Antes de limpar a área, a primeira coisa a fazer é retirar do local as crianças e os animais, além de não deixar que ninguém toque no material.

Ventilar o ambiente também é importante. Por isso, janelas e portas devem ser abertas o mais rápido possível. Para retirar os cacos, use luvas e os coloque em um saco plástico que possa ser lacrado para limpar os pequenos pedaços em pó. Use fitas adesivas e papel toalha umedecido para limpar os últimos resíduos que podem passar despercebidos.

Se a lâmpada fluorescente se quebrou em cima de roupas de cama ou qualquer outro tipo de material que tenha contato direto com o corpo, esta peça não pode mais ser utilizada, mesmo após lavagem! Ela tem que ser descartada, pois o contato com mercúrio já a inutilizou. No caso de se cortar com os cacos de vidro, procure assistência médica o mais rápido possível!

Descarte especializado

Processos realizados em locais especializados são responsáveis por retirar o mercúrio das lâmpadas fluorescentes, eliminando assim a possibilidade de contaminações ambientais e intoxicações. Por isso, o descarte deve ser bem feito, procurando os lugares certos, isolando o material em caso de quebra e avisando sobre o conteúdo entregue.

Não deixe que este material seja levado para aterros comuns. Muitas embalagens deste tipo de lâmpada avisam se o produto é reciclável. Para achar locais que aceitam lâmpadas fluorescentes, acesse a seção de busca de Postos de Reciclagem da eCycle, selecione a opção “Lâmpadas” e encontre o local mais próximo de você.


[1] O mercúrio elementar (Hg0) é um líquido de elevada tensão superficial, inodoro e de coloração prateada. 
[2]  Dificuldade em respirar, acompanhada de uma sensação de mal-estar.


Fonte: eCycle e http://reginagorni.sites.uol.com.br/Mercurio.htm 

Dicas para ter uma vida mais sustentável

O Autossustentável separou algumas dicas para tornar seu dia a dia mais ecológico, assim você diminui sua pegada ambiental e colabora com o meio ambiente local e global. Pequenos gestos no seu dia a dia fazem uma grande diferença!

Produtos de Limpeza – O primeiro passo para adquirir uma vida mais sustentável pode ser dado em sua própria casa, na escolha dos produtos de limpeza que você utiliza. Alternativas caseiras como sódio, limão e vinagre podem substituir os produtos de limpeza tradicionais que muitas vezes são tóxicos para o meio ambiente. Se optar por comprar ao invés de fabricar o seu, escolha os que são biodegradáveis e evite os que possuem fosfato em sua composição.
Sacolas Plásticas – O plástico mata milhares de animais por ano além de poluírem o meio ambiente. O papel apesar de biodegradável possui desvantagens ambientais e econômicas em sua fabricação, sendo assim escolha sacolas de pano ou retornáveis para fazer o transporte de suas compras.

Papel – Para o consumo de papel prefira o reciclado que consome de 70% a 90% menos energia que o comum além de poupar nossas florestas.
Garrafas Plásticas – Reutilize garrafas plásticas quando estas não puderem ser substituídas ou escolha squeezes e canecas para matar sua sede. Além de sair mais barato você evita o descarte no meio ambiente. Para os outros produtos que contenham plástico escolha os de embalagens maiores e de preferência com refil; embalagens pequenas é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais.
Economia de energia – Existem diversas maneiras de se poupar energia dentro de casa, uma delas é utilizar uma garrafa térmica com água gelada e cubos de gelo; esta opção evita o abre-fecha da geladeira e fornecerá água gelada para um dia inteiro. Quando for cozinhar retire todos os ingredientes da geladeira de uma só vez.

