Autossustentável é TOP 3 Sustentabilidade

Boa tarde amigos,
Mais de 16 mil blogs concorreram em 25 diferentes categorias ao Prêmio TopBlog 2011, que já está em sua terceira edição. A cerimônia de premiação ocorreu na noite deste último sábado no auditório da UNIP na cidade de São Paulo.

Nesta premiação o Autossustentável obteve a colocação de 3ª (terceiro) melhor – TOP 3 – blog pessoal do Brasil na categoria Sustentabilidade, de acordo com o júri acadêmico.
Estamos felizes com essa certificação e gostaríamos de compartilhar a notícia da premiação com todos vocês, leitores, amigos, colaboradores e parceiros do Autossustentável, pois vocês são muito importantes para nós. Além do prêmio, que é sempre bem vindo, o reconhecimento é algo que damos muito valor, pois é o fruto que colhemos depois de 1 ano e 8 meses de muito trabalho e dedicação, nesta luta incessante por um mundo melhor e mais sustentável.
Presente à premiação o nosso idealizador, Leonardo Borges
Acreditamos que pequenas ações diárias podem fazer a diferença se pensarmos coletivamente. E, é nesta direção que estão nossas velas: sempre fazendo o bem e acreditando no que julgamos ser o certo.
Obrigado a todos que votaram e ajudaram no desenvolvimento do nosso site. Esperamos inovar e progredir ainda mais. Logo, logo teremos muitas novidades para vocês. Aguardem.
Autossustentável agora é TOP 3 na categoria Sustentabilidade.
Saudações Verdes!

Casa Cor 2012 adota conceito Lixo Zero


As tendências em design e materiais para decoração e construção estarão ao lado da sustentabilidade na Casa Cor Santa Catarina 2012.

A próxima edição do evento, que já começa a ser estruturado, terá como diretriz o conceito Lixo Zero, que tem como premissa reduzir ao máximo o envio de lixo para aterros sanitários, chegando a quase zero. Para isso, são adotadas ações de gestão e monitoramento da destinação dos resíduos em todas as etapas da organização. A primeira é a restauração do imóvel que sediará o evento, antigo Hotel da Lagoa, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.

A primeira etapa consiste na organização do espaço e início das obras de restauração, com atividades de demolição e construção do novo ambiente. Os trabalhos iniciaram na última semana de novembro deste ano e irão continuar até o encerramento do evento, que ocorrerá entre maio e junho de 2012. A Novociclo Ambiental, especializada em gestão de resíduos, está responsável por acompanhar e encontrar soluções para o encaminhamento correto dos materiais que precisam ser descartados.

No primeiro mês de atividades foram gerados cerca de 35000 kg de resíduos classe A (tijolos, cerâmicas, concreto, pedras em geral); 4000 kg de madeira; 1500 kg de metais (maioria sucata); 100 kg de vidro e 15 kg de plásticos. Todo o material gerado é encaminhado para reciclagem e as peças que podem ser reutilizadas, são reaproveitadas. Esta fase deve seguir até fevereiro, quando iniciará a montagem dos ambientes da exposição.

Uma equipe de especialistas da Novociclo acompanha todo o processo, com visitas regulares ao local, encaminhamento adequado dos materiais e orientando todos os envolvidos sobre a gestão de resíduos. O trabalho de gerenciamento ambiental será finalizado apenas depois da desmontagem de toda a estrutura.

De acordo com o diretor executivo do evento, Lucas Petrelli Wilmer, a Casa Cor 2012 tem como objetivo se tornar referência mundial em sustentabilidade. “Esse é um grande desafio, pois historicamente a abordagem da organização e dos expositores tinha mais ênfase no resultado estético final do que em todo o processo, e isso vem mudando. Da parte da organização podemos di
zer que temos consciência do impacto negativo em gestão de resíduos que o evento poderia ter se não tivéssemos esse cuidado”, declara.
Casa Cor Santa Catarina 2012 – Será realizada entre 1 de maio e 10 de junho, no Antigo Hotel da Lagoa, localizado no Mirante do Morro da Lagoa, na SC-404, nº 5001. Deve reunir cerca de 30 mil pessoas. Em 2011, se consolidou pelo segundo ano consecutivo como o segundo maior em público dentro todas as Casa Cor do Brasil. Na última edição, 26 mil pessoas passaram pelo evento que tem como característica revitalizar imóveis e áreas degradadas da cidade, renovando endereços e dando novos usos para imóveis que estavam abandonados ou ociosos.

Amianto: dos problemas ao descarte

A fibra deste mineral, formado por cálcio, alumínio e ferro, é potencialmente cancerígena. Conheça um pouco do amianto e as polêmicas que o envolvem:

O amianto é um material impressionante por suas propriedades, como a resistência a altas temperaturas, a qualidade isolante e a durabilidade; sendo por isso usado em larga escala desde o século XX.  Porém, ele também é um material perigoso, visto que a inalação das fibras do pó de amianto origina mutações que podem causar câncer, principalmente o de pulmão.

O material pode ser encontrado em telhas e em certos modelos de caixas d’água.  Assim, simples atitudes como executar a instalação desses produtos, podem liberar partículas de amianto, aumentando o risco para a saúde dos consumidores. Contudo, os fabricantes contestam esse argumento, declarando que a forma em que o produto se apresenta ao consumidor constitui fibras que formam uma amálgama impossível de ser inalada.


Com relação ao descarte, esse tipo de material deve ser descartado juntamente com produtos tóxicos, em locais especializados. Mas as garantias apresentadas pelos fabricantes não são suficientes, já que o amianto não é reciclável ou reutilizável, e mesmo os fabricantes contatados não souberam indicar a melhor maneira de executar o adequado descarte. Por isso, prudentemente, recomenda-se o uso de telhas e caixas d’água feitas com plástico, que apesar de serem feitas a base de petróleo, trata-se de uma alternativa reciclável.

Para o adequado descarte dos produtos  feitos com amianto, a melhor iniciativa seria uma consulta à Secretaria do Meio Ambiente de sua cidade, entidade supostamente mais qualificada a executar tal auxílio (a resolução 348 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 2004, determina que produtos que posuem o amianto como matéria-prima não podem ser descartados em qualquer local). 

No eCycle você poderá conferir mais detalhes sobre o tema, assim como endereços de eco pontos distribuídos por algumas prefeituras.
No entanto, antes de se dirigir a um desses destinos, não deixe de entrar em contato com a entidade em questão. Porque, por incrível que pareça, pode ser que não aceitem tais resíduos.

Fonte: eCycle

Sustentabilidade: Conceito, Desafios e Futuro

As primeiras ideias de desenvolvimento sustentável apareceram nos anos 1980, sugerindo crescimento para todos e a conservação de recursos para a nossa sobrevivência e das gerações futuras. Dentro desse contexto, caracteriza-se o conceito de sustentabilidade como integração das dimensões ambientais, sociais e econômicas, e aponta-se a necessidade de mudança do comportamento do consumidor para aumentar a demanda por produtos sustentáveis.
Em 1987, foi publicado o relatório Nosso Futuro Comum, expondo a situação do planeta. Este documento derivou da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD), de 1983, presidida por Gro Harlem Brundtland, ficando conhecida como Comissão Brundtland. Serviu como guia para a Conferência do Rio de Janeiro, em 1992, e introduziu o conceito de desenvolvimento sustentável. O relatório não buscava prever a decadência do mundo, mas sim, a possibilidade de um crescimento econômico que incluísse a conservação dos recursos ambientais. Reconheceu os impactos que o crescimento e o desenvolvimento podem ocasionar, mas não propôs que se cessasse o progresso, e sim, que se adotassem práticas de conservação do meio-ambiente (WORLD COMMISSION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT, 1991). O desenvolvimento sustentável surgiu como uma proposta de novas formas de desenvolvimento, considerando tanto o crescimento quanto o meio-ambiente.
A temática da sustentabilidade apesar de não ser um tema atual, ganhou ênfase nos últimos anos, quando a preservação ambiental tornou-se o foco das empresas e da sociedade, que vem sofrendo os impactos da destruição da natureza. Pela primeira vez, trata-se o problema como algo que vai além da questão ecológica, incorporando aspectos sociais.
Thierry Kazazian, autor do livro Haverá a Idade das Coisas Leves (2005), sugere que o pensamento ecológico desenvolveu-se nos anos 1960 como um meio de contestar a sociedade materialista, a política e a cultura da época. Se nessa década o pensamento ecológico surgiu em virtude da contracultura, foi nos anos 1970, com a crise do petróleo, que a sociedade tornou-se realmente ciente dos limites dos recursos ambientais. A crise gerou a necessidade de encontrar alternativas de energia, assim como de avaliar os processos produtivos. Foi neste período que ocorreu a primeira conferência internacional da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o assunto, em Estocolmo. Ainda na década de 1970, o consumo dos recursos naturais começou a superar a capacidade de renovação da Terra. Na década de 1980, uma sucessiva onda de desastres ecológicos evidenciou os impactos negativos de nossa busca pelo progresso. O aquecimento global, o buraco na camada de ozônio e a redução da biodiversidade são exemplos das conseqüências dos processos industriais. A consciência tornou-se global devido à evolução paralela da divulgação de informação.
A evolução do conceito de desenvolvimento sustentável, como solução dos problemas ambientais e sociais derivados do progresso desenfreado, aconteceu de forma lenta. A consciência global, ou seja, a percepção do problema como de todos, é recente e exige atitudes positivas rumo à mudança. Esta levará às condições de sobrevivência das gerações atuais e futuras.
Com a temática da sustentabilidade em destaque, surge uma conscientização ecológica mais visível e a necessidade de encontrar alternativas para manter o progresso econômico, juntamente com a preservação ambiental e condições de trabalho justas. Não se pode, e nem se quer, voltar aos valores arcaicos de sobrevivência. (KAZAZIAN, 2005). O autor afirma que não se questiona o sistema capitalista em si, mas como equilibrar a divisão de bens e de renda em um mundo que apresenta enorme desigualdade local e global: “20 % da população consome 80% dos recursos naturais extraídos.
 Uma vez que não se pretende contestar esse modelo econômico, que sugere renovação constante de produtos e serviços, é preciso encontrar um modo de fazer a transição para uma sociedade sustentável, que equilibre a divisão de renda, proporcione o acesso aos bens e serviços a todos, e que preserve a natureza. O planeta atingiu um limite que não se refere somente à questão ambiental, mas também à falta de empregos, mercado e recursos para todos.
Seguindo esses preceitos, muitas empresas têm voltado sua produção para reciclagem e reaproveitamento, e surgem metas a serem atingidas por governos e nações. Em edição especial da Revista Veja (2010), Sustentabilidade, sugere-se que o que era apenas uma proposta teórica, há oito anos, tornou-se prática por parte de governos, empresas e pessoas. A mesma matéria traz opiniões de especialistas no assunto, que argumentam que sustentabilidade não se trata somente de preservação ambiental. Sabe-se que a Terra já sobreviveu a diversas extinções em massa, então o importante é encontrar maneiras do planeta sustentar a civilização moderna. Recursos existem, mas não são bem divididos e são consumidos antes que a Terra possa repô-los.

Fonte: Quadro: Sustentabilidade – artista: LuWa

As mudanças se fazem necessárias porque não há como manter o crescimento nos padrões de produção e consumo atuais. As empresas buscam em inovações tecnológicas, alternativas de energia renovável, reaproveitamento de materiais, redução do consumo de recursos naturais, entre outros processos sustentáveis.
Se no século XX a temática surgiu como estratégia de desenvolvimento, hoje, no século XXI, ela atingiu dimensão e escala maiores. Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e candidata à Presidência, disse que “o século XXI é tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável”.

Para refletir…

Adote a bicicleta como transporte e ganhe tempo, dinheiro e saúde

Em tempos politicamente corretos, são cada vez mais comuns pessoas que trocaram o automóvel pela bicicleta. As justificativas são muitas, e passam desde a preservação do meio ambiente até o bem-estar dos ciclistas. Os benefícios são tantos que é fácil perceber porque as bikes trocaram o status de brincadeira de criança para meio de locomoção de muitos adultos.
Algumas capitais europeias já atentaram para os benefícios das bicicletas e oferecem aluguel fácil e barato tanto para moradores quanto para turistas. No Rio de Janeiro, o sistema foi implementado recentemente. O ato de pedalar gera uma economia enorme para seus usuários, que poupam tempo e dinheiro e têm um ganho significativo em saúde. Confira todos os benefícios de adotar a “magrela” no seu dia a dia:
Economia – Além de ser muito mais barata que um automóvel, a bicicleta tem a vantagem de ter uma manutenção muito mais simples e acessível – com as ferramentas certas, você pode consertá-la em casa mesmo. Ela também é de impostos, seguro, combustível, garagem…  Basta uma corrente e um cadeado para “estacionar” sua bicicleta em qualquer lugar.
Tempo de locomoção – Já foi comprovado através de diversos desafios intermodais (em que vários usuários realizam o mesmo trajeto com diferentes meios de locomoção): nas cidades grandes, onde o tráfego de veículos é intenso, a bicicleta é o modo mais rápido de chegar em casa. Enquanto veículos maiores ficam trancados em engarrafamentos de diversos quilômetros, as bikes fazem qualquer trajeto de maneira mais rápida. Mas, atenção: respeite sempre os sinais de trânsito, eles valem para os ciclistas também.

Saúde – Para quem não é fã das academias de ginástica, pedalar é uma excelente maneira de exercitar o corpo diariamente. E o benefício disso a gente já conhece: queima de calorias, aumento da massa muscular e aumento da capacidade respiratória, além de outros inúmeros benefícios indiretos para a nossa saúde.
Meio Ambiente –As bicicletas são uma alternativa sustentável aos veículos motorizados, já que não poluem o ar e não utilizam combustíveis. Além de poupar seu dinheiro, também poupa seus pulmões do ar contaminado das grandes cidades. E não se engane se você pensa que vai inalar mais ar poluído na bicicleta. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto do Coração, motoristas inalam mais poluição dentro do carro do que um ciclista.


MAS NÃO DEIXE A SEGURANÇA DE LADO! Caso você decida aderir à onda do transporte em duas rodas, não deixe de investir em equipamentos de segurança como capacete e colete refletivo para uso à noite. É possível encontrar dicas úteis no blog Vá de Bike. Boas pedaladas!


Precisamos da sua mão, no bolso!

Olá amigos, parceiros e leitores!

Estamos super felizes com a classificação do Blog Autossustentável entre os 3 Finalistas da Categoria Sustentabilidade / Júri Acadêmico do Prêmio TopBlog 2011, juntamente com o Blog Consciência com Ciência – Uma visão biológica e sustentável do Planeta e o Blog da Gisele Bündchen – Aqui a moda é ser responsável.
O Prêmio Top Blog é um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (Júri acadêmico) os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (Pessoal, Profissional e Corporativo) e categorias (25 ao todo, entre as quais Sustentabilidade).
Agradecemos a todos que acreditaram em nosso trabalho e neste projeto de vida. Sabemos que esta é a semente para fazermos a diferença. 
A divulgação dos vencedores será no próximo dia 17 de dezembro, durante a cerimônia de entrega dos prêmios, na cidade de São Paulo. Gostaríamos muito de estar presentes à cerimônia (através de nosso idealizador Leonardo Borges) e para isso contamos com a colaboração de vocês.
Você pode ajudar a financiar o Autossustentável através do financiamento coletivoou crowdfunding (*).

E como isso seria feito?
Através de uma “vaquinha” entre amigos, leitores e colaboradores com a finalidade de custear a passagem de ida/volta, mais despesas de transporte local, ao custo total de R$200,00 (duzentos reais). Quem tiver interesse e disponibilidade para crowdfundear (ou financiar) nossa participação, por favor entre em contato para que possamos informar os dados bancários.
Agradecemos a todos pelo reconhecimento de chegarmos à etapa finalista.
“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória.” Henry Ford
(*) O financiamento coletivo ou “crowdfunding”é a obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. O termo é muitas vezes usado para descrever especificamente ações na Internet com o objetivo de arrecadar dinheiro para artistas, jornalismo cidadão, iniciativas de software livre e ajuda a regiões atingidas por desastres, entre outros.

O que é Sustentabilidade?

Segundo o dicionário Houaiss, sustentabilidade é: característica ou condição do que é sustentável – que pode ser sustentado; passível de sustentação.


Essa definição é burocrática, nada conceitual. A definição correta de sustentabilidade na visão atual é atividade economicamente viável, socialmente justa e ecologicamente correta – o Triângulo da Sustentabilidade.

Um exemplo real de comunidades humanas que praticam a sustentabilidade em todos níveis são as ecovilas (ver link).


Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido.
Ao atuarmos de forma irresponsável e queimarmos indiscriminadamente nossos recursos naturais, sem dar tempo ao planeta para se recuperar, estamos provocando a escassez de recursos necessários a nossa sobrevivência e dificultando a vida de milhões de pessoas. Um exemplo clássico disso é a falta de água potável que muitas comunidades vem enfrentando em alguns países e que, se uma forma mais grave de escassez se manifestar, acabará causando guerras pela posse e conquista das fontes de água potável remanescentes.
A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais frequência aos grandes empreendimentos.
Ações aparentemente simples e de pouco impacto, quando tomadas por um grande número de pessoas, tornará a sustentabilidade uma realidade palpável e real em qualquer parte onde haja a presença humana e garantirá a sobrevivência de nossa espécie por muito mais tempo.

Ajude a produção “Belo Monte – Anúncio de uma Guerra” se tornar real – CATARSE

Uma das causas mais discutidas e nebulosas no momento é a construção da Hidrelétrica de Belo Monte. Normalmente ela é atrelada somente ao meio ambiente e à causa indígena, o que é uma simplificação.
A questão de Belo Monte condensa várias das principais causas do nosso país. E é desastrosa em todos os aspectos: ambiental, cultural, econômico, político e social.
Nosso filme tem 120 horas filmadas na região do Xingu, Altamira, Brasília e São Paulo, contendo depoimentos reveladores de envolvidos com a obra ou afetados por ela.
Fizemos um trabalho investigativo que deixa claro: Belo Monte está sendo imposta pelo governo, que não está disposto a dialogar com os índios, nem com o resto da sociedade.
Se você está aqui, já entendeu que não escolhemos o financiamento coletivo por acaso. Mais do que um filme, queremos que “BELO MONTE – Anúncio de uma Guerra” seja um ato político da sociedade, uma luta pelo acesso à informação e pelo direito de participar das decisões do país.
Queremos levantar R$114mil em 30 DIAS para terminar o filme. Parece muito, mas na verdade não dá nem pra chegar nos cinemas. Nossa meta então, é soltar o filme na internet e divulgar a verdade sobre essa obra desastrosa.
O dinheiro será todo investido na edição e finalização do filme, além de restituir pelo menos uma parte do que já foi investido até agora pela própria equipe. Foram 3 expedições ao Xingu, com inúmeros gastos em transporte aéreo, fluvial, terrestre, alimentação, hospedagem e outros aspectos de produção.
Para ver o orçamento completo do filme, clique aqui
Já são muitas as pessoas que doaram seu trabalho e seu dinheiro ao filme, e só chegamos até aqui porque sabemos que junto com vocês podemos parar essa obra desastrosa.
FAÇA UMA DOAÇÃO. Ajude a parar Belo Monte e iniciar uma discussão séria sobre a política energética do Brasil.
Contato:
Twitter: @belomonteofilme

Direção: André D’Elia
Produção Excutiva: Beatriz Vilela, Francisco D’Elia
Direção de Fotografia: Rodrigo Levy Piza, Federico Dueñas
Direção de Som: Téo Villa, Diego Depane
Desenho Gráfico: Federico Dueñas
Montagem: Mauro Moreira
Ass. de Montagem: André Souza
Campanha e Mobilização: Digo Castello, Daniel Joppert, Caio Tendolini

Lucas, o duende ecológico!

Com o intuito de propagar a corrente do bem e difundir obras e trabalhos exemplares, divulgamos o projeto: “Lucas, o duende ecológico”, o mais novo trabalho do cartunista Léo Valença. E para quem ainda não conhece esse cartunista engajado pela luta da preservação ambiental, no início deste ano, ele lançou o livro “Aquecimento Global em Cartuns” – leia o artigo – no qual foi responsável pela organização. Além disso, participou da criação dos cartuns da obra, amplamente divulgada através da internet, jornais e revistas, juntamente com outros cartunistas de diversas regiões do país. 

Agora, Léo Valença criou um novo personagem chamado Lucas, o duende ecológico, que ama e protege as plantas e animais, ajudando a mantê-los saudáveis e felizes. O personagem visa promover uma reflexão sobre a preservação do meio ambiente junto às crianças e jovens. É uma maneira criativa de chamar a atenção para a sustentabilidade de nosso planeta em um formato divertido e interessante.

Em breve o portal Green Nation (www.greennation.com.br) estará publicando as aventuras ecológicas do Lucas. Aguardem!

Vote no Autossustentável e nos ajude



Autossustentável passou para o 2º turno do Prêmio Top Blog! Estamos entre os 100 blogs mais votados do Brasil na categoria Sustentabilidade e entre os 30 mais votados desta semana.

A votação vai até dia 22 deste mês. Não deixe de votar! 

Para votar é simples e você vai gastar poucos segundos. É só seguir os seguintes passos:
  • Clique no botão Votar
  • Escolha o método de voto, Twitter ou E-mail
  • Insira seu Nome e E-mail ou autorize seu twitter
  • Você receberá um e-mail para confirmar o voto, clique para confirmar.

Pronto, você ajudou o Autossustentável! Um muito obrigado e saudações verdes!

A simplificação e suas consequências ambientais

Ao contrário do que é sugerido pelo senso comum, muitas vezes a simplificação não é sustentável. E isso pode ser entendido através de um exemplo clássico na zona rural. 
O desmatamento causado pela implantação de pastos e lavouras extensivas é considerado uma prática comum e simples. Porém, essa simplificação destrói indiscriminadamente todo e qualquer tipo de formação vegetal, de pequeno, médio ou grande porte, independente de sua importância ecológica, medicinal/farmacológica, ornamental, cultural, estando ou não em vias de extinção. Logo depois, o processo é agravado pela prática das queimadas resultando na transformação de toda a matéria viva, que durante anos foi formada retirando do solo os nutrientes para seu desenvolvimento e crescimento com suas funções e serviços ambientais que beneficiam tanto aos animais como ao homem. E, repentinamente, tudo isso vira cinzas. Nada poderia ser mais simples. O plantio nessa área realmente gerará uma alta produtividade devido à facilidade de absorção dos minerais que estão muito disponíveis, mas como eles são metabolizados rapidamente causam o empobrecimento do solo que, já estando morto em função das altas temperaturas que exterminaram os organismos e microorganismos presentes nas camadas superficiais do solo, levará novas áreas a serem devastadas em aproximadamente três anos. Assim, todo o processo simplificado se reinicia. 

Porque essa simplificação não é sustentável? 
A complexidade que acompanha a sustentabilidade está baseada na sensibilidade em examinar atentamente a natureza no sentido de assemelhar-se a ela. As diferentes formações vegetacionais (florestas, savanas, campos, etc.), independente de suas características climáticas (úmidas, sub-úmidas, semi-áridas e etc.), vivem em um equilíbrio dinâmico. E este equilíbrio, juntamente com a disponibilização gradativa de matéria orgânica, permite que essas formações vegetacionais se sustentem através da ciclagem de nutrientes promovida pelos microorganismos ali presentes. É nesse ponto que nasce a questão da cópia, ou seja, a retirada seletiva de árvores dessas florestas para a implantação de cultivos (corte seletivo) ou a poda das partes aéreas na vegetação para diminuir o sombreamento (raleamento), isso simula a queda das árvores e queda de troncos e folhas. É essencial que esse material continue na área para que, assim como nas florestas intocadas, os microorganismos possam agir e disponibilizar os nutrientes tanto para as plantas nativas remanescentes, quanto para o plantio instalado. Esses nutrientes são liberados gradativamente ao longo do tempo e o sistema fica mais rico e capaz de manter a umidade por um período mais prolongado através da cobertura morta no solo. 
  • Simples: Área com vegetação derrubada, queima do material, plantio, exploração do solo até sua exaustão, e conseqüente mudança de área. 
  • Complexo: Área manejada com corte e poda seletiva de material, disposição do material para ser degradado e disponibilizado pelos microorganismos para as plantas que, por sua vez, vão continuar tendo queda natural de troncos, folhas, flores e frutos para serem degradados e disponibilizados. 

Resumindo: O que não possibilita um ciclo não gera sustentabilidade. A maioria das simplificações não respeita os processos naturais interrompendo-os, e, consequentemente quebrando os ciclos.


MODA E SUSTENTABILIDADE: UM PARADOXO

Autossustentável: Ecologicamente correto?

A busca por alternativas sustentáveis tem crescido dentro de empresas e por parte de governos, que está tratando a temática como uma oportunidade de negócio e, simultaneamente, como caminho para a sobrevivência. Segundo matéria divulgada na Revista Veja (2010, edição especial de sustentabilidade), o assunto ganhou visibilidade no século XX, mas, somente agora, o problema tomou proporções maiores. Fato que corrobora para que o mundo se mobilize de forma a conciliar esse conceito com a produção e o consumo, processos que caracterizam o progresso e crescimento. As empresas têm papel importante nessa mudança, já que adotam, ou não, atitudes que possibilitam novos processos produtivos, resultando em novos produtos e, por último, nova relação de consumo.
Ao tratar da responsabilidade de empresas e indústrias na transição para uma sociedade sustentável, é imprescindível citar a indústria da moda.
Segundo Feghali e Dwyer (2004), a indústria têxtil é uma das atividades mais antigas e que emprega grande quantidade de mão-de-obra. Lee (2009) chama a atenção para os impactos dessa indústria que ficam ocultos nas extravagâncias das passarelas e nas novidades das vitrines. Esses impactos vão desde a exploração da mão-de-obra, à poluição consequente do uso de produtos químicos e tóxicos. Cabe, ainda, lembrar o uso de peles de animais para confecção de casacos e outros artigos de moda. A produção acelerada, com consumo desenfreado, transforma rapidamente esses produtos em artigos obsoletos, que serão destinados a outras pessoas ou então aos lixos e aterros. O surgimento das redes de moda fast-fashion e o processo resultante de encurtamento da vida útil das peças contrariam o contexto atual de preocupação ambiental. A oferta de uma moda mais acessível em termos de custo aumenta o consumo de peças e o consequente descarte, tudo em ritmo acelerado, funcionando como um círculo vicioso. O mercado fast-fashion pressiona a produção mais rápida para atender a demanda do consumidor por novidades. Essa produção, segundo Black (2008), se dá às custas da degradação ambiental e de condições de trabalho muitas vezes desfavoráveis, com salários injustos, para que o preço final do produto seja acessível. Enquanto a sustentabilidade sugere o ciclo de vida do produto prolongado, dentre outras definições, a moda caracteriza-se como novidade e mudança periódica.
Paralelamente a este cenário de moda rápida, poluente e exploradora, estamos vivendo em uma era na qual a indústria da moda, junto de outras instituições, direciona esforços para diminuir esses impactos causados no meio ambiente, seja através da reciclagem, de tecidos ecológicos ou de reaproveitamento. Os profissionais de moda têm procurado desenvolver produtos de forma sustentável, considerando a demanda de um consumidor consciente. Deve-se levar em conta o comportamento do consumidor, porque se não houver demanda e desejo pelo produto ou serviço, não há razão dos mesmos existirem. Assim, é fundamental que o consumidor tenha atração pelo produto ou serviço ecológico, pois é através da sua demanda que as empresas e governos irão direcionar esforços para conduzir suas atividades de maneira sustentável.
Feghali e Dwyer (2004) definem a Moda como um dos maiores negócios do mundo atualmente. Mas, esses negócios são pautados no aumento da produtividade e na oferta, cada vez mais rápida, de novos artifícios para atender a demanda do consumidor. Esse contexto se mostra contraditório aos critérios de sustentabilidade, já que estes pretendem aumentar a durabilidade do produto, conferindo-lhe maior tempo de vida, bem como pretendem promover o trabalho justo e economicamente viável.
Pensando em conciliar as duas realidades, de crescimento econômico e sustentabilidade, é preciso encontrar soluções promissoras que proporcionem este desenvolvimento através da indústria da moda. Para tal, é necessário mudar as formas de produzir, consumindo menos recursos, reaproveitando o que já existe, maximizando o tempo de vida dos produtos e consumindo menos energia. É fundamental dispor de criatividade, por isso a sustentabilidade é uma plataforma para inovação, já que exige a criação de novos processos, novos produtos e novas formas de consumo.
Alguns profissionais já têm seguido esse caminho sustentável, principalmente através do uso de tecidos ecológicos e pelo reaproveitamento de resíduos têxteis provenientes das indústrias. Hoje, a reciclagem de tecidos e a transformação de PET em fio, são alternativas sustentáveis da indústria têxtil. O estilista gaúcho Oskar Metsavaht é criador da Osklen, marca associada a projetos e parcerias sustentáveis com repercussão internacional e que utiliza tecidos ecológicos; a estilista gaúcha Anne Anicet tem o trabalho voltado ao desenvolvimento sustentável, reaproveitando resíduos têxteis das indústrias na confecção de novas peças; a Maxitex, indústria têxtil nacional, fabrica fios ecológicos, inclusive os reciclados de PET e algodão; o estilista Alexandre Herchovitch já fez uma parceria com a ONG Florescer reaproveitando roupas usadas, transformando-as em novas peças; a estilista Rita Wainer lançou uma coleção, também com o reaproveitamento de roupas usadas. Exemplos de iniciativas como essas têm crescido entre profissionais guiados pelo mesmo valor: sustentabilidade.

Para Schülte e Ferreira (2008, p.1): “A preocupação com a preservação do meio ambiente no desenvolvimento de produtos de moda ainda é muito incipiente, no que se refere ao Brasil e demais países.” Mesmo que a mídia venha apresentando casos de discussões referentes às ameaças da produção industrial, ainda é necessário, principalmente, conscientizar e educar o consumidor sobre a importância do consumo sustentável e as alternativas para tal.


Observações
PET – Politereftalato de etileno – Polímero termoplástico resistente, utilizado na fabricação de garrafas de refrigerantes e água. Este material tem produção em grande escala, e após o descarte podem permanecer por muitos anos na natureza. Por sua propriedade termoplástica, pode ser reciclado diversas vezes, resultando no mesmo produto – garrafas -, ou outro, como por exemplo, roupas. A reciclagem de PET é uma alternativa para evitar a permanência do material no meio – ambiente, já que a produção é acelerada, a quantidade demandada é grande, e o descarte rápido e excessivo. O material, quando reciclado, tem sido utilizado para confecção de peças de vestuário, a partir das suas fibras misturadas com algodão.

Para dar vazão ao trabalho de estilistas engajados com a sustentabilidade, alguns espaços têm sido cedidos a fim de expor as novas ideias. O FIT (Fashion Institute of Technology), em New York, apresentou acervo de peças na exposição denominada Eco-Fashion: GoingGreen

Clique aqui para ler outros artigos de Luciana Della Mea


Aquecimento Global em cartuns

A proposta do livro “Aquecimento Global em cartuns” é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.
Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.
O cartunista Léo Valença (site pessoal do cartunista) desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.
A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.
Cada cartunista selecionado e autor participante da publicação contribui com um cartum que ele desenvolveu sobre o tema. Os autores participantes são: Léo ValençaLeiteJottas, Da Costa, Jorge BarretoAlex LarcherJ. BoscoWaldez DuarteAlan Souto MaiorJosé Alves NetoCassoFerrethLederly MendonçaJota ALex Franco, Gustavo Oliveira, Bira DantasMarcelo Rampazzo, Silvano Rosa, Kampos, Marcos Noel, Adriano Louzada, Moisés Macedo, Max e Edra.
O livro poderá ser comprado pelo site da editora PoD no link abaixo:

XI Jogos Dos Povos Indígenas

Estão Abertas as Inscrições para Credenciamento de Imprensa para os Jogos Indígenas. Ainda dá tempo!

Dos dias 05 a 12 de novembro acontecerá a 11ª Edição dos Jogos dos Povos Indígenas. O evento, que tem apoio do Ministério dos Esportes e já passou por cidades como Goiânia e Fortaleza, será sediado na Ilha de Porto Real, munícipio de Porto Nacional, que fica a cerca de 60 km da capital Palmas, Estado do Tocantins. Durante esses sete dias de evento, que incluirá competições e apresentações, é esperada a participação de cerca de 1300 indígenas, de aproximadamente 35 etnias, como Asurini (PA), Xavante (MT), entre outras vindas de todas as regiões do país. O evento contará também com líderes e observadores indígenas de outros países como: Argentina, Austrália, Bolívia, Canadá, Equador, EUA, Guiana Francesa, Peru e Venezuela. Dentre as modalidades esportivas que serão disputadas estão: corrida de tora, arco e flecha, e futebol masculino e feminino. 

Uma espécie de “Aldeia Olímpica Indígena” está sendo construída para receber os participantes. Será montada também uma ampla estrutura para acolher o público: uma arena com capacidade para receber cerca de oito mil pessoas. 
Entre as novidades dessa edição, está a divisão do evento em duas temáticas: 
A primeira, voltada para o Fórum Social Indígena e a Rio+20, abordará a Conferência Internacional do Meio Ambiente e discutirá a economia verde e temas focados na sustentabilidade e na preservação das tradições indígenas. 
Já a segunda terá como objetivo o intercâmbio esportivo e cultural entre as etnias, além de propor um debate sobre a inclusão indígena como legado da Copa do Mundo da FIFA 2014 e das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016. 
Os JPI (Jogos dos Povos Indígenas) são considerados um dos maiores encontros esportivos culturais e tradicionais de indígenas de toda a América, tendo como objetivo central promover o esporte socioeducacional como identidade das culturas autóctones, voltado à promoção da cidadania indígena, à integração e aos valores tradicionais. E, a exemplo de anos anteriores, os JPI devem ganhar destaque espontâneo da mídia nacional e internacional.
Foto: Alice Kohler

Credenciamento de Imprensa – A participação na documentação é de extrema importância para a divulgação, reflexão e amadurecimento dessa importante iniciativa. Contamos com identificação dos profissionais com os princípios da comissão. Os veículos interessados em credenciar profissionais para a cobertura dos XI Jogos dos Povos Indígenas devem enviar o pedido de credenciamento até o dia 30/9 para o e-mail imprensa.jpi@gmail.com.
Realização: 
Comitê Intertribal – Memória e Ciência Indígena (ITC), com patrocínio do Ministério do Esporte, apoio do Governo do Estado do Tocantins e Prefeitura Municipal de Porto Nacional.
Maiores Informações: 

Site: http://www.esporte.gov.br/sndel/jogosIndigenas/XIJogos/default.jsp

Twitter: @JogosIndigenas

Facebook:

Por: Carla Romano Amaral – @CarlaRomano

A História das Coisas – The Story of Stuff


A História das Coisas (The Story of Stuff with Annie Leonard) é uma animação em flash que mostra, de maneira lúcida e inquestionável qual é a história natural das “coisas”, desde sua Extração, passando pela Produção, Distribuição, Consumo e Disposição de Lixo.

O vídeo é narrado por uma simpática ativista chamada Annie Leonard. Segundo o vídeo, ela gastou 10 anos viajando pelo mundo em atividades contra a agressão ao meio-ambiente. Nessas viagens, ela conseguiu ter uma bela visão de como funciona nosso meio de produção hoje em dia, viu o quanto errado ele está e decidiu alertar, de uma maneira muito simples e explicativa que qualquer leigo entenderá todo o atual problema e passará a refletir mais antes de efetuar uma compra.



O site oficial do projeto é http://www.storyofstuff.com

Aprenda um pouco mais sobre os benefícios da árvore


“Árvore é sinônimo de vida”, com sua sombra aconchegante, seus frutos e flores magníficos, ou com a sua importância fundamental para o progresso através do papel, as árvores estão presentes em nossas vidas desde as lembranças mais remotas de nossas infâncias.
Dos primeiros seres vivos do planeta, as árvores foram resistindo às mais diversas mudanças climáticas, renovando-se, transformando-se para poderem se adaptar a diferentes situações. Entretanto, talvez estejamos vivendo a maior destas transformações ambientais: a que realiza o progresso da civilização humana. E, para continuarmos a progredir em ritmo acelerado, precisamos proteger nossa flora e nossa fauna garantindo a sobrevivência de todos, inclusive a nossa.
Hoje, enxergamos por completo a importância das árvores na composição do meio ambiente e na manutenção da vida nesse planeta: protegendo o solo, nascentes de rios, lagoas e lagos; preservando a vida silvestre, das mais fechadas matas até o cerrado brasileiro; servido de berçário nos diversos quilômetros de mangue do litoral do país, etc.. Além disso, existe todo o aspecto funcional do bom uso das árvores, com a produção de móveis, utensílios domésticos, esculturas, embarcações e etc…
Então, quando se ajuda na derrubada de uma árvore, não estamos desprezando somente a vida de um vegetal; estamos contribuindo com a diminuição da nossa qualidade de vida, que só não será afetada, se colocarmos outra árvore no lugar da que foi derrubada.
O uso comercial da árvore é importante na produção de móveis, portas, pisos, papel, entre outras peças. Mas é importante compreendermos que o manejo desses recursos deve ser controlado, obedecendo leis que garantam a sustentabilidade do meio ambiente.
A árvore pode ser útil para nós, mas também é para toda a cadeia de seres vivos do planeta. Para cada ser, a árvore desempenha um papel fundamental como moradia, geradora de alimento ou até mesmo, como reguladora da temperatura.
A cada um de nós cabe esta função. É como uma casa: todos que moram devem ajudar a preservá-la.
Todo o progresso alcançado até hoje, somente foi possível graças ao uso deste nobre material natural: a árvore.
Porém, está na hora de recuperarmos o equilíbrio entre a vida e o progresso. Por isso, é de fundamental importância a conscientização e contribuição de todos.

Texto retirado do site: http://diadaarvore.org.br


Ilha Design – Design a Serviço da Sustentabilidade

Sempre tive interesse em movimentos sociais. Desde criança via com bons olhos aquelas pessoas que se mobilizavam em prol de uma causa! No segundo grau participei de alguns movimentos estudantis. Logo que entrei na faculdade tratei de fazer parte do CONE-RIO (Conselho Nacional dos Estudantes de Design do Rio de Janeiro) buscando fazer a diferença através da minha profissão. Infelizmente, nesse caso, o fato de ser caloura na época e o fato do movimento estudantil da profissão estar no início, acabou por dificultar um pouco o diálogo perante veteranos que já faziam parte de um conselho pra lá de desorganizado. Realidade que hoje é bem diferente graças ao empenho dos novos estudantes e o amadurecimento da profissão.
Segui a diante buscando contextualiza meus trabalhos aos meus princípios sustentáveis. Até que cheguei nas culturas indígenas, e ali fiquei por um bom tempo, buscando aprender cada vez mais como nossos nativos estabelecem essa conexão homem e meio. De um tempo pra cá, acabei voltando aos movimentos de design. Busquei fazer um trabalho de consultoria á comissão organizadora do NDesign (Encontro Nacional dos Estudantes de Design) criando uma núcleo de sustentabilidade. Mas o pouco interesse do grupo pelo tema dificultou o trabalho, e com isso foi impossível tornar o evento sustentável.


Mas como sempre conseguimos tirar coisas e pessoas boas de nossas experiências, tive o prazer de esbarrar nesse caminho com um projeto, que também se caracteriza como um evento de design, mas que tem como foco a Sustentabilidade. Afinal, o designer tem a responsabilidade de gerar a maior parte do lixo físico e virtual de nossa sociedade e é imprescindível que ele tenha muito consciência de sua importância nesse processo. O Ilha Design, como é chamado, é um projeto de Design Social criado por alunos dos cursos de graduação em Comunicação Visual Design e Desenho Industrial da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, e utiliza princípios do Design Universal, ou Design Total, que consiste no design que inclui, o “design para todos”, com enfoque no design de produtos, serviços (design gráfico) e ambientes. O objetivo é que seus projetos possam ser utilizados pelo maior número de pessoas possível independente de idade, habilidade ou situação. Esse conceito está diretamente relacionado ao de sociedade inclusiva e sua importância tem sido reconhecida por vários setores como governo, empresários e indústrias.
Em sua quinta edição, o evento busca levar Design e Artes como fatores de integração social e cultural para alunos de escolas municipais na Ilha Grande, para toda a comunidade local e acontece na Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, na Vila do Abraão, recebendo também os alunos da Escola Municipal Monsenhor Pinto de Carvalho, do Saco do Céu, durante a realização do evento e outras escolas da ilha. São três dias inteiros com atividades para todas as séries – do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Ensino Médio, aberto também para a comunidade.


Formado por um grupo de jovens apaixonados por cultura, gente, ensino, aprendizagem, Artes e Design, como eles mesmos se definem, o Ilha Design conta também com a participação de alunos de outros cursos como Publicidade, Teatro, Dança, Cinema, Ciências da Computação, Arquitetura e Artes Plásticas, e de diversas universidades do Rio de Janeiro, entre elas a PUC, a UERJ, a Facha, a Univercidade que voluntariamente ministram oficinas, exposições, apresentações, desfiles e uma série de atividades para a comunidade local.
Esse ano o evento que acontece nos dias 25, 26 e 27 de outubro tem como tema os 5R’s – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar. Gostou? Quer participar? Ainda dá tempo!

Para saber mais entre em contato:
E-mail: contato@ilhadesign.com.br
Site: http://www.ilhadesign.com.br/
Facebook: www.facebook.com/ProjetoIlhaDesign
Twitter: @ilhadesign

Por: Carla Romano Amaral – @CarlaRomano

Dia Mundial Sem Carro – 22/09/2011


O Dia Mundial Sem Carro, que acontece todo dia 22 de setembro, é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes.


O objetivo de se organizar um Dia Mundial Sem Carros é divulgar alternativas ao transporte individual motorizado e propor a reflexão sobre a viabilidade e a justiça de cidades planejadas para automóveis. É a data para você que tem um carro e o utiliza rotineiramente pensar sobre sua parcela de responsabilidade na poluição. É o dia para testar alternativas, conferir se o transporte público no seu bairro continua mesmo tão ruim, arriscar uma caminhada mais longa, talvez até pedalar. A ideia é mostrar que é possível cumprir sua rotina sem depender de um veículo.
Que tal deixar o carro em casa? Invista nessa ideia!
Dê carona, use o transporte público, ande de bicicleta. 
Faça a sua parte que a natureza faz a dela!