Ecovila – A vida sustentável nas Ecovilas

Você já ouviu falar alguma em Ecovila?

Ecovila é um modelo de assentamento humano sustentável. São comunidades urbanas ou rurais de pessoas que tem a intenção de integrar uma vida social harmônica a um estilo de vida sustentável. Para alcançar este objetivo, as ecovilas incluem em sua organização muitas práticas como:
  • Produção local e orgânica de alimentos;
  • Utilização de sistemas de energias renováveis;
  • Utilização de material de baixo impacto ambiental nas construções (bioconstrução ou Arquitetura sustentável);
  • Criação de esquemas de apoio social e familiar;
  • Diversidade cultural e espiritual;
  • Governança circular e empoderamento mutuo, incluindo experiência com novos processos de tomada de decisão e consenso;
  • Economia solidária, cooperativismo e rede de trocas;
  • Educação transdisciplinar e holística;
  • Sistema de Saúde integral e preventivo;
  • Preservação e manejo de ecossistemas locais;
  • Comunicação e ativismo global e local.


O que é a Carta da Terra?

A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.

Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação.

A Carta da Terra se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico eqüitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável. 

Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.

Aquecimento Global


Ondas de calor inéditas. Furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E outros tantos desastres naturais que fogem ao controle humano.

Há décadas, pesquisadores alertavam que o planeta sentiria no futuro o impacto do descuido do homem com o ambiente. Na virada do milênio, os avisos já não eram mais necessários – as catástrofes causadas pelo aquecimento global se tornaram realidades presentes em todos os continentes do mundo. Os desafios passaram a ser dois: se adaptar à iminência de novos e mais dramáticos desastres naturais; e buscar soluções para amenizar o impacto do fenômeno.

CAUSAS
Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura consequência desse fenômeno.
No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima dessas substâncias produz gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CO4) e óxido nitroso (N2O), que retêm o calor proveniente das radiações solares, funcionando como o vidro de uma estufa de plantas, o que causa o aumento da temperatura. Outros fatores que contribuem de forma significativa para as alterações climáticas são os desmatamentos e a constante impermeabilização do solo.
CONSEQUÊNCIAS DO AQUECIMENTO GLOBAL
  • Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, pode ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
  • O degelo é outra consequência do aquecimento global, segundo especialistas, a região do oceano Ártico é a mais afetada. Nos últimos anos, a camada de gelo desse oceano se tornou 40% mais fina e sua área sofreu redução de aproximadamente 15%. As principais cordilheiras do mundo também estão perdendo massa de gelo e neve. As geleiras dos Alpes recuaram cerca de 40%, e a capa de neve que cobre o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer nas próximas décadas;
  • Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
  • Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
  • Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas têm sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
AQUECIMENTO GLOBAL E POSSÍVEIS IMPACTOS NA AMAZÔNIA
Com uma media das projeções, obtêm-se um aumento das áreas de savana na América do Sul Tropical, dentre esses modelos alguns indicam diminuição das chuvas na Amazônia, outros não indicam alteração, enquanto um deles chega projetar aumento das chuvas.
Alguns estudos sobre resposta das espécies da flora e da fauna Amazônica e do Cerrado indicam que para um aumento de 2 a 3 ºC na temperatura média, até 25% das árvores do cerrado e até cerca de 40% de árvores da Amazônia poderiam desaparecer até o final deste século.
IPCC
Em tempos de aquecimento planetário, uma nova entidade internacional tomou as páginas de jornais e revistas de toda a Terra – o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), criado pela ONU para buscar consenso internacional sobre o assunto. Seus aguardados relatórios ganharam destaque por trazer as principais causas do problema, e apo
ntar para possíveis caminhos que podem reverter alguns pontos do quadro.
Conforme cientistas do IPCC, o século XX foi o mais quente dos últimos cinco, com aumento de temperatura média entre 0,3°C e 0,6°C. Esse aumento pode parecer insignificante, mas é suficiente para modificar todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais.
ACORDOS RECENTES
Protocolo de Quioto
Esse Protocolo teve como objetivo firmar acordos e discussões internacionais para conjuntamente estabelecer metas de redução na emissão de gases-estufa na atmosfera, principalmente por parte dos países industrializados, além de criar formas de desenvolvimento de maneira menos impactante àqueles países em pleno desenvolvimento.
O Protocolo não apenas discutiu e implantou medidas de redução de gases, mas também incentivou e estabeleceu medidas com intuito de substituir produtos oriundos do petróleo por outros que provocam menos impacto.
O Protocolo de Quioto não obteve um maior êxito pelo fato dos Estados Unidos, os maiores emissores de CO2 do mundo, não aderiram ao mesmo. Essa recusa ilustra os problemas colocados diante das tentativas de conter o aquecimento global.



COP 15 (15º Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas) – Copenhague


O resultado final da Reunião da Convenção do Clima foi frustrante. Nem mesmo o texto final de uma Declaração de Copenhague foi aprovado. Decidiu-se por isso, que os países tomarão nota do conteúdo desse texto e cumprirão o que puderem das metas ali estabelecidas. E com isso, se transfere para o final de 2010, na Cidade do México, quase tudo que havia de importante para ser decido, mas que precisaria do consenso de 193 países, o que não ocorreu.


Todos os países entraram em consenso sobre as intenções como a de cada país empenhar-se para que o aumento da temperatura do planeta não ultrapasse 2º C. Se aprovou também um fundo de 10 bilhões de dólares por ano até 2012, com o qual os países desenvolvidos ajudarão os países mais pobres a enfrentar mudanças climáticas.
CRÉDITOS DE CARBONO
O Homem lança mais de 35,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano na atmosfera, o principal gás causador do aquecimento global. Para diminuir estes números, foram criados projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa.
Estes projetos, após serem aprovados, podem gerar créditos de carbono e serem utilizados por países desenvolvidos para alcançar suas metas de redução das emissões de gases do efeito estufa. O Protocolo de Quioto institui o mercado de carbono como um dos mecanismos para reduzir os custos no corte das emissões, assim como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e a Implementação Conjunta.
SOLUÇÕES
O amplo consenso entre os cientistas do clima de que as temperaturas globais continuarão a aumentar tem levado estados, nações, empresas e cidadãos a implementar ações para tentar reduzir o aquecimento global ou ajustar-se a ele. Os permanentes estudos e o grande número de ações civis poderão resultar em uma mudança cultural e meios economicamente viáveis para enfrentar de forma eficaz ações antrópicas que emitem gases-estufa. Algumas medidas:
  • Incentivar o desuso de fontes fósseis de geração de energia, como o petróleo e o carvão, e substituí-las pelas novas renováveis, como solar e eólica. Essa é uma estratégia não só para reduzir as emissões de gases-estufa, mas para consolidar um crescimento econômico baseado em tecnologias que não prejudicam o planeta;
  • Maior controle e fiscalização sobre desmatamentos e incêndios nas matas e florestas;
  • Investimentos na elaboração de novos tipos de combustíveis como o álcool vegetal e de biocombustíveis (fabricados a partir de vegetais, tais como, cana-de-açúcar, plantas oleaginosas, biomassa florestal e resíduos agropecuários);
  • Instalação de sistemas de controle de emissão de gases poluentes nas indústrias;
  • Uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono (biotecnologia);
  • Incentivo a construção de prédios com a implantação de sistemas que economizem energia, e de captação de águas pluviais.
E O QUE VOCÊ PODE FAZER?
  • Quando possível, usar transportes coletivos e deixar o carro em casa, dê preferência à bicicleta;

O Poder das Energias Renováveis





Sem dúvida, não há desenvolvimento sem energia. No entanto, só há desenvolvimento sustentável com energia vinda de novas fontes renováveis. A demanda por energia é, hoje em dia, indiscutível, mas é preciso encontrar maneiras de suprir essa demanda.

Para isso é necessário que haja, simultaneamente, a integração deste assunto à comunidade internacional na questão sobre como lidar com o efeito estufa. Isso porque boa parte das emissões de gás carbônico se origina da produção de energia através das termoelétricas, movidas a combustíveis fósseis presentes em todo o mundo.

O Protocolo de Kyoto sobre Mudanças Climáticas, maior esforço a nível internacional para conter o avanço das emissões de CO2, aponta para o incentivo a energias renováveis como uma tendência internacional, tanto para esta década assim como para próximas.
As fontes de energia renováveis – como biomassa, pequenas hidroelétricas, eólica e energia solar, incluindo a fotovoltaica – oferecem inúmeras vantagens:
  • Aumentam a diversidade da oferta de energia;
  • Asseguram a sustentabilidade da geração de energia a longo prazo;
  • Reduzem as emissões atmosféricas de poluentes;
  • Criam novas oportunidades de empregos nas regiões rurais, oferecendo oportunidades para fabricação local de tecnologia de energia;
  • Fortalecem a garantia de fornecimento porque, diferentemente do setor dependente de combustíveis fósseis, não requerem importação. 
Confira cada uma delas:
O PODER DA BIOMASSA
Plantações podem ser cultivadas especificamente para a produção de combustíveis e a compostagem de material vegetal, também pode ser usada para produzir gás metano, que pode ser utilizado como combustível. No entanto, cultivos geneticamente modificados não devem ser usados com essa finalidade, bem como não deve haver emissões tóxicas (provenientes, por exemplo, do uso de agrotóxicos) resultantes da queima desse tipo de combustível. Resíduos florestais e agrícolas também podem ser usados para produzir eletricidade e aquecer, sem causar o aumento dos níveis de CO2.

O PODER DAS PEQUENAS HIDROELÉTRICAS
Os projetos de usinas hidroelétricas de pequena escala usam o fluxo natural das águas dos rios para gerar eletricidade. Unidades hidroelétricas familiares contam com pequenas turbinas que usam o fluxo da água para gerar eletricidade para casas.
  • Mais de 100 mil famílias no Vietnã usam pequenas turbinas de água para gerar eletricidade.
  • Mais de 45 mil pequenos projetos de pequenas hidroelétricas estão sendo usados na China, gerando energia para mais de 50 milhões de pessoas.
O PODER DO VENTO
O vento existente nos seis continentes do planeta é suficiente para suprir o consumo mundial de energia em mais de quatro vezes o nível atual de consumo. A energia eólica já é uma história de sucesso, gerando eletricidade para milhões de pessoas, empregos para dezenas de milhares de seres humanos e bilhões de dólares de lucro.
  • Na China, a capacidade de geração de energia através do vento dobrou em 2002.
  • Desde o início dos anos 70, o governo dinamarquês apóia o desenvolvimento e a implementação de uma forte indústria de energia eólica, especialmente através de abatimentos em impostos e investimentos públicos. Na Dinamarca, existem mais pessoas trabalhando na indústria de energia eólica do que na pesca.
  • Na Mongólia, geradores portáteis de energia eólica são bastante usados por povos nômades em lâmpadas, rádios e outros aparelhos elétricos.
O PODER DO SOL
A luz solar que ilumina a Terra a cada hora é suficiente para suprir as necessidades humanas por um ano inteiro. Há muitas maneiras de utilizar esta fonte de energia:
  • Coletores solares térmicos, que podem aquecer a água e o ar para casas e instalações industriais; ou energia solar fotovoltaica (PV), que gera eletricidade diretamente a partir da luz do sol. Simples, confiável, segura, e silenciosa, é uma eletricidade livre de qualquer poluição.
  • Países em desenvolvimento instalaram mais de um milhão de sistemas domésticos de energia solar.
  • Existem aproximadamente 150 mil sistemas domésticos de energia solar no Quênia, mais de 100 mil na China, 60 mil na Indonésia e mais de 300 mil lanternas solares na Índia.


Evidentemente a “Revolução Verde” no setor de energia limpa não é uma panacéia contra o aquecimento global e a degradação ambiental. Diversas outras ações são necessárias no sentido de evitar o desperdício como: tratar e aproveitar o lixo, aumentar a eficiência energética e o uso de matérias-primas na produção e no modo de vida, reduzir o consumo supérfluo, incentivar a alimentação orgânica e vegetariana, etc. No entanto, não resta dúvida que a substituição da energia fóssil pela energia renovável e não emissora de CO2 é fundamental para a redução da Pegada Ecológica em todos os países do mundo.

Que Marcas Você Quer Deixar No Planeta?

O que é Pegada Ecológica? 


A Pegada Ecológica é uma ferramenta que mede em hectares (ha) de terra fértil o que uma população humana requer para produzir os recursos que consume e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente, indicando onde estão os maiores impactos de seu modo de vida, promovendo uma mudança de atitude pessoal, através do consumo consciente e sustentável
Atualmente a Pegada Ecológica é 20% maior do que a capacidade de regeneração do planeta. Ou seja, é necessário mais de um ano e de dois meses para a Terra regenerar o que é utilizado em um único ano. Esta diferença é mantida liquidando os recursos naturais do planeta. Esta é uma ameaça de grandes proporções mas que mesmo assim continua subestimada e não é trabalhada adequadamente. 
Medindo a Pegada Ecológica de uma população (um indivíduo, uma cidade, uma nação, ou toda a humanidade) é possível medir esse impacto, o que permite gerenciar os recursos ecológicos de maneira mais cuidadosa. 
A Pegada Ecológica permite as pessoas tomarem ações individuais e coletivas em favor de um mundo onde a humanidade possa viver em equilíbrio com os recursos disponíveis do planeta. 
Um exemplo de como reduzir a pegada ecológica de um individuo, família ou comunidade se constitui no movimento das ecovilas, onde é possível integrar harmonicamente vida social, econômica e cultural a um padrão de vida sustentável em todos os sentidos. Começando pelo tipo de materiais de construção numa casa, uma redefinição de padrões de consumo, e o simples ato de compartilhar e cooperar com as pessoas ao redor. Tudo isso pode diminuir muito o impacto de um individuo!
Calcule sua Pegada Ecológica e saiba se sua forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta em oferecer, renovar seus recursos e absorver os resíduos que geramos.

Postos de Doações

Confira os postos de arrecadação de doações para os desabrigados das chuvas no Rio.

A Prefeitura do Rio, através da Secretaria da Ordem Pública e da Guarda Municipal, inicia uma campanha de arrecadação de donativos para auxiliar a população desabrigada após as fortes chuvas que atingem a cidade desde segunda-feira (5).
A intenção é arrecadar colchonetes, alimentos não-perecíveis, água, além de roupas para serem doados aos necessitados. Dez unidades da Guarda Municipal receberão os donativos.
O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, disse que todas as doações recebidas em paróquias serão enviadas para minimizar os sofrimentos das famílias atingidas pelas chuvas. Ajuda financeira pode ser depositada na conta bancária da Cáritas Arquidiocesana, no banco Bradesco, Agência 0814-1, C/C: 48500-4.

Veja abaixo a lista dos postos da Guarda Municipal para doações:
• Centro: no Centro Administrativo São Sebastião (sede da Prefeitura – Rua Afonso Cavalcanti, 455, Cidade Nova)

• São Cristóvão: na sede da Guarda (Avenida Pedro II, nº 111)

• Botafogo: na base operacional da GM-Rio (Rua Bambina, nº 37)
• Barra da Tijuca: na 4ª Inspetoria (Avenida Ayrton Senna, nº 2001)
• Madureira: na 6a Inspetoria (Rua Armando Cruz, s/nº)
• Praça Seca: na 7ª Inspetoria (Praça Barão da Taquara, nº 9)
• Lagoa: 2ª Inspetoria (Rua Professor Abelardo Lobo s/nº – embaixo do viaduto Saint Hilaire, na saída do Túnel Rebouças)
• Bangu: na 5ª Inspetoria (Rua Biarritz, s/n)
• Tijuca: na 8ª Inspetoria (Rua Conde de Bonfim, nº 267)
• Campo Grande: na 13ª Inspetoria (Rua Minas de Prata, nº 200)

Doações para Niterói e São Gonçalo
• São Gonçalo: (21) 3262-3601 ou 3262-3603 – Secretaria de Desenvolvimento Social
• Niterói: (21) 2620-6210 – Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura

Texto retirado do site G1.

O Destino do Óleo de cozinha


Você sabia que um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água?
O problema surge quando se pensa em descartar o óleo. Jogo fora na pia? Na descarga do vaso sanitário? No bueiro da minha rua? Não!
Muita gente não sabe, mas o descarte em local indevido do óleo de cozinha pode gerar graves consequências para o meio ambiente. Solo, água e ar podem acabar contaminados devido a um simples gesto corriqueiro em nossa cozinha. 
Prejuízos do óleo de fritura ao meio ambiente: 
  • Impermeabilização do solo, contribuindo para aumento de enchentes; 
  • Prejuízo à oxigenação e iluminação da água dos rios, causando danos à fauna aquática; 
  • Mau cheiro e poluição; 
  • Provoca o entupimento das tubulações nas redes de esgoto, aumentando em até 45% os custos de tratamento. 

Mas o que fazer então? A melhor alternativa é procurar alguma empresa ou entidade que reaproveite o produto. Nesse caso, basta armazenar o óleo já frio em uma garrafa PET ou qualquer outro frasco com tampa e fazer a doação. Não é necessário coar.

Esse óleo usado é transformado em resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais, biodiesel, produtos de agropecuária e matéria-prima para fabricação de outros produtos.

Veja os locais mais próximos na sua cidade para a coleta do óleo de cozinha: Postos de Coleta 
Ou então faça seu próprio sabão a partir do óleo de cozinha usado no dia-a-dia. 
Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha: 
  • 5 litros de óleo de cozinha usado; 
  • 2 litros de água; 
  • 200 mililitros de amaciante; 
  • 1 quilo de soda cáustica em escama.
Preparo: 
Colocar, com cuidado, a soda em escamas no fundo de um balde. Em seguida, adicionar a água fervendo e mexer até diluir a soda. Acrescentar o óleo e mexer. Misturar bem o amaciante. Jogar a mistura numa fôrma e cortar as barras de sabão somente no dia seguinte.
IMPORTANTE: A soda cáustica pode causar queimaduras, ao dissolvê-la, use luvas e óculos de proteção para evitar acidentes. 
Faça o sabão longe de crianças e em ambiente ventilado. 

A participação de cada um é muito importante para isso! O M
eio Ambiente e as futuras gerações agradecem!


HORA DO PLANETA 2010

Dia 27 de março às 20h30min, apague suas luzes por 60 minutos e junte-se a um bilhão de pessoas contra o aquecimento global. 

Há poucos dias para a Hora do Planeta no Brasil, a campanha mundial Hora do Planeta já recebeu o apoio do governo federal, de grandes empresas e da população. Com o objetivo de ampliar o número de cidades envolvidas, a iniciativa busca sensibilizar e movimentar a sociedade em prol do combate ao aquecimento global. 


“A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais – e, principalmente, para mostrar uns aos outros – que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para combater as mudanças climáticas”, disse Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil, movimento responsável pela organização da ação no Brasil. 
Cidadãos, empresas, prefeituras e organizações brasileiras que quiserem mostrar o seu apoio poderão efetuar o cadastro na página Hora do Planeta, deixar seu comentário e obter mais detalhes sobre o movimento. 
“…Temos tendência para achar que somos pequenos – que diferença é que podemos realmente fazer individualmente quando confrontadas com este problema aparentemente esmagador e a intransigência de outras pessoas com ele…” 
Acredite! O seu, o meu, o nosso comportamento e estilo de vida cotidiana contribuem para as alterações climáticas – use mais o transporte público, consuma menos, sejamos muito mais conscientes com o uso de energia em nossas casas… apague as luzes por 60 minutos! 
Use seus poderes para ajudar o planeta! 
Hora do Planeta 2010: Participe!

22 de março – Dia Mundial da Água


A má utilização e o consumo descontrolado da água levam a população mundial a encarar a terrível previsão de escassez desse bem em anos futuros. Isso sem falar da impossibilidade de utilização da água nas indústrias, na agricultura… Pare para pensar por um instante e verá que praticamente tudo o que fazemos, em todos os âmbitos da vida, precisa de certa quantidade de água. Ela é responsável pelo equilíbrio dos ecossistemas e pela sobrevivência de todas as espécies de seres vivos do planeta.
O consumo consciente de água é uma preocupação que deve ser constante, uma cultura que deve ser firmemente incutida no comportamento social, até mesmo como atitude preventiva contra um colapso de abastecimento que a cada dia se mostra mais factível. Estima-se que, somente no Brasil, 17 milhões de pessoas não têm acesso a água tratada; no mundo todo, este drama atinge 2,5 bilhões – 35% da população mundial.

Hoje, dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Data esta instituída pela ONU em fevereiro de 1993. Em virtude da importância deste tema, colocamos algumas informações que podem ajudar você a iniciar uma rotina de consumo consciente da água:

No banheiro:
  • Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba. Uma torneira aberta pode consumir, por minuto, até 2,4 litros (numa casa) ou 16 litros (num apartamento);
  • Abra o chuveiro apenas para se molhar e enxaguar. Enquanto estiver se ensaboando, deixe o chuveiro desligado. O consumo cairá de 180 para 48 litros e a diminuição no consumo de energia elétrica também será visível;
  • Banhos rápidos (em até 6 minutos) são sempre recomendados;
  • Evite banhos de banheira, que podem gastar até 200 litros de água;
  • Regule as válvulas de descarga;
  • As válvulas convencionais usam cerca de 40% de toda a água de uma casa ou escola. Cada segundo que uma pessoa permanece com o dedo na descarga são 10 litros de água desperdiçados. Aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.
Na cozinha:
  • Limpe bem os pratos e panelas e jogue os restos de comida no lixo;
  • Deixe a louça na água para facilitar a lavagem;
  • Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágue tudo de uma vez;
  • Na máquina de lavar são gastos 40 litros de água. Utilize-a somente quando estiver cheia. 
Na lavanderia:
  • Utilize a lavadora de roupa só quando ela estiver cheia;
  • Reaproveite a água de chuva ou da máquina para lavar o chão da cozinha, área de serviço e quintal.
Nas áreas externas:
  • Na limpeza de quintal e calçada: USE VASSOURA! Cada vez que a mangueira fica ligada por 15 minutos são perdidos 279 litros de água. Para manter a calçada limpa, é suficiente varrê-la. Se for o caso dá para combinar a técnica do pano umedecido com um enxague rápido;
  • Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. No verão, use mangueira com esguicho-revólver ou regador;
  • Lavar carro: Com uma mangueira se gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina lavar roupa. 
Manutenção: 
  • Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa 1.380 litros por mês. Troque ou conserte torneiras pingando;
  • Faça o teste do relógio de água, fechando todas as torneiras. Se os ponteiros do hidrômetro continuarem rodando sem consumo, é sinal de vazamento. Elimine os vazamentos.

A MUDA Muda!!!


Houve tempo em que plantar uma árvore era um prazer, brincadeira de criança. Tempos depois se tornou uma espécie de obrigação civil divulgada amplamente por diversas e contínuas campanhas. Infelizmente o prazer não existe mais, nem as campanhas. E a maioria das crianças de hoje em dia sabem, por exemplo, os componentes e as “proteínas” de um big mac, mas não sabem da importância que tem plantar uma árvore.
“Esfriador Global Grátis”
A importância das Árvores:


  • Reduzem o efeito do aquecimento global. As árvores atuam como coletoras de CO2. Um hectare de novas florestas retém até 6,25 toneladas deste gás ao ano. As árvores podem absorver CO2 a um ritmo de 6 quilos por árvore ao ano. Em 50 anos, uma árvore pode gerar 72 mil reais em oxigênio, pode reciclar água que teria um custo de 84 mil reais e limpará o ar a um valor de 150 mil reais: Um total de quase 300 mil por árvore sem levar em conta outros benefícios adicionais;
  • As árvores evitam ou reduzem a erosão do solo e a contaminação da água;
  • As telas naturais feitas de árvores e arbustos, convenientemente plantadas, reduzem significativamente a poluição acústica nos cruzamentos e vias de grande movimento;
  • O manejo controlado de florestas são uma fonte sustentável de madeira;
  • As árvores que crescem junto a rios, ribeirões e lagos baixam a temperatura da água com sua sombra, evitam ou reduzem a erosão das orlas e a formação de lodaçais e melhoram o habitat dos peixes;
  • Árvores podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao stress, pois ajudam a diminuir a poluição do ar, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação;
  • Ajudam a reduzir em até 10% o consumo de energia através do efeito de moderação climática local;
  • Desenvolvem um papel importantíssimo no ecossitema pois são responsáveis por manter mais de 50% da biodiversidade;
  • Mantém umidade do ar e chuvas regulares;
  • Fornecem base para produtos como medicamentos e chás;
  • Fornecem frutas, flores, sementes, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos;
  • Beleza natural para nossos olhares e almas.



    Porque é preciso começar das coisas mais simples. Enquanto todo mundo fala de aquecimento global é preciso agir. Plante sua árvore!
    “Ninguém nunca se tornou iluminado debaixo de um poste de luz”

    Consumo Consciente

    1 – Planeje Suas Compras:
    A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Quem planeja antes compra menos e melhor.

    2 – Separe Seu Lixo:
    Reciclar é uma maneira de contribuir para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

    3 – Avalie Os Impactos Do Que Consome:
    Ao comprar, leve em conta danos que a fabricação e o uso do produto causam ao meio ambiente e à sociedade.

    4 – Consuma Apenas O Necessário:
    É possível viver com menos. Reflita sobre suas necessidades reais.

    5 – Reutlize Produtos e Embalagens:
    Se você pode consertar, transformar e reutilizar, por que comprar outra vez?

    6 – Valorize a Responsabilidade Social Das Empresas:
    O valor de um produto vai além de seu preço e sua qualidade. Ele pode incluir a responsabilidade do fabricante com funcionários, sociedade e meio ambiente.

    7 – Não Compre Produtos Piratas Ou Contrabandeados:
    Comprando do comércio legalizado, contribiu-se para a geração de empregos estáveis e o combate ao crime organizado e da violência.

    8 – Cobre dos Políticos:
    É dever de qualquer cidadão exigir de partidos, candidatos, vereador
    es, senadores, deputados e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente
    .

    9 – Use Crédito Conscientemente:
    Será que dá para deixar para depois o que você quer comprar a crédito? E, se comprar, poderá pagar as prestações?

    10 – Reflita Sobre Seus Valores:
    Faça uma avaliação constantemente: quais são os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo?

    11 – Divulgue O Consumo Consciente:
    Qualquer pessoa pode multiplicar informações, valores e práticas do consumo consciente. Sozinho ou em grupo, sensibilize outros consumidores.

    12 – Contribua Para A Melhoria De Produtos E Serviços: 
    O consumidor ativo envia às empresas sugestões e críticas que ajudam na melhoria da qualidade de produtos e serviçoes.

    Fonte: Instituto Akatu

    Já Plantou Sua Árvore Hoje?

    Todos sabemos que plantando árvores recebemos vários benefícios, e o benefício que esta na “moda” é o sequestro de carbono o famoso CO2.

    Uma maneira de ajudar nessa tarefa pode ser plantando árvores. Existem várias formas de plantar sua árvore. Você pode ir em um viveiro comprar sua muda e plantar ou até mesmo recorrer as empresas especializadas em sequestro de carbono que calculam a quantidade de carbono que você produz e te mostra quantas árvores são necessárias para “zerar sua conta” e fazem o plantio para você, mas claro isso tem um custo.
    O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras.

    Com o reflorestamento, se reduz o sério problema da perda de terra por meio de erosões e assoreamento de rios. Hoje, o plantio de árvores é também uma das melhores soluções para amenizar o problema do efeito estufa, já que durante a fotossíntese as árvores transformam o gás carbônico do ar em alimento, retirando-o da atmosfera.

    Essa pode não ser a grande solução para salvar o mundo, mas se cada um fizer a sua parte já é um começo! Aproveite a dica e plante a sua árvore! Vamos fazer a nossa parte!

    OS 4 R’S EM AÇÃO

    Reduzir:

    Consumir menos produtos e optar por aqueles que produzam menos resíduos e tenham maior durabilidade. Diminuir a quantidade de lixo residual que produzimos é essencial. Assim, quando for comprar alguma coisa, pense em como reduzir a quantidade de lixo que será gerado com aquilo e evite excessos.


    Se você mora sozinho, por exemplo, não precisa comprar uma quantidade grande de comidas perecíveis, já que as chances delas ficarem ruins e acabarem no lixo são grandes. Ou ainda se for organizar a festinha de aniversário do seu filho e convidou 50 amiguinhos, para que comprar uma embalagem de talheres com 200 unidades?
    Reutilizar:
    Com um pouco de imaginação e criatividade podemos utilizar várias vezes a mesma embalagem, usando sobras de materiais para outras funcionalidades. Um objeto pode ganhar funções totalmente diferentes da original e ainda continuar muito eficiente.

    Tudo isso sem causa agressões ao meio ambiente, exemplos: uma garrafa de refrigerante pode virar um vaso para plantas, um pneu velho pode ser transformado na bóia da piscina e uma latinha de alumínio pode ser seu próximo porta-trecos.


    Devemos adotar o hábito de adquirir produtos que sejam reutilizáveis, como exemplo: guardanapos de pano, sacolas retornáveis, embalagens reutilizáveis para armazenar alimentos ao invés dos descartáveis.
    Reciclar:
    Não deu para reutilizar? Então renda-se à reciclagem. Cada material deve ser condicionado em um coletor específico para ser reciclado de acordo com sua natureza. Você pode separar os materiais em qualquer lugar e levá-los diretamente aos centros de reciclagem ou procurar serviços de coleta que passem pela sua casa ou trabalho. Lembre-se de seguir as especificações das cores (azul para papel, vermelho para plástico, verde para vidro e amarelo para metal) e procure guardar os objetos limpos e secos nos recipientes.
    Reintegrar: 
    Já aquilo que não pode ser reciclado, como restos de alimentos e outros materiais orgânicos, pode ser reintegrado à natureza. Uma composteira orgânica é o melhor instrumento para transformar podas de árvores, cascas de verduras e outros materiais em adubo. O composto que resultar do processo é um material altamente nutritivo e pode ser utilizado em jardins, hortas e pomares.

    Por que Reciclar?

    Contentor Azul (papel ou cartão)
    • Papel e Cartão, para cada tonelada de papel reciclado evita-se o abate cerca de 20 árvores, economiza-se 70% de energia elétrica e polui o ar em 74% menos do que se fosse produzido a partir do corte de árvores;
    • Cada 50 quilos de papel usado transformado em papel novo, evita que uma árvore seja cortada.
     Contentor Vermelho (embalagens de plásticos)
    • Plástico reciclado economiza-se cerca de 70% de energia (desde a exploração da matéria-prima primária até o desenvolvimento do produto final);
     Contentor Amarelo (metais)
    • Alumínio, em uma tonelada gasta-se apenas 5% da energia necessária para produzir a mesma quantidade do que por via do processo primário;
    • Alumínio, a energia economizada na reciclagem de uma única lata de alumínio é suficiente para manter a televisão ligada durante 3 horas;
    • Alumínio, para cada 50 quilos de alumínio reciclado, evita-se que sejam extraídos do solo cerca de 5 toneladas de minério;
    • Aço produzido a partir da sucata, a economia de energia chega a 70% do que se gasta com a produção do minério de origem.
     Contentor Verde (vidros)
    • Por cada tonelada de vidro reciclado poupa-se 1,2 toneladas de matérias-primas originais;
    • Na reciclagem do vidro é possível poupar 50% menos de água;
    • A energia poupada pela reciclagem de um frasco/garrafa de vidro (tamanho médio) pode manter acesa uma lâmpada de 100 watts cerca de 4 horas.

    Racionalize o Uso de Energia

    • Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. São um pouco mais caras, mas têm durabilidade maior (10 vezes mais que as lâmpadas comuns) e a luz fluorescente permite reduzir o consumo de energia, em aproximadamente 80%;
    • Durante o dia, de preferência à iluminação natural. Abra cortinas, janelas e persianas da sua casa e nunca esqueça de apagar a luz dos cômodos e dos aparelhos que não estão sendo usados;
    • Instale aquecimento solar para complementar a eletricidade e/ou gás;
    • Ao comprar um eletrodoméstico, procure aqueles que têm o selo do Procel que certifica o baixo consumo de energia;
    • Coloque o chuveiro elétrico na posição “verão” nos dias quentes, pois o consumo é 30% maior na posição “inverno”;
    • Evite tomar banho de chuveiro elétrico nos horários de pico (das 17h às 22h);
    • Observe a borracha de vedação da sua geladeira periodicamente. Vedação defeituosa representa um dos maiores desperdícios de energia;
    • Máquinas de lavar e secar devem ser ligados somente quando houver a quantidade máxima de peças para lavar. Assim, você evita a utilização desnecessária;
    • Acumule a maior quantidade de roupas para passar de uma só vez, se possível, faça isso em um dia de semana. Passe primeiro as peças que requeiram temperaturas mais baixas;



    Estima-se que cada consumidor desperdiça cerca de 10% da energia fornecida, seja por hábitos adquiridos ou uso ineficiente dos eletrodomésticos. Racionalizar o uso da eletricidade reduz despesas com energia elétrica, assegura o conforto, preserva o meio ambiente e melhora a qualidade de vida. Essas ações reduzem a necessidade de construção de novas obras de engenharia para a geração de energia e os conseqüentes impactos socioambientais.

    Sacolas Retornáveis

    O Brasil produz por ano 18 bilhões de sacolas plásticas, sendo que 80% delas vão parar em aterros. Leva em média 500 anos para se decompor e com isso, o planeta começa a sufocar. Esses detritos que são dispensados sobre a superfície terreste todos os dias, causam um grande desequilíbrio ambiental. Antes, o que era um sistema maravilhosamente perfeito em todos os seus detalhes, agora é falho, justamente por causa da ação do homem. Porém, esse quadro ainda pode ser revertido.

    Diga não as sacolas plásticas! Seja consciente! Uma pequena ação faz uma grande mudança.

    Hora do Planeta 2010

    Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.

    No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. 

    Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as suas luzes e mostraram que sua preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos.

    Em 2010, vamos tornar esse movimento ainda maior. Visite o site http://www.horadoplaneta.org.br e participe!