Eletrodomésticos – Mantenha sua geladeira longe do fogão, pois com o calor, a geladeira precisa consumir mais energia para compensar o aumento da temperatura. Descongele sua geladeira ou freezer antigos pois o excesso de gelo faz com que circule menos ar frio no aparelho sendo necessário maior gasto energético para compensar ou considere trocar de aparelho. Os eletrodomésticos novos consomem até metade da energia comparado aos modelos antigos.
Lâmpadas – Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes que gastam 60% menos energia. Retire os aparelhos da tomada ao invés de deixar em standby pois este modo consome de 15 a 40% de energia mesmo estando desligado.
Computador – Participe de ações virtuais. A internet é uma boa arma para conscientização e mobilização das pessoas. Faça reuniões de trabalho por vídeo conferência para encontros de quinze minutos ao invés de presenciais. Você evita o trânsito, a emissão de gás carbônico, o estresse além de economizar dinheiro e poupar o meio ambiente. Desligue o computador se ficar mais de duas horas sem utilizá-lo e o monitor por 15 minutos. O maior responsável pelo consumo energético do computador é o monitor, os de LCD são mais econômicos.
Ar condicionado – Desligue o ar condicionado a uma hora do final do expediente; a economia de 12,5% diária representará o equivalente a quase um mês de economia no final do ano. Faça a manutenção do seu equipamento; um ar condicionado sujo representa 158 kg de CO2 a mais na atmosfera por ano. O ventilador de teto consome 90% menos energia, combinar o uso dos dois também pode ser uma boa opção, para isso regule o ar condicionado no mínimo e ligue o ventilador.
Lavando Roupa – Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas e pendure-as no varal ao invés de usar a secadora, deste modo as roupas ficarão menos amassadas poupando energia e trabalho na hora de passar. Para lavar a louça ou a roupa procure usar água morna ou fria, e utilize as máquinas quando
estiverem cheias, se não for possível use a metade da capacidade e selecione o modo de menor consumo.
Escolha eletrodomésticos com melhor eficiência energética. Os aparelhos nacionais possuem o selo Procel e os importados o selo Energy Star.


Água – Não é muito difícil economizar água em nossas atividades diárias. Basta fechar a torneira enquanto escovar os dentes, reduzir alguns minutos do banho de preferência de chuveiro ao invés de banhos de banheira que consomem até quatro vezes mais energia e água, não permitir que as crianças brinquem com água, instalar válvulas na descarga para regular a quantidade de água liberada e nos hotéis, opte por trocar lençóis e toalhas a cada três dias.
Cozinha – Para manter uma cozinha ecologicamente correta o primeiro passo é manter a dispensa e a geladeira organizadas. Isso contribui para um melhor planejamento da lista de compras, evitando gastos desnecessários, desperdício de alimentos e de energia. Faça farinha de rosca com pães velhos e salada com as frutas não muito frescas ao invés de dispensá-las.
Tampe suas panelas enquanto você cozinha e aproveite mais o calor. Prefira cozinhar na panela de pressão além de ser mais rápido você economiza 70% de gás. Cozinhe em fogo brando, pois por mais que você aumente o fogo sua comida não cozinhará mais depressa porque a água não ultrapassa 100 ºC em uma panela comum. Coma menos carne vermelha, a criação de bovinos é uma das maiores emissoras de gases de efeito estufa além de demandar grande quantidade de água em sua produção. Escolha alimentos frescos ao invés de congelados e enlatados.
A comida congelada é mais cara e consome mais energia ao ser produzida e os enlatados geram mais resíduos. Evite pedir comida para viagem economizando as embalagens utilizadas. Compre produtos orgânicos e incentive o comércio para que os preços caiam. Estes alimentos respeitam os ciclos de vida dos animais, vegetais e do solo e não contaminam o meio ambiente, além de serem muito mais saudáveis. Frequente restaurante que estimulam este tipo de alimentação.

Lixo – Faça compostagem do material orgânico que sobrar, reduzindo o lixo dos aterros sanitários e a emissão de metano na atmosfera. Além de reduzir o problema você terá um jardim bonito e saudável. Faça coleta seletiva dos materiais reciclados e se não houver este serviço em seu bairro procure um posto de coleta. O óleo de cozinha costuma ser jogado na pia, mas cada litro de óleo chega a poluir um milhão de litros de água. Existem pontos de coleta específicos somente para a recolha desse material.
Pilhas – Use somente baterias e pilhas recarregáveis ou invés de pilhas comuns. Não troque de celular se ele ainda estiver em pleno funcionamento. As peças do aparelho usam derivados de petróleo e metais pesados em suas baterias.
Consumo Consciente – Ser sustentável no caso do consumo não significa que estamos proibidos de fazer compras, mas que podemos optar por produtos mais duráveis, verificar se é ecológico e quais os impactos de seu descarte.
Transporte – Ao comprar um carro, por exemplo, escolha o modelo mais ecológico, que emita menos poluente como o flex ou os carros movidos a etanol. Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana-de-açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Mantenha o carro regulado, ande mais de transporte coletivo, ofereça carona e ande mais a pé ou de bicicleta.
Meio Ambiente – Tenha responsabilidade ambiental, plante uma árvore em seu bairro, proteja uma floresta, regue as plantas à noite ou pela manhã bem cedo, assim você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas; informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata e considere o impacto de seus in
vestimentos.
Essas dicas são muito simples de serem praticadas, basta atentarmos a elas e nos esforçar um pouco para fazermos diferença no futuro do planeta.

Fonte: CicloVivo

Lâmpada incandescente é reciclável?

Partículas de metal inviabilizam reciclagem, e não é só isso!

Confira as dores de cabeça provocadas pelo uso de lâmpada incandescente
Esse tipo de lâmpada não é reciclável. A composição do vidro é feita de um modo diferente, contando com pequenas partículas de metal. Para resolver esse problema, o Ministério de Minas e Energia lançou a Portaria nº 1007[1], em dezembro de 2010, com o objetivo de banir o comércio das famosas lâmpadas incandescentes até o ano de 2016. Elas serão progressivamente substituídas por lâmpadas fluorescentes e modelos LED[2]. Esse processo economizará muita energia. Para se ter uma ideia, os consumidores passarão a utilizar de 70 a 80% menos energia com os novos modelos. Sem contar que, no caso das LED, a reciclagem é muito facilitada. Também há reciclagem no caso das fluorescentes, mas o processo de descontaminação é mais caro e demorado.

Além da economia, a potência e a durabilidade das novas lâmpadas são incomparavelmente superiores aos mesmos atributos das lâmpadas incandescentes. As fluorescentes compactas, que se encaixam em bocais pequenos, serão as principais substitutas das incandescentes. Elas são cerca de cinco vezes mais eficientes e têm uma vida útil de três a dez vezes maior do que as incandescentes. As lâmpadas LED são cerca de 6,5 vezes mais eficientes e logo chegarão a ser 10 vezes mais eficientes, além de durarem de 25 a 50 vezes mais. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a economia chegará a 10 terawatts-hora (TWh/ano) até 2030.
E na hora do descarte?

Se não é reciclável, a destinação tem que ser a mesma dos demais resíduos sólidos secos: o aterro sanitário. No entanto, faça isso em último caso. Há postos públicos e privados para o descarte de todos os tipos de lâmpadas. Você pode acessá-los por meio da seção Postos de Reciclagem da eCycle. Basta clicar aqui, selecionar o item “Lâmpadas” e digitar seu endereço. 


[2]LED (Light-Emitting Diode – Diodo Emissor de Luz) é uma fonte de luz de semicondutores.

Fonte: eCycle – http://www.ecycle.com.br

Aprendizado e Perspectivas – Protocolo de Quioto e o Futuro

Uma das consequências da Convenção Quadro das Nações Unidas Sobre a Mudança Climática na ECO-92 foi a assinatura do Protocolo de Quioto, em 11 de dezembro de 1997.
Apesar do Protocolo ter sido assinado por muitos países e alguns não terem assumido um posicionamento, poucos foram os que ratificaram o mesmo. Os EUA (Estados Unidos da América), até então o maior emissor de CO2, não ratificaram o Protocolo uma vez que este compromisso seria maléfico à sua economia usando como justificativa a falta de metas para países em desenvolvimento (destaque para o Brasil, China e Índia). Essa atitude ecoou negativamente Diante do mundo todo, os EUA receberam os holofotes pela não-assinatura do Protocolo. A não ratificação do Protocolo de Quioto por parte dos EUA ecoou negativamente diante de todo o mundo. 

Os compromissos assumidos neste tratado eram rígidos no que se referiam à redução da emissão de gases que potencializam o efeito estufa, tidos como “a mão do homem” no aquecimento global.
Desde 1997, data de início das assinaturas, até o final de 2004, quando a Rússia o ratificou, o Protocolo de Quioto entrou em vigor somente em fevereiro de 2005. Entre os anos de 2008 e 2012 foi estabelecido o “Primeiro Período de Compromisso” do Protocolo, onde os países-membros deveriam reduzir as emissões de gases do efeito estufa em pouco mais de 5% em relação as emissões registradas em 1990. Tais metas seriam prioritariamente para os países desenvolvidos. O Brasil, portanto, ainda não recebeu meta a ser cumprida no que se referem aos tais gases.
Sabe-se que os países em pleno desenvolvimento respondem por uma parcela considerável de 52% das emissões e que a ausência de metas para eles pode ter sido um erro crasso.
A reforma nos setores de energia e transportes e a promoção do uso de fontes de energia renováveis, assim como proteger florestas e outros sumidouros de carbono, juntamente com a limitação das emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos, seriam ações básicas para o alcance da redução proposta para os países desenvolvidos.
Após o “Primeiro Período de Compromisso”, novas negociações e metas serão implementadas ao Protocolo de Quioto, visto que a meta, apesar de ambiciosa, ainda é tida como insuficiente para a frenagem do aquecimento global. 

Em meio a este cenário, o Canadá retirou-se do Protocolo após 14 anos do mesmo. Peter Kent, Ministro do Meio Ambiente do Canadá, afirmou que o país está encontrando um meio legal de abandonar formalmente o Protocolo. O fundamento utilizado por Kent para a saída do Protocolo seria o não funcionamento do mesmo, já que os dois maiores emissores de gases do efeito estufa, China e EUA, não participam do tratado. E, além disso, o Canadá estaria correndo sério risco de pagar multas pesadas se permanecesse. Isto porque ao invés de reduzir suas emissões, os canadenses as elevaram. Com isto, a América do Norte esteve praticamente ausente da primeira etapa do Protocolo, pois os EUA não ratificaram, o Canadá “abandonou o barco” e o México, por não ser considerado desenvolvido, não tinha metas a cumprir.
As novas metas para o pós 2012 estão sendo delineadas desde 2007 e se encaminham para a criação de um limite para a comercialização dos créditos de carbono, metas de redução de emissão de gases também para os países em desenvolvimento e a eficiência energética, que ajudaria a reduzir as emissões de gases do efeito estufa. As emissões advindas do desmatamento e da degradação florestal também foram apontadas como norte das próximas metas.

Observemos o desenrolar de 2012 para saber se as metas da primeira fase serão cumpridas, se os EUA ratificarão este “Segundo Período de Compromisso” do Protocolo de Quioto ou se mais países retirar-se-ão do acordo firmado temendo o rombo nos seus cofres e quais serão as metas do Brasil nesta nova fase.

Os 10 Mandamentos Para Economizar Água


Evite o desperdício, seguindo os dez mandamentos

  • No banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros.
  • Ao escovar os dentes: escove os dentes e enxague a boca com a água do copo. Assim você economiza 3 litros de água.
  • Na descarga: Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.
  • Na torneira: Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa, 1.380 litros por mês. Feche bem as torneiras.
  • Vazamentos: Um buraco de 2 milímetros no encanamento desperdiça cerca de 3 caixas d’água de mil litros.
  • Na caixa d’água: Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada.
  • Na lavagem de louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxague tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheio.
  • Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com esguicho-revólver ou regador.
  • Lavar carro: Com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina lavar roupa.
  • Na limpeza de quintal e calçada USE VASSOURA – Se precisar utilize a água que sai do enxague da máquina de lavar.

Lixo eletrônico: o que fazer após o término da vida útil dos seus aparelhos?

 

Com tantas novidades tecnológicas e a aquisição de novos equipamentos como computadores e laptops, muitos consumidores não fazem o descarte correto dos antigos. Estes equipamentos são produzidos com substâncias nocivas, e uma vez descartados de forma incorreta em locais pouco apropriados como lixões e perto de lençóis freáticos tornam-se problemas ainda maiores.
Números que impressionam

 

Para se ter uma ideia, os resíduos eletrônicos já representam 5% de todo o lixo produzido pela humanidade. Isso quer dizer que 50 milhões de toneladas são jogadas fora todos os anos pela população do mundo.
O Brasil produz 2,6Kg de lixo eletrônico por habitante, o equivalente a menos de 1% da produção mundial de resíduos do mundo, porém, a indústria eletrônica continua em expansão. Até 2012 espera-se que o número de computadores existentes no país dobre, chegando a 100 milhões de unidades.
Deste total, 40% se encontram na forma de eletrodomésticos. Aqui no Brasil são fabricados por ano 10 milhões de computadores, e quase nada está sendo reciclado.  Com relação a celulares e baterias, que são fabricadas através de componentes tóxicos, já são 150 milhões.
Entrarão no mercado anualmente mais 80 milhões de celulares, mas somente 2% serão descartados de forma correta. Os outros 98% serão simplesmente guardados em casa ou despejados no lixo comum, o que resultará em mais impacto ambiental.
Onde reciclar?
 
Todas essas informações são para mostrar a importância da reciclagem dos aparelhos eletrônicos que não serão mais utilizados. Existem várias empresas que lidam com a reciclagem destes materiais, ou é possível fazer doações para organizações que trabalham com inclusão digital.
Para celulares, procure sempre as revendedoras de sua operadora, para que as baterias possam ser devolvidas às empresas fabricantes, sendo despejadas em locais seguros. Para pilhas, procure os locais de coleta seletiva da sua cidade, e não as jogue no lixo comum.
Os eletrodomésticos podem ser doados para pessoas carentes ou locais em que as peças possam ser reutilizadas para arrumar outros aparelhos com defeito. É preciso ter em mente que muitas pessoas podem precisar daquilo que para nós é considerado obsoleto.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) lista as principais empresas de informática e celulares, e onde os aparelhos das marcas determinadas podem ser descartados.
A ONG Lixo Eletrônico também dá aos usuários uma lista de locais onde pode ser feita a doação de artigos para a reciclagem dos resíduos eletrônicos.
Já para doar seu computador, visando à inclusão do mesmo em programas de inclusão digital, você pode procurar a CDI. É necessário que o seu PC tenha alguns requisitos básicos, para que possa ser reutilizado por crianças e comunidades carentes.
Uma dica para reciclar seu computador da melhor forma possível, caso não haja condições do mesmo ser reutilizado é dividir e desmontar o PC. Através disso você poderá separar os componentes de metal e plástico, fazendo com que ambos tenham um destino correto.
O que acontece é que as empresas de reciclagem normalmente são especializadas, ou seja, só reciclam plásticos ou metais, não os dois juntos. Sendo assim, separar se torna uma boa alternativa para aproveitar o máximo do seu computador velho de guerra.
E você? Como anda seu espírito reciclador? Você anda jogando seus eletrônicos no lixo comum ou dá a eles um destino correto? Comente sobre este artigo, conte histórias e indique organizações na sua cidade que lidem com o lixo eletrônico. Todas as dicas são bem-vindas